Rodrigo Rigon
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Segunda-feira. 6:49 da manhã. Nova York. Alguém vendeu US$580 milhões em petróleo. Em um minuto. 6.200 contratos. Sem notícia. Sem dado. Sem motivo. 15 minutos depois, Trump postou: "conversas produtivas com o Irã." Petróleo desabou. Bolsas explodiram. US$1,7 trilhão apareceu no mercado americano. Em minutos. Quem vendeu petróleo a US$98 recomprou a US$89. Lucro instantâneo. Risco zero. Timing perfeito. Perfeito demais. Aí o Irã se pronunciou: "Nunca houve conversa nenhuma. Isso é fake news pra manipular o mercado." Petróleo voltou a subir. Quem comprou no fundo lucrou de novo. Duas tacadas. Um dia. Bilhões. O Financial Times investigou. Um gestor de hedge fund disse: "Em 25 anos, nunca vi isso." Um senador americano perguntou: "Quem foi? Trump? Um familiar? Um assessor?" A Casa Branca respondeu: "Acusação irresponsável." Ninguém respondeu quem fez a operação. E a cereja? O Irã agora cobra US$2 milhões por navio pra cruzar o Estreito de Ormuz. Criaram um pedágio. Apelidaram de "Tehran Toll Booth." O mundo tá em guerra. Navios não passam. Petróleo a US$100. Inflação subindo. Juros subindo. E alguém transforma um post de rede social em US$580 milhões. Você paga R$6 o litro de gasolina. Eles faturam bilhões com um tweet. Mesmo planeta. Jogos diferentes. brucebarbosa.com.br









Ei, Cafu, vai tomar caju. Ei, Cafu, vai tomar caju...







O São Paulo realmente se desfez de um técnico que estava com o time encaixado pra contratar um treinador que o maior título da carreira é um campeonato estadual e quase rebaixou o Internacional.























