Raíza

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@RaizaMSilva

Recife, Brasil Katılım Temmuz 2009
41 Takip Edilen34 Takipçiler
karla♟️
karla♟️@kxtuitta·
Gente, coloquem gírias que usam no estado de vocês que só quem mora no estado conhece. eu começo: da rata não
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Lee ✨ Realities & Memes
Lee ✨ Realities & Memes@leereality·
@kxtuitta Basicamente rebolar aqui no Ceará também significa Jogar. No mato é como se fosse o Lixo (as pessoas antigamente usavam o mato como lixo). Quando um objeto não presta mais você rebola no mato.
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@outkylies Ué, eu só como o q gosto. Eu iria morrer então? O corpo dos meus sonhos é o sem dor, mas morto n sente dor TB neh?
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alice
alice@outkylies·
Você pode ter o corpo dos sonhos hoje,
mas nunca mais comer o que gosta. Aceita?
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@libert1nna Não cabe mais ninguém e o povo continua vindo pq se encanta com vida de turista, e estão só ajudando a destruir a cidade p quem é daqui. Lutar com a gente p melhorar as coisas não querem...
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Libertina
Libertina@libert1nna·
o que mais te estressa na cidade onde você mora?
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@elvisccb @mariguilherme Aqui onde moro bater toalha não é isso não. É literalmente pegar ela e bater forte na pedra do tanque umas boas 10x. É muito gostoso de fazer se vc imagina a cara de alguém q vc n gosta 😂 Elas ficam bem limpas e macias. Essa outra é sacudir
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Jaelvis
Jaelvis@elvisccb·
@mariguilherme Sim, sacudir elas umas 3 ou 4x. E, de preferência, não secar diretamente expostas ao sol. Recomendo uso nos panos de microfibra que vendo. Tem uma explicação, vou enviar o link que acho mais objetivo falando sobre isso: correiobraziliense.com.br/cbradar/por-qu…
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Bree
Bree@mariguilherme·
Vc coloca o vinagre no compartimento do amaciante. Aí vai depender do volume q for lavar: pode ir de meio nível até o nível máximo de vinagre. Se quiser um cheirinho de amaciante, coloque só um tiquinho, tipo uma colher de sopa. Se vc costuma usar amaciante nas suas toalhas, indico fazer uma lavagem extra, tipo um restart kkk. Coloque somente o vinagre no compartimento de sabão e faça um ciclo. Depois, lave de novo colocando sabão na parte de sabão e vinagre no compartimento de amaciante. Esse processo ajuda a tirar a cera que o amaciante criou nos fios.
Nati. 🪼@NatiiLuiiza

@mariguilherme Você tem uma receita de como lavar as toalhas para elas ficarem macias???

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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@kxtuitta Eu n sou homem, mas pudim é muito bom. É doce sem ser enjoativo, então você come um inteiro sem nem sentir. A textura é perfeita, não é duro nem mole. Pudim de leite é vida 🤤
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karla♟️
karla♟️@kxtuitta·
não tem um homem que eu conheço q a sobremesa favorita não seja pudim… isso é uma regra de vocês?
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@sacha_faria Sou da Paraíba e aqui também falamos assim
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Sacha Faria
Sacha Faria@sacha_faria·
Eu achava que era universal a expressão “de hoje a 8” (próxima quarta-feira) ou “de hoje a 15” (duas semanas exatas). Morando aqui em Brasília, percebi que essa é uma expressão pernambucana, mas sigo com dificuldade de considerar que exista forma melhor que essa.
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@simoes48891 @lazaroth @kaidieosj Ela acabou de falar de aceitação. Eu não comeria pé de galinha q não fui eu q preparei. Mas salsicha sim. Comer uma vez não vai matar não, e é gostoso
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Ginger
Ginger@simoes48891·
@lazaroth @kaidieosj Isso eu entendo. Mas dar salsicha? Serve pé de galinha que tem baixo custo e é nutritivo, mas salsicha? Não é que não faça bem, na verdade faz muito mal.
