Rhomayne

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Rio de Janeiro, RJ Katılım Temmuz 2009
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
Diante da crise econômica que ele mesmo aprofundou, o Governo Lula acaba de aprovar um Projeto que corta recursos de pessoas idosas, autistas e diversas pessoas com deficiência. Em vez de cortar os supersalários do funcionalismo público, diminuir os 39 Ministérios, reduzir os gastos bilionários com viagens internacionais luxuosas, Lula preferiu tirar dinheiro dos mais pobres e vulneráveis que ganham até R$ 1200 reais de benefícios. Aos que ainda chamam isso de “governo dos pobres”, lembrem-se deste dia.
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TANTO
TANTO@tantotupiassu·
Uma fofoca antiga aqui: Não sei se vocês sabem, mas Zeus, o pai dos Deuses na mitologia grega, era um safadinho. De vez em quando ele queria fornicar com alguma mortal, e não media esforços pra isso. Por exemplo, uma vez ele quis pegar uma dona de nome Alcmena.
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Rhomayne@Rhomayne·
Descobri que não dá pra fazer cambalhota no sonho. Sonhei que estava ensinando as crianças a darem cambalhota, mas eu não conseguia completar uma 🫠
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Rhomayne@Rhomayne·
Cantar axé music, AXÉ MUSIC saudando Cristo?
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Cuidado com o amanhã, ele tem a estranha mania de ser tarde demais
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Confesso que eu ainda escuto poesia acústica 5. Olha nos meus olhos e vem…
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Ela é carioca
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O carioca que não for botafoguense hoje, tá maluco
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Está oficialmente fechada a temporada de “vamos nos permitir”. Agora vamos nos limitar.
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Dps d passar a semana falando inglês, com um grupo de indianos(sim, eles tinham o típico sotaque fortíssimo) agora no ônibus voltando pra casa as 5 da manhã, dois colombianos falando alto pra porra no ônibus atrás de mim, fui lá e comi no esporro em espanhol. A trilingue é ela!
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Não fez mais que a obrigação
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Tem tempo que não durmo tão bem, mas acordar 5:50 no domingo é foda hein
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São bizarras as coisas que eu consigo viver e não conto pra ninguém. As vezes da vontade de abordar um doidin na rua só pra contas as fofocas que eu vivo. 🤣 As viagens que eu faço, as pessoas que eu conheço as situações que eu vivo. As vezes nem eu acredito 🤣
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É benção demais.
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Tropa do acorda cedo no domingo
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Deve ser o inferno astral. Odeio meu aniversário
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Some days it’s so tough that I don’t even know how to breathe. This endless pain feels that will kill me. Sometimes I wish that happen I can’t deal with it anymore
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O dia tá chegando
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Barbara Gancia
Barbara Gancia@barbaragancia·
Um dos episódios mais ultrajantes da história das Olimpíadas e também da luta pelos direitos de uma minoria, porque partiu do lado daqueles que dizem ser seus defensores. A minoria, neste caso, são as feministas. A lutadora italiana Angela Carini, que abandonou o ringue contra a atleta da Algéria, Imane Khelif, depois de 46 segundos de luta, passou iminente risco de vida, num episódio extremo, de um roteiro que já havia sido amplamente previsto, alardeado e desenhado de antemão. Como homossexual, falo também em nome de gays, lésbicas e pessoas que não se enquadram nas limitações de gênero impostas por uma sociedade que insiste em usar a biologia como parâmetro para limitar o comportamento e as liberdades civis. Há muita gente na minha comunidade que pensa como eu. Uma delas é a tenista Martina Navratilova, a primeira superatleta de fama mundial a sair do armário e se declarar homossexual publicamente. Martina pagou um preço altíssimo por optar pela verdade. Ela vem se manifestando publicamente contra a presença de “corpos masculinos em modalidades femininas” a fim de evitar justamente essa insanidade que está acontecendo em nome de uma diversidade nonsense, tirania delirante, cujo resultado prático só acaba gerando ainda mais impopularidade contra a minoria de gênero, que é simplesmente a mais visada, agredida, marginalizada, a que sofre a maior quantidade de brutalidades e, por exemplo, assassinatos por motivo fútil em nosso país. Veja: a diversidade é extremamente desejável. Mas como pode haver diversidade na competição esportiva, quando a mulher sempre leva desvantagem para os homens nos quesitos força e velocidade? No caso, aqui, dessa luta olímpica, a indignação quanto ao ocorrido tem nada a ver com discriminação de gênero. Estamos falando de uma atleta de sexualidade biológica indefinida, dupla (hermafrodita), que tem um testículo interno e produz níveis de hormônios muito além que qualquer mulher e isso lhe conferiu um corpo com ossos e conformação muscular muito diferente de qualquer mulher após a puberdade. Ou seja, um corpo que mantém indelével as características da constituição física desenvolvida com níveis de testosterona masculinos. Trata-se de uma atleta que falhou em dois testes para determinar sexo, que já foi banida em competições internacionais por ter níveis de testosterona incompatíveis com aqueles exigidos para competir ao lado de mulheres e que antes da conclusão do primeiro minuto de contenda com a italiana deu-lhe um soco tão poderoso que a fazer temer pela vida e desistir da luta. Ela deve ser respeitada na sua identidade feminina, deve ser protegida pela lei, devem lhes ser conferidos direitos iguais a todos os outros cidadãos? É evidente quem sim. Mas, terá ela restrições impostas por conta de sua situação fisiológica? Sim. Porque, infelizmente, sua condição estabelece uma vantagem que a tira do pé de igualdade com outras atletas. E essa condição não é ter pernas mais longas, ser mais ágil, ou ter punhos mais avantajados. É ter um órgão sexual interno masculino. Repito masculino. Quando é que a sociedade e as Cortes vão começar a levar essa questão a sério? O que nós vamos fazer a respeito? Continuar a fingir que o problema não existe ? Seguir permitindo que casos excepcionais figurem em Olimpíadas em detrimento da maioria? Criar categorias exclusivas? Um/ uma hermafrodita pode competir com mulheres? Ou que atletas masculinos medíocres que transicionam impeçam que mulheres que deveriam estar brilhando nas arenas do mundo construam suas carreiras? Quem está interferindo com a carreira de quem? Qual a minoria que tem mais gente oprimida há mais tempo? Imane Khelif agora vai pra segunda rodada, numa boa?
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