
Rodrigo Frazão
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Em nota, o Ministério da Fazenda diz que não favoreceu as SAFs em relação aos clubes associativos na reforma tributária. Alega que os dois têm modelos diferentes de tributação e, portanto, daria para comparar os impostos pagos Veja toda a posição incluída na matéria:







Crefisa é condenada após cobrar juros de 1.082% ao ano de idosa. O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou a Crefisa SA, presidida por Leila Pereira, do Palmeiras, por impor juros superiores a 1.000% ao ano ao conceder empréstimos a uma mulher de 74 anos. A idosa, de origem espanhola, alega que recebe um salário mínimo e que os três empréstimos têm juros abusivos, tendo sido usados para refinanciamentos com a instituição financeira. Na ação revisional, consta um contrato inicial de empréstimo de R$ 1.396,37 na Crefisa em setembro de 2018, parcelado em 12 vezes de R$ 341. Só R$ 833,27 foram liberados à cliente, no entanto, devido a dívidas anteriores. As taxas de juros foram fixadas em 20,5% ao mês e em 837,23% ao ano. Já o segundo empréstimo totalizou R$ 371,66 em dezembro do mesmo ano, dos quais só R$ 366,15 foram liberados – o pagamento se dividiu em 12 vezes de R$ 93,70. Foram 22% de juros a.m., chegando a 987,22% a.a. O terceiro acordo, assinado em fevereiro de 2019, alcançou R$ 1.452,41, sendo apenas R$ 300,06 liberados à aposentada. As 12 parcelas de R$ 371,81 mantiveram as taxas de juros do contrato anterior. Essa taxa variou de 894,74% a.a. até 1.082,32% a.a. entre os empréstimos. A Crefisa tem sido investigada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). O órgão instaurou um inquérito para apurar denúncias de que a instituição financeira estaria violando o código de defesa do consumidor ao cobrar juros abusivos dos clientes. Via: @Metropoles 📷Cesar Greco




