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semibissexual
semibissexual@kaidieosj·
Algum nutri aqui? Queria saber a justificativa para servirem salsicha como proteína em alguns refeitórios de hospitais
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@Saiko_Shojo @madeinbajor Conheceu ele jogando. Se acha coisa de criança então n devia nem ter começado o relacionamento
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Demoin gaúcho
Demoin gaúcho@Saiko_Shojo·
@madeinbajor É só conversar mais com ela sobre, talvez até introduzir um pouco sobre esse hobby pra ela, faça ela entender e respeitar seus gostos, tem pessoas que acham card game coisa de criança, e ela talvez queira que vc seja mais maduro ? Resolva com ela
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Making of da vida alheia
Making of da vida alheia@madeinbajor·
#bajo37981 Eu não sei responder sua pergunta pq eu nunca entendi isso tbm. Vc se apaixona pela pessoa de um jeito e depois que começa a namorar quer mudar a pessoa e não é só mulher, homem tem muito disso tbm. Eu particularmente, mando pastar.
Making of da vida alheia tweet media
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Raíza retweetledi
Gui 🏹
Gui 🏹@dallagranaaa·
@ErikakHilton "Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato." Você é foda pra caralho, Erika!
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@CrisBernart Depende. Se ela foi morta por ser trans, é transfobia. Se quem matou nem mesmo sabia disso e matou por ser mulher, é feminicidio. N é difícil de descobrir após prender o assassino 🤷🏻‍♀️
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Cris Bernart
Cris Bernart@CrisBernart·
Se uma mulher trans apanhar e for morta, o embate da Erika vai ser transfobia ou feminicídio? Transfobia. É simples saber que as pautas políticas da deputada são as causas trans e lgbtqiapn+, não pautas femininas. E tá tudo certo, cada um ocupa um espaço e todos são necessários.
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@MissCupece @Vitor_Muniz Em caso de doença hormonal pode sim ser conseguido através de processo, mesma coisa p trans, não é um direito q tá lá só esperando ser usado. O problema é q na maioria dos lugares ninguem consegue, seja cis ou trans, muitas cidades nem mesmo tem
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Miss Cupecê 👸🏽
Miss Cupecê 👸🏽@MissCupece·
Eu quero que vocês se lembrem que mulher trans tem direito a DEPILAÇÃO A LASER grátis pelo SUS mas se uma mulher com alta testosterona (barba e bigode) por uma doença hormonal pedir o mesmo direito, é negado e considerado estético.
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@deirozito Lógico q eu sei. Se eu não gosto não existe nenhuma possibilidade de ser delícia p mim. Tô perdendo nada, pq detesto
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deiró
deiró@deirozito·
lamento por vcs que não gostam de ovo com a gema mole vcs n sabem a delicia que tao perdendo
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
É indiscutível que existem pacientes que melhoraram depois de receber polilaminina. Indiscutível. O que deve ser discutido é a atribuição dessa melhora à droga em si. Melhorar depois do tratamento não significa que melhorou por causa dele. O problema é que essa discussão está sendo SILENCIADA, e isso me preocupa muito. Em parte, esse silenciamento ocorre por causa dos posts virais sensacionalistas, que páginas de engagement-farming e influencers estão reproduzindo. Postagens que endeusam a Tatiana Sampaio, dizendo que a pesquisadora "fez tetraplégicos voltarem a andar", estão moldando a opinião pública de uma maneira completamente bizarra. Muitos já estão em uma fase tão avançada do que parece uma lavagem cerebral que, ao se deparar com qualquer questionamento às alegações prematuras (e não comprovadas) de benefícios da polilaminina, entendem que se trata de um "ATAQUE" à divindade Tatiana Sampaio — e partem para ofensas, insinuações e até mesmo ameaças. Fato é que não há (ainda) qualquer comprovação empírica de que isso seja verdade. Não há nenhum estudo ou observação concreta da realidade que nos convença de forma razoável que isso seja verdade. [Vou tentar explicar isso aqui. Já aviso que talvez vc precise dedicar alguns minutos da sua vida para ler e entender. Mas acho que vai ser proveitoso.] "Pq não podemos dizer que polilaminina funciona?" Será possível dizer que "pessoas estão voltando a andar graças à polilaminina" apenas se tivermos