Wilma Santos
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Wilma Santos
@SantosWilms
Professora de Biologia e vegetariana por amor aos animais.
Rio de Janeiro, Brasil Katılım Ocak 2017
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“O Jair Messias Bolsonaro mudou a minha história. Ele fez a gente entender o que é ser de direita, patriota, conservador. Ele foi um grande presidente da República, e nós precisamos resgatar esse projeto, que está nas mãos do seu filho, Flávio Bolsonaro.” (Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo)

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@CarlosBolsonaro @GayerGus Tonho da Lua, você é muito cara de pau! 🤦♀️
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A CASA CAIU PARA FLÁVIO BOLSONARO - Veja a verdade sobre a ligação de Flávio com Vorcaro
Via @GayerGus
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@MarcoValverde72 Fiz um pix pra você, ontem. Espero que ajude um pouquinho. 🙏
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@MarcoValverde72 Acabei de fazer um pix. Desejo que você se recupere logo! 🙏🙏🙏
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Queridos seguidores bolsonaristas, eis que o diretor da Anvisa que suspendeu produtos da Ypê foi indicado sabe por quem? Pelo mito de vocês...kkk. Continuem xingando a Anvisa seus burros.
revistaforum.com.br/politica/diret…
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@freilorrane Gosto muito das suas postagens, Frei Lorrane!
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@roberta_bastoss @TaniaCo24261838 É verdade... Tomei NOJO dessa Leda Nagre. O zema nem vou mais comentar. 🤢
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Romeu Zema e Leda Nagle decidiram transformar privilégio em argumento e, no processo, ajudam a normalizar o inaceitável, o trabalho escravo infantil.
O discurso é sempre o mesmo: “eu comecei a trabalhar cedo e isso me fez quem eu sou”. Mas omitem um detalhe essencial, começaram em negócios da própria família, em ambientes protegidos, com acesso a oportunidades.
No Brasil real, trabalho infantil muitas vezes é porta de entrada para o trabalho escravo. É criança em lavoura, em carvoaria, em condições degradantes, sem escola, sem infância, sem escolha. E isso ainda acontece mesmo com leis que tentam proteger. Agora imagine sem elas.
Quando figuras públicas criticam essas leis, estão ajudando a legitimar a exploração. Estão, na prática, contribuindo para destruir a vida de crianças ao justificar e normalizar o trabalho escravo.
Não é sobre “ensinar responsabilidade”.
É sobre negar direitos básicos. É sobre manter um sistema onde os mais vulneráveis pagam o preço para sustentar privilégios.
Romantizar o trabalho infantil, no Brasil de hoje, é fechar os olhos para o trabalho escravo. E quem faz isso precisa ser responsabilizado pelo discurso que espalha.

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