Desiree Rugani@desireerugani
Isso não é sobe BBB
Estou acompanhando o Big Brother Brasil só por cortes há uns cinco dias e, sinceramente, já deu pra entender muito sobre o comportamento humano.
Porque o que está acontecendo ali não é aleatório.
Tem engenharia psicológica clara.
Vou usar como exemplo a Ana Paula Renault.
O comportamento dela é estratégico.
Como já conversamos no post anexado ( leia!) Ela cria um jogo moral com regras só dela
Quando ela se assume “vilã”, acontece algo muito específico:
Ela se libera de qualquer obrigação ética.
Ao mesmo tempo, empurra automaticamente os outros para o papel de “bons”. Ela imputa a eles esse papel medo que eles não queiram e nuns tenham dito isso.
Mesmo que eles nunca tenham pedido isso.
O cowboy falou claramente:
“não sou bom moço, sou jogador”.
Mas isso não importa.
Na lógica dela, e do público que entra nesse script, funciona assim:
se o outro é “bom”, então não pode xingar,
não pode reagir,
não pode levantar a voz,
não pode provocar.
Ela pode tudo.
Porque já avisou que é vilã “não vim para defender a moral e os bons costumes “ ela disse. Assim ela jogou a espectativa do público sobre ela lá em baixo.
Isso é assimetria moral pura:
ela joga sem freio, enquanto exige freio dos outros.
Como acontece? Ela provoca, espera reação e vira vítima
O ciclo é sempre o mesmo:
Ela cutuca.
Ironiza.
Provoca.
Fala palavrão.
Humilha.
A pessoa responde.
Aí vem o teatro:
“olha como são agressivos, a máscara de bom moço vai cair”
( isso me Leva a crer que ela sabe exatamente o que está fazendo em se colocar como vilã e colocar eles no papel de os Bons apenas para poder apontar o dedo para qualquer “falha” humana que ele tenham)
Aí quando tem uma reação a altura das provocações dela, Ela se descontrola.
Quando alguém aponta um fato sobre ela, ela não debate, ela provoca de volta e depois entra em modo:
Ofendida
Confusa
Emocional
Por quê?
Porque emoção cancela lógica.
Quem está assistindo para de prestar atenção no conteúdo da crítica
e passa a focar no estado emocional dela.
É desvio de foco.
E aí ela se coloca de forma bem elegante como “Vítima” .. mas de quê, exatamente?
Ela escolheu estar ali.
Aceitou as regras.
Sabe que é jogo.
Então vítima de quê?
De provocações igual ela mesma faz?
Não é vítima. É vitimização estratégica.
Ela usa o papel de vítima como ferramenta de poder.
Isso gera a empatia do público,
culpa nos adversários
medo de reagir
autocensura coletiva
Resultado: ela passa a dominar o ambiente.
E ainda tem outro detalhe importante:
ela sabe que não tem grandes chances de ganhar provas.
Então o jogo vira outro.
Ela se encosta na “tia Milena”, deixa lavar, cozinhar, limpar, organizar enquanto recebe tudo pronto, inclusive apoio emocional e ajuda nas provas.
Então se alguém aponta esse comportamento ela não quer que a Tia Milena perceba a manipulação, se não, afinal quem Vai fazer essas coisas por ela?
Ela terceiriza.
Constrói dependência.
É um tipo de jogador que não vence pela força vence pelo desgaste psicológico dos outros ou pela fraqueza psicológica do outro.
A Milena agrada servindo, então ela serve a an ana Paula que acusa todo mundo se não fazer nada, mas ela mesma não lava nem as próprias calcinhas.