certeza que elas NÃO teriam melhorado da forma que melhoraram caso não tivessem recebido a droga. "Mas o que poderia explicar esse retorno de capacidade funcional e redução do comprometimento funcional, que não um efeito da polilaminina?" Muitas pessoas não sabem disso, mas uma lesão medular não é uma sentença. As pessoas não necessariamente ficam "totalmente paralisadas", e as pessoas podem melhorar com o tempo. Vou explicar: Quem sofre uma lesão de medula espinhal é avaliado de acordo com a escala ASIA (American Spinal Injury Association Impairment Scale) para determinar os níveis sensoriais e motores afetados. A escala possui cinco níveis de classificação, que vai desde uma perda completa da função neural na área afetada (ASIA A), sem qualquer função motora ou sensória abaixo do nível da lesão; até até normalidade completa (ASIA E), onde todas as funções do paciente estão OK, sem prejuízo. Isso já ajuda a desmistificar o pensamento "tudo ou nada" do senso comum sobre lesão medular. Na realidade, existem 5 graus de comprometimento: os piores casos são ASIA A, e os menos piores ASIA C/D. Mas o mais importante aqui é entender que as pessoas que sofrem lesão medular podem, sim, melhorar o seu grau de comprometimento inicial. (Sim, até mesmo pessoas com "lesão completa", que são as que estão recebendo polilaminina. Mesmo nesses casos, não é raro ver progressão.) Primeiro: existe uma taxa de conversão não-trivial de pacientes com 'lesão completa' (ASIA A) para lesão incompleta (ASIA B, C ou D) mesmo sem receber tratamento algum. Dados da literatura mostram que isso ocorre com até 15% dos pacientes. [Lembrando: "taxa de conversão" é a proporção de pessoas que inicialmente estão em uma categoria de gravidade (p. ex., ASIA A) e, com o passar do tempo, passam para outra categoria (p. ex., ASIA B).] Mas há uma taxa de conversão maior ainda na presença do tratamento usual padrão ouro: imobilização e primeiros socorros imediatos, minimizar lesões secundárias (com otimização hemodinâmica e cirurgia de descompressão precoce) e fisioterapia intensiva precoce. Dados da literatura mostram que, nesse cenário "ótimo", a conversão de ASIA A para ASIA C/D pode acontecer com até 40% dos pacientes. Se não houvesse QUALQUER conversão... Se os pacientes inicialmente classificados como "ASIA A" definitivamente NÃO recuperassem qualquer capacidade motora ou sensória... Não precisaríamos de estudo algum. Bastaria aplicar polilaminina em alguns pacientes e ver o que acontece. Caso melhorem, as únicas explicações seriam: 1) um milagre sobrenatural, ou 2) a polilaminina conseguiu reestabelecer as conexões sinápticas perdidas, causando ganho de função que caso contrário com certeza não teria sido possível e viabilizando uma conversão sem precedentes de "ASIA A" para "ASIA B/C/D", que seria impossível acontecer na ausência de um tratamento eficaz. Mas isso simplesmente não é verdade, como agora você sabe. As pessoas recuperam função sim, mesmo os casos de lesão completa (ASIA A). Existe um problema adicional, no entanto... Pacientes inicialmente classificados com lesão completa (ASIA A) são, na realidade, frequentemente pacientes com lesão incompleta (ASIA B/C/D). Em outras palavras: muitas pessoas recebem um "diagnóstico" errado. Paciente chega no hospital, o profissional encarregado de conduzir os testes da escala ASIA faz os procedimentos necessários e chega na conclusão de que é ASIA A, quando na realidade não é. [Por sinal, nada disso é especulação minha, está tudo bem documentado na literatura. Existe um grande overdiagnosis de 'lesão completa', que pode chegar a 20-40% dos casos. Isto é, até 40% dos pacientes com 'ASIA A' são re-classificados como 'ASIA B, C ou D' quando o exame é repetido posteriormente!] Esse "erro" não é incompetência. Esse erro de classificação ocorre devido a dificuldades no exame físico nas primeiras horas/dias desde o evento traumático que originou a lesão medular. 1. Choque espinhal: uma fase transitória de arreflexia (ausência completa de reflexos musculares), que pode levar dias e até semanas para resolver. De maneira geral, muitas 'lesões incompletas' podem parecer 'lesões completas', pois os reflexos e sensações sutis estão temporariamente prejudicadas. Cabe destaque aqui à ausência de reflexo bulbocavernoso, que é sugestivo de lesão completa. Mas se a ausência deste reflexo é por causa do choque espinhal (e não por causa da lesão em si), estamos classificando o paciente com ASIA A (lesão completa) incorretamente. Nesse caso, uma melhoria posterior é completamente esperada, e pode perfeitamente não ter sido causada pela polilaminina, mas sim pela resolução do choque espinhal. 