Brazilians are becoming less tolerant of their top court’s domineering ways. We explain how the justices can earn back trust from voters economist.com/leaders/2026/0…
Thousands of supporters of Brazil's former President Jair Bolsonaro demonstrated in cities across the South American nation on Sunday, as organizers hoped to build momentum for a right-wing victory in the upcoming presidential elections. trib.al/H4SbVJX
Carta Aberta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
28 de fevereiro de 2026
Presidente Lula (@LulaOficial),
A recente nota do Ministério das Relações Exteriores (@ItamaratyGovBr) condenando ataques contra o Irã não é apenas um posicionamento diplomático circunstancial. Ela expõe um padrão. Mais precisamente, o seu.
E padrões importam.
Em 1979, em entrevista à revista Playboy, o senhor não foi provocado a comentar Adolf Hitler. O senhor próprio trouxe o nome. Disse que, embora “errado”, ele tinha “aquilo que eu admiro num homem: o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer”. Na mesma resposta, citou o aiatolá Ali Khamenei, Fidel Castro e outros líderes autoritários como exemplos de dedicação.
O senhor fez a ressalva de que não concordava com a ideologia.
Mas, passados 47 anos, essa ressalva perde força diante dos fatos. Quando escolhas diplomáticas reiteradas caminham na mesma direção daqueles exemplos citados no passado, a distinção entre “não concordar com a ideologia” e manter alinhamentos políticos concretos torna-se, na prática, difícil de sustentar.
Alinhamento não é apenas concordância ideológica explícita. É também escolha de referência. Escolha de exemplo. Decisão sobre quem simboliza virtude política.
Quando se apontam líderes autoritários como modelos de “determinação”, a mensagem não é neutra. A determinação, nesses regimes, não é qualidade abstrata: é o mecanismo pelo qual se impõem revoluções, se consolidam ditaduras e se silenciam dissidentes.
E havia — e há — exemplos do outro lado. Democratas que transformaram seus países com firmeza sem destruir instituições. Determinação não é monopólio de regimes totalitários.
Em 1979, o Irã vivia a consolidação de uma revolução teocrática que hoje, 47 anos depois, vemos contestada nas ruas por mulheres, jovens e opositores que arriscam a vida. Ainda assim, naquele momento, o senhor mencionava com admiração a liderança que simbolizava aquele novo regime.
Quase meio século se passou.
Hoje, novamente no exercício da Presidência, o senhor mantém relações próximas com o Irã, envia autoridades de alto escalão a Teerã, sustenta diálogo político frequente e, diante de uma escalada regional que envolve diretamente o financiamento iraniano a organizações como Hamas e Hezbollah, emite uma nota que condena reações sem contextualizar a origem estrutural da agressão.
É impossível não perceber a continuidade.
O discurso pode ter mudado de tom. A lógica permanece.
O Irã reprime brutalmente seu povo, persegue mulheres por desafiarem imposições religiosas, executa opositores e financia grupos que operam deliberadamente contra civis. Ignorar esse contexto ao condenar ações militares não é neutralidade diplomática — é escolha política.
O senhor afirmou, em 1979, que não admirava ideologias, mas a determinação. No entanto, quando a diplomacia brasileira se aproxima reiteradamente de regimes autoritários, relativiza suas práticas e emite notas que omitem o contexto estrutural das agressões que promovem, a antiga ressalva deixa de ser convincente.
A determinação de líderes autoritários não é virtude isolada; é a força que sustenta estruturas de opressão. Reconhecê-la como qualidade admirável, ainda que com ressalvas, transmite uma mensagem inequívoca.
Hoje, 47 anos depois daquela entrevista, ao observar sua política externa e a nota oficial emitida pelo Brasil, a sensação é de que pouco mudou na forma como o senhor enxerga regimes que se colocam contra democracias liberais.
A história oferece oportunidades de revisão. De amadurecimento. De ruptura com referências equivocadas.
O Brasil merece uma política externa que não apenas condene formalmente a violência, mas que reconheça com clareza quem a fomenta sistematicamente.
Neutralidade seletiva é posicionamento.
E posicionamentos revelam convicções, Presidente.
Today I designated Iran as a State Sponsor of Wrongful Detention. For decades the Iranian regime has cruelly detained innocent Americans and citizens of other nations to use as political leverage. Iran must end this abhorrent practice and immediately free all unjustly detained Americans.
GOVERNO DO BRASIL CONDENA ATAQUES AO IRÃ | O governo do Brasil condenou e manifestou grave preocupação com os ataques realizados neste sábado (28/2) por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã.
URGENTE. Lula es una verguenza mundial. Ahora condena el ataque de Estados Unidos e Israel contra los ayatolas de Irán. El presidente de Brasil esta furioso porque atacan a sus amigos criminales. No defiende la libertad ni la democracia sino el terr*rismo.
san.fic (s.f.)
1. fanfics de #TudoPorUmaSegundaChance inventadas por vocês e realizadas por nós
2. pequenas obras onde a gente resolve os grandes dramas da telinha
amanhã a nossa primeira #sanfic lá no meu perfil do TicoTeco #SantanderNaNovelinha
Alexandre de Moraes jailed Bolsonaro supporters — and the country responded with symbolic protests that changed nothing.
He censored social media, reached into the U.S., and even targeted Americans — and the country held a few marches, then went home.
He turned Bolsonaro ineligible to run for office over excuses that are universally considered pretextual — and the country grumbled.
2% Alcolumbre blocked more than 20 impeachment requests against Moraes — and despite a day of outrage, nothing truly moved.
Moraes swiftly convicted Bolsonaro — there were gatherings, yes, but far too small to shift power’s calculation.
2% Alcolumbre then froze the amnesty law in Congress — and again, only isolated demonstrations followed.
Now Bolsonaro is thrown into preventive prison — and the reaction remains noise online, small crowds in the streets, and the powerful learning the same lesson every time.
If the population answers historic abuses with symbolic gestures, the system learns it can escalate without consequence.
Um incêndio foi registrado nesta quinta-feira (20) em um dos pavilhões da COP30, em Belém (PA). Pessoas que estavam no local foram retiradas por ordem das equipes de segurança.
O incidente ocorreu na “Blue zone”, área conhecida como Pavilhão dos Países, onde se reúnem os negociadores oficiais dos governos. A energia elétrica foi cortada em toda a área interna do pavilhão.
Até por volta das 14h30, não havia informações sobre a origem das chamas. O Corpo de Bombeiros atuou no local para controlar o foco e avaliar os riscos. Não há registro de feridos até o momento.
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#JPnaCOP30#COP30#Incendio#JovemPanNews
Sou o José
Enfermeiro, marido da Tarcilia, pai do Luiz , amante da natureza, das trilhas, da alegria e das festas 🥳.
Recentemente sofri uma lesão na coluna, em T10, e fiquei paraplégico. Estou enfrentando esse novo desafio com fé e força, em processo de reabilitação.
Estou rifando meu carro pela segunda vez — na primeira, o ganhador, num gesto lindo, devolveu o prêmio para que fosse sorteado novamente. 💙
Sou imensamente grato a todos que têm me apoiado nesse momento.
“Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.”
— Provérbios 17:17
#Gratidão #Fé #Reabilitação #Força #AmorAoPróximo
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