Mosaico do Everton Ribeiro foi estendido na entrada dos times na Fonte Nova.
Homenagem ao atleta que se curou de um câncer na tireóide.
Muito merecida! 🇳🇱👏
@CharlaPodcast Um grande time, com um elenco recheado, mesmo qdo jogal mal ou qdo tem menos oportunidades, tem chances de vencer. O Bahia precisou se doar mais, correr e combater mais por jogar em casa, fez mais esforço e o Palmeiras, na rotação baixa,usou da qualidade individual e venceu.
Arbitragem constrangedora.
David Duarte inteiro na bola para cortar de cabeça, sofre um claro empurrão de Gustavo Gómez e, mesmo assim, Lucas Casagrande — que sim merece os holofotes — ignora completamente. Inacreditável.
Mais um que veio mandado. Assim como no jogo passado, hoje novamente nos operaram dentro de casa.
Meu pai passou 3 dias com soluço persistente... Foi na emergência do hospital 2x, fez exames e os médicos disseram q não era nada e não tinha remédio pra isso... Meu pai agoniado foi na farmácia e pediu um remédio pra soluço a atendente e foi a "solução"
@TricolorMen@jluka905@ArenaRubroECV@italoliveira Que garantia? Quem gerencia o investimento é o próprio investidor, todo o lucro volta pra ele. O valor do investimento não é proporcional ao patrimônio do clube, nem ao seu valor de mercado. O investimento depende da ambição do investidor. Ronaldo investiu “só”400 mi no Cruzeiro
@Raamoreira@jluka905@ArenaRubroECV@italoliveira Investidores, investem com garantias, é por isso q patrimônio, plantel até de base, dividas... tudo entra no bolo. O Fortaleza até hoje espera o investidor q não seria o sócio majoritário...
Após Neymar dizer em entrevista que o árbitro Sávio Pereira Sampaio "acordou de chico", Belle Suarez critica fala do atacante do Santos no Redação sportv: "Completamente desnecessária".
📸 Agif
#futebol#neymar#redacaosportv
O maior erro de um chefe de quadrilha é o planejamento. LuLadrão não combinou, decidiu sair do script e não sabia onde enfiar a cara.
Assim descobrimos que o desgoverno do LuLarápio deu 400 milhões pra CULTURA de Camaçari, Município na Bahia.
Ontem, uma deputada fez blackface na tribuna da ALESP.
E os jornais reportaram “deputada faz blackface para atacar Erika Hilton”. Sim, ela queria me atacar, mas a manchete não é 100% verdade.
A deputada também fez isso porque ela queria cometer racismo na tribuna da ALESP.
Ela pegou todo o histórico de crueldade, de dor, de luta e a própria identidade da população negra e disse que é o mesmo que uma tinta.
Mas esse argumento dela, que a existência de mulheres trans é uma mentira comparável ao blackface, a uma tinta, e a nossa luta por dignidade e uma vida menos cruel é uma farsa, podia ser feito sem o blackface.
Sim, continua sendo um argumento anticientífico, transfóbico, racista e criminoso. Mas ela QUIS fazer o blackface.
Ela fez o que fez porque ela quis ofender. Porque, perto das eleições, ela quer ser lembrada. Ela quer ter um título. Ela quer ser a deputada que fez blackface.
No momento em que o governo Tarcísio de Freitas, aliado dessa deputada, está simplesmente dilacerando o orçamento de defesa da vida das mulheres, ela precisa fingir que se importa com as mulheres.
E, pra isso, ela atacou as mulheres trans e as pessoas negras. Tentou colocar algumas das pessoas que mais sofrem com a falta de políticas públicas umas contra as outras.
No momento em que o povo está cobrando o fim da escala 6x1, o fim da misoginia nas redes, a redução do ICMS dos combustíveis e tantas outras coisas, resta à direita, que não quer nada disso, fazer um grande circo.
Resta a eles serem criminosos. Falarem pro eleitor “olha, em tudo que melhora a sua vida, eu não vou poder te representar. Mas, se você quer piorar a vida das pessoas negras, das pessoas trans e das mulheres, ecoarei a sua voz!”.
E ela queria o ganho político de ter um confronto comigo. Aqui, não funciona assim. Aqui, ela não terá nome, e seu único título será o de racista e criminosa.
Mas atenção ela ganhou. Nos atentamos à sua documentação e descobrimos: a racistinha fez blackface no registro eleitoral. Ela é uma farsa ambulante que ajudou seu partido a cumprir as cotas de candidaturas negras e tirou o espaço de uma mulher negra, que ela mesma finge querer proteger.
E isso, assim como o blackface, é crime. Um crime que causa perda de mandato e de direitos políticos. E é isso que estamos denunciando à Justiça Eleitoral.
O objetivo dela era nos dividir e ter ganhos políticos. No fim, isso só nos uniu e mostrou que a misoginia, a transfobia e o racismo andam lado a lado. E nós também devemos andar lado a lado contra quem rouba nossos direitos.