2. Edema: esse é mais intuitivo, qualquer lesão gera inflamação e edema. Nas primeiras horas/dias, é muito difícil descartar a possibilidade de que o edema e prejuízos temporários em neurotransmissores estejam mascarando uma função neurológica que, no fundo, está preservada. Esse é mais um fator que enviesa a avaliação inicial na escala ASIA, fazendo com que o operador "erre pra cima", e diga (incorretamente) que pacientes com 'lesão incompleta' têm 'lesão completa'. É por isso que as diretrizes da área sugerem cautela na determinação do diagnóstico/prognóstico do paciente com lesão medular dentro dos primeiros 7-10 dias. Qualquer avaliação de grau de comprometimento é muito incerta. Muitas vezes é prudente deferir uma classificação definitiva antes da resolução completa do choque espinhal, registrando "grau de comprometimento indeterminado" ou, ao menos, registrar 'ASIA A' como uma "lesão presumivelmente completa". Infelizmente, entretanto, muitos pacientes são rotulados com 'ASIA A' sem essas nuances. Ou seja: quem diz para um paciente com lesão medular que acabou de chegar no hospital que ele "nunca mais vai voltar a andar" tem grande chance de estar contando uma inverdade, dando uma notícia ruim desnecessariamente. Mas não dá pra dizer que esse erro não é conveniente. Muitos médicos podem preferir classificar a lesão como mais grave do que ela realmente pode ser por uma questão de cautela, porque preferem não criar muita expectativa no paciente. Em contrapartida, se o médico diz que o paciente "nunca mais vai andar" e o paciente volta a mexer um pé semanas depois, isso é frequentemente visto como algo positivo, podendo ser interpretado até mesmo como um "milagre" médico (mesmo que, na verdade, tenha sido apenas uma correção do diagnóstico inicial de comprometimento que foi superestimado). "Ok, entendi tudo... mas ainda não enxerguei como exatamente isso é relevante para saber se polilaminina funciona" Na prática, isso tudo importa porque polilaminina é aplicada justamente dentro das primeiras 72 horas desde o evento que originou a lesão medular. Muitos pacientes, como o Bruno Drummond, receberam a polilaminina em menos de 24 horas. Isso significa que aplicação da polilaminina é feita no momento em que a situação do paciente é extremamente incerta: não temos certeza se é lesão completa mesmo, não sabemos qual é o verdadeiro grau de comprometimento funcional. Então o paciente pode melhorar em poucos dias/semanas depois de receber polilaminina, com uma progressão excelente, que você não esperaria para uma 'lesão completa' — mas que, no fundo, é uma recuperação que já ocorreria de qualquer forma devido à resolução dos desarranjos neurológicos temporários (p. ex., choque espinhal/edema) e, claro, o tratamento padrão ouro que foi aplicado de forma rápida e com alta qualidade, em um centro especializado, como foi o caso de Bruno Drummond. Em suma: Para saber se polilaminina funciona mesmo, precisamos garantir que a melhoria que estamos observando nos pacientes definitivamente NÃO FOI causada por (1) melhorias reais devido ao tratamento usual padrão ouro ou (2) correção do erro de classificação inicial. E a única forma de garantir isso é com estudos científicos experimentais em humanos. Especificamente, precisamos que esse estudo seja um 'ensaio clínico controlado aleatorizado'. Devem ser recrutados indivíduos com lesão medular aguda nas últimas 72h, inicialmente classificados como lesão completa ('ASIA A'). Conforme os protocolos iniciais do grupo de pesquisa da Tatiana, a localização da lesão deve ser entre C4 e T12, e os pacientes todos têm que ter indicação de cirurgia de descompressão medular e/ou fixação da coluna vertebral — pois a aplicação da polilaminina é feita durante essa cirurgia. Metade dos pacientes recrutados serão sorteados para cair no grupo intervenção (polilaminina) e a outra metade para o grupo controle (que pode receber placebo, por exemplo). Ambos grupos devem ser tratados de forma idêntica e acompanhados ao longo dos meses/anos. Se houver maior e/ou mais rápida recuperação funcional no grupo intervenção, então saberemos que polilaminina é eficaz (e poderemos inclusive estimar qual é o tamanho de sua eficácia). Em contrapartida, se não houver diferença importante na recuperação funcional entre os