


Rodrigo
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@RodrigoVBD
Em busca da metafísica do significado | 28a. Tenho um canal no youtube! Favor não mandar DM com segundas intenções




"Bloco da ilegalidade nunca foi tão forte e unido no Brasil", afirma Dino cnnbr.app/short/c1727620…

Olga Tokarczuk, que criou uma pequena polémica ao dizer que está a usar ajuda da IA para escrever o seu próximo romance, acrescentou que este será o seu último e depois só escreverá relatos curtos, pois segundo ela já ninguém é capaz de ler livros extensos. Interessante.




Meu Deus o Mica Galvão faz qualquer lutador profissional parecer um amador




Criminosos não retornam após saída temporária do Dia das Mães: quem são Raylander do Andaraí e Mata Rindo, detentos procurados dlvr.it/TSgLYS




A desembargadora Adenir Carruesco, do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, relatou ter sido vítima de racismo em um supermercado de Cuiabá no último domingo (17). Segundo a magistrada, uma cliente a confundiu com funcionária do local e pediu informações sobre produtos e setores da loja. Nas redes sociais, Carruesco afirmou que o episódio reflete uma lógica social que associa pessoas pretas a posições de serviço, e não a cargos de poder como o que ela ocupa atualmente. 📺 Confira na JP News e Panflix 👉 bit.ly/3T38Vm5 #Brasil #JovemPanNews #AdenirCarruesco #Cuiabá #MT



🇧🇷🏫 Judiciário | A Justiça do Paraná determinou a aplicação de uma multa acumulada de aproximadamente 1,4 milhão de reais contra um casal da cidade de Araucária por manter os filhos em regime de ensino domiciliar. Diante do impacto financeiro severo e do bloqueio judicial de bens, os pais cederam à pressão e decidiram matricular as crianças na rede regular de ensino. O processo vinha tramitando desde 2023, quando o Judiciário fixou uma multa diária de 2 mil reais pelo descumprimento da obrigação legal de matrícula. Durante o período de quase dois anos em que mantiveram o homeschooling, os pais enfrentaram o congelamento de contas bancárias e a restrição de veículos, além de forte desgaste emocional. A defesa da família alegou que as crianças recebiam acompanhamento pedagógico estruturado com disciplinas tradicionais, mas a argumentação foi rejeitada com base na legislação atual, que classifica a ausência de matrícula formal como abandono intelectual. O episódio recoloca em evidência a falta de regulamentação do tema no Brasil. Em decisão anterior, o Supremo Tribunal Federal estabeleceu que a prática do ensino domiciliar necessita de uma lei federal específica aprovada pelo Congresso para ser considerada legal no país. Fontes: Gazeta do Povo — 19 de mai de 2026.