
Raphael Silva
599 posts







Quem quer mudança de verdade precisa começar dando exemplo. O Romeu Zema abrir mão do Alvorada mostra exatamente isso: os cortes de gastos em Brasília têm que começar de cima e se estender ao resto da máquina pública. Chega de político vivendo como rei às custas do povo.








A entrevista do Flávio para a Globo foi um verdadeiro festival de “não sabia”, “não sei” e “não tenho conhecimento”, "isso foi o Eduardo". Só que no meio dessa tentativa desesperada de escapar do assunto, ele acabou confirmando justamente o ponto mais grave da história: o dinheiro foi parar em um FUNDO no Texas controlado pelo Eduardo Bolsonaro junto com um advogado de IMIGRAÇÃO 🤡. E aí começa o absurdo... O fundo que supostamente receberia recursos para financiar O FILME está nas mãos de um advogado de imigração e o DUDU, mesmo assim, segundo a produtora ainda não recebeu o pagamento. Então a pergunta é simples: Se o dinheiro era para o filme, por que foi parar em um fundo no Texas controlado pelos Bolsonaros, e NÃO foi direto para a PRODUTORA? E se os R$ 60 Milhões estão lá, por que a produtora segue sem receber? No fim das contas, a única coisa que a entrevista esclareceu foi o destino do dinheiro: Texas, fundo privado e controle da própria família Bolsonaro. Outro momento constrangedor foi quando Flávio tentou citar a SEC como se isso resolvesse alguma coisa. Isso não faz o menor sentido. A SEC fiscaliza questões regulatórias e financeiras do fundo, não a finalidade moral, política ou contratual do dinheiro. A SEC não está ali para verificar se o recurso era para um filme, campanha política, offshore ou qualquer outra articulação paralela, mas FOI JUSTAMENTE o que o Flávio quis passar: A SEC está fiscalizando o fundo, como se ela FOSSE SABER A FINALIDADE do fundo (O FILME). 😅🤡 Foi uma tentativa evidente de jogar uma sigla americana no meio da entrevista para parecer que existe algum selo de legitimidade automática. NÃO EXISTE! Outro detalhe gritante foi a contradição constante entre “não sabia” e o nível de envolvimento revelado nos próprios áudios. Em vários momentos, Flávio tenta se colocar como alguém distante da operação, e o Eduardo é quem sabe mais, quem está mais envolvido, mas ao mesmo tempo admite conversas, cobranças e articulações diretas relacionadas ao dinheiro e ele. Não dá para alegar desconhecimento enquanto participa das tratativas com tanta força. A sensação final da entrevista foi simples: ninguém explicou por que o dinheiro saiu do Brasil, e foi parar em um fundo controlado por pessoas ligadas à família Bolsonaro, ninguém explicou por que a produtora não recebeu NADA do dinheiro do Vorcaro, e ninguém explicou qual era exatamente o papel político e financeiro dessa estrutura toda. E pior, POR QUE NEGARAM ISSO, QUANDO SURGIU O ASSUNTO? APENAS tentaram empurrar “SEC” e “não sabia” como se isso encerrasse o assunto, e NÃO ENCERROU!



