dois grupos, saberemos que o tratamento—infelizmente—não é eficaz. "Ok, mas os pesquisadores certamente já sabem disso e vão fazer as pesquisas, certo?" Teoricamente, sim. Normalmente é isso mesmo que acontece. Mas normalmente, para 99% dos tratamentos, a percepção pública é NEUTRA. Os pacientes normalmente não têm motivos para acreditar que o tratamento funciona. Ele confia no cientista que diz que há uma genuína incerteza em relação à eficácia e segurança do tratamento, e por isso estão conduzindo um ensaio clínico randomizado. Por isso, os pacientes normalmente tendem a topar participar do estudo e aceitam ter 50% de chance de serem sorteados para receber tratamento ou placebo. No entanto, a propaganda massiva, exagerada e enganosa que está sendo feita nas redes sociais está fazendo com que muitas pessoas acreditem que o tratamento com certeza funciona — ou que, ao menos, a probabilidade de funcionar é enorme. Essa percepção é um problemão, pq muitos pacientes podem NÃO QUERER participar dos ensaios clínicos. Afinal, em um estudo há apenas 50% de chance de receber polilaminina. Se a chance de receber o tratamento por via judicial (ou outras vias) é maior, isso significa que muitos pacientes vão evitar os ensaios clínicos. E o que acontece quando os pacientes evitam ensaios clínicos? 1. Os estudos demoram mais para chegar no número necessário de participantes 2. Os estudos demoram mais para serem finalizados 3. O medicamento demora mais tempo para ter o seu perfil de segurança e eficácia definido 4. O medicamento demora mais tempo para ser aprovado pela ANVISA (caso seja eficaz e seguro) 5. O medicamento demora mais tempo para chegar no mercado e no SUS, o que significa que milhares de pessoas com lesão medular aguda que poderiam ter sido beneficiadas perderão a janela de oportunidade para receber um tratamento que poderia mudar o rumo de suas vidas. "Só" isso. Isso é o que está em jogo por causa de pessoas e instituições irresponsáveis (ou com segundas intenções) que decidiram fazer uma grande campanha de marketing divulgando informações enganosas, induzindo a opinião pública ao erro. Eu espero MUITO, de coração, que os ensaios clínicos randomizados sejam feitos. Que sejam bem feitos, que o grupo de pesquisa receba verba, receba apoio financeiro e apoio intelectual para conduzir esses trabalhos. Que esses estudos não sejam atrasados por dificuldades no recrutamento E que a desinformação que estamos vendo não acabe prejudicando a vida de pessoas que poderiam se beneficiar da polilaminina, caso o medicamento se demonstre eficaz mesmo — que é o que todos nós queremos que seja verdade. Obrigado pela leitura.
Igor Eckert tweet media
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@satanadomina Pelo preço daqui, só de morango tem 60 reais 😂
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@heiiMaah @juyonggie Para mim eles só perdem p linha sensi da Jequiti. São maravilhosos demais, cheirinho q fica na pele e muito hidratantes, uma delícia
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Ju
Ju@juyonggie·
a regra é clara: perfume: eudora e boticário sabonete: boticário hidratante corporal: natura óleo corporal: natura body splash: natura creme de mãos: natura maquiagem: boticário
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@lscec22 Pão francês quentinho 🤤
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soares ᶜᵉᶜ
soares ᶜᵉᶜ@lscec22·
cite apenas 1 acompanhamento pra comer com isso aqui:
soares ᶜᵉᶜ tweet media
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Raíza
Raíza@RaizaMSilva·
@TiaKets @choobis Só se usarem o grau do momento e não o do laudo. Pq um nível 1 em crise o mais inteligente é passar na frente do nível 3 q esteja de boa, por ex... Pq se um entra em crise a chance dos outros entrarem TB é grande Nesse caso o ideal é ir vendo como estão mesmo...
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Café com Corticóide.
Café com Corticóide.@TiaKets·
Lá na firma meu público é de idosos em sua maioria. Aí esses dias apareceu uma pessoa com tuberculose e eu passei na frente, lógico, não ia deixar na recepção com 20/25 pessoas num ar condicionado. Atendi e mandei logo pra casa. Recebi uma onda de reclamações, fiquei calada, a recepcionista explicou o que era e o álcool acabou na mesma manhã.
cardoso@Cardoso

A princesa acha que ser prioridade significa que ELA, o Centro do Universo, é a única prioridade que existe.

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