Roberto Ellery Jr

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Roberto Ellery Jr

Roberto Ellery Jr

@RobertoElleryJr

Professor do Dept. de Economia da Universidade de Brasília.

Brazil Katılım Nisan 2010
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Roberto Ellery Jr
Roberto Ellery Jr@RobertoElleryJr·
A industrialização no Brasil não é uma promessa futura, é história. No pós-Guerra até os anos 80 o Brasil fez um imenso esforço de industrialização que logrou tornar o país industrializado. Na primeira metade dos anos 80 a indústria de transformação respondia por mais de 30% do PIB, número alto mesmo para países industrializados como a China moderna. O legado dessa industrialização não foi o paraíso prometido pelos defensores do sonho industrial, longe disso. Herdamos décadas perdidas, inflação descontrolada e indicadores sociais que envergonhariam o Brasil de hoje. As tais reformas neoliberais inspiradas no Consenso de Washington foram aplicadas como uma tentativa de tirar o país do atoleiro que estava após os anos de industrialização forçada. O crescimento menor frustrou alguns, esse é um debate que tem de ser feito com cuidado, mas a melhora em vários indicadores sociais é inegável. Esse é o tema da coluna desta quinzena.
Revista Crusoé@RevistaCrusoe

Industrialização! Ora, a industrialização? crusoe.com.br/noticias/indus… Política industrial brasileira tem servido, sobretudo, para transferir renda aos barões do país. Por @RobertoElleryJr

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Roberto Ellery Jr
Roberto Ellery Jr@RobertoElleryJr·
É curioso, esses testes insistem em me chamar de liberal muito embora parte dos meus amigos garante que eu sou socialista e outra que sou fascista. Deve ter alguma coisa errada com esses testes. I just discovered my philosophical DNA. My strongest tendency: Liberal. Take the diagnostic: diagnostic.millermanschool.com
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Lilia Frankenthal
Lilia Frankenthal@Li_Frankenthal·
Está escrito. Está publicado. Está escancarado. Chamem pelo nome certo. O título ensaia crítica a governo. O corpo do artigo revela algo mais grave: não investe contra um Estado, mas contra um povo. Há textos que se denunciam sozinhos. O do artigo da imagem é um deles. O texto é menos um artigo do que uma confissão. Confissão de método. Confissão de linguagem. Confissão de preconceito. Seu movimento é antigo e facilmente reconhecível. Começa com a alegação de crítica a Israel e termina na velha fantasia conspiratória sobre judeus: o suposto controle sobre bancos, mídia, Hollywood, big techs, organismos internacionais, política externa e centros de decisão do Ocidente. É o antissemitismo clássico tentando entrar pela porta da frente com sapato novo. Não se trata de debater medidas de governo, condutas militares ou escolhas diplomáticas. O texto escolhe o caminho mais degradado: atribui a judeus, como coletividade, uma maquinaria global de manipulação e domínio. Não é análise. É bode expiatório com nota de rodapé. A fraude fica completa quando o autor encerra exaltando o Irã e desejando que não lhe faltem mísseis, drones e munições. Nesse ponto, já não resta sequer a encenação de sobriedade. Resta apenas a normalização do ódio sob forma opinativa. Convém insistir no óbvio, porque o óbvio anda precisando de advogado: crítica a governos é legítima. Atribuir aos judeus, como coletividade, uma arquitetura mundial de manipulação, dinheiro e poder não é crítica. É antissemitismo. Puro, clássico e reconhecível. O mais perturbador é que esse tipo de construção sempre tenta parecer elevada. Como se a sofisticação formal pudesse absolver a indigência moral do conteúdo. Não pode. A história já mostrou, da maneira mais cruel possível, o que acontece quando judeus são convertidos em explicação geral para o mal. Primeiro vem a teoria. Depois, a desumanização. Depois, a violência encontra sua gramática. Não é pensamento crítico. Não é dissidência séria. Não é análise corajosa. É apenas antissemitismo tentando parecer inteligente. Antissemitismo não vira pensamento crítico só porque foi bem diagramado.
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Alexandre Galvão Patriota
Peço ajuda na divulgação do canal "A Ciência da Estatística" (@ACienciadaEstatistica" target="_blank" rel="nofollow noopener">youtube.com/@ACienciadaEst…) que continua crescendo vegetativamente. Tem algumas paylists: 1. Panorama da estatística e do método científico, 2. Estatística elementar, 3. Teoria de Conjuntos para Estatística, 4. Probabilidade e Inferência Estatística (Mestrado).
Alexandre Galvão Patriota tweet media
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Ron Filipkowski
Ron Filipkowski@RonFilipkowski·
Only Trump would lift sanctions against a country AFTER starting a war with them. Art of the deal.
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Könings
Könings@EdwardKonings·
O câmbio no Brasil é historicamente volátil. Todos lembram ao menos de um episódio em que viu jornalistas alarmados com a depreciação cambial de um período ou em que foi diretamente afetado por essa depreciação. Contudo, o que causa essa depreciação? Quais fatores determinam a taxa de câmbio no Brasil? No artigo eu compartilho com vocês um estudo que fiz sobre essa questão utilizando métodos tradicionais de análise de fatores e técnicas de machine learning. Os resultados indicam que os fatores apontados pelos modelos clássicos de economia internacional, como Krugman (1979), estão corretos. Os algorítimos de machine learning identificam que fatores fiscais internos e externos dominam a identificação do comportamento não-linear do câmbio. A análise de fatores parece ir na mesma linha, contudo com resultados estatisticamente inconclusivos, indicando que não é possível uma estimação de uma equação de fatores estruturais por métodos indutivos. Segue o link: open.substack.com/pub/edwardknin… #Econtwitt #fintwitt #Brasil #Economía #machinelearning #economics #finance #QuantitativeTrading
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Joni Askola
Joni Askola@joni_askola·
Going to war with a country, then immediately floating the idea of lifting sanctions on its oil to prevent your own economic collapse, is the definition of strategic failure
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Sarah Fields
Sarah Fields@SarahisCensored·
This is why I love X. Absolute gold.
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Pedro Cavalcanti Ferreira
E eu achando que a Nova Política Industrial, as novas tarifas comerciais, a grana da Finep, a grana do BNDES e etc iam resolver o problema e transformar o Brasil em novo pólo tecnológico mundial. Onde foi que erramos?
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Alexandre Andrada
Alexandre Andrada@AFS_Andrada·
Agora é oficial: eu sou mestre em História. 🤙
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The Investor
The Investor@leiatheinvestor·
“O Brasil representa apenas 3% dos voos no mundo, mas concentra 98% dos processos judiciais do setor globalmente.” – CEO da Azul
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Jaythebard
Jaythebard@Jaythebard·
Rest In Peace Chuck Norris! Will always remember the many Barren chat jokes And his legendary @Warcraft Commercial!
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Psor Carlos
Psor Carlos@carlosefilho·
Uma professora italiana me abordou e, sem disfarçar admiração, me perguntou: Como um aluno dum país pobre como o seu consegue terminar o EM sem saber ler, escrever e fazer as 4 operações? Fiquei até encabulado com o tom de admiração, mas respondi: A gente se esforçamos muinto!
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