
Candidatura bolsonarista dá como certa a prisão de Cláudio Castro. A Polícia Federal não tem dúvida: Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. exerceu papel central na estrutura de poder do estado, com mais influência do que o ex-governador Cláudio Castro. O homem forte da Alerj nomeou os titulares das secretarias de Fazenda, Educação e Assistência Social e das polícias Militar e Civil. Castro se comportou como um boneco nas mãos de Flávio Bolsonaro —que também mandava e desmandava no governo— e aceitou dividir a cadeira e a caneta com Bacellar. Castro, contudo, não abdicou de manobrar a máquina. Jogou fora R$ 2,6 bilhões do Rioprevidência ao investir em fundos controlados por Daniel Vorcaro, o "irmãozão" de Flávio. A PF acusa o ex-governador de facilitar operações fraudulentas da refinaria Refit, de Ricardo Magro, maior sonegador de impostos do país. (Folha)



















