Octávio Guedes FALOU TUDO: “pedido de prisão de “Lulinha” é puro circo, picadeiro, milho. A quebra de sigilo está com André Mendonça desde janeiro, e ele sequer chamou para depor, ou seja, não acharam nada. A CPMI só quer manchete.”
BOLSOFARRA NO INSS
AGORA: Rodrigo Bacellar, que seria o candidato do Bolsonaro ao governo do Rio de Janeiro, é preso.
Bacellar, que aparece na foto com o Flávio Bolsonaro e com o TH Joias, é acusado de envolvimento com o Comando Vermelho e no escândalo do Ceperj.
Está tudo muito estranho no Brasil.
Metade do país prefere o retorno de quem fez o desemprego e inflação subir só para tirar quem fez esses índices baixarem.
Essa mesma metade do país quer a volta da fila do osso só para tirar do poder quem reduziu a desigualdade e levou o Brasil ao menor índice de desemprego da história.
Dá para acreditar que metade do país prefere tirar do poder quem quer acabar com a escala 6x1 para trazer de volta quem tirou os seus direitos trabalhistas? Como essa metade do país está insatisfeita com quem zerou o imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e trazer de volta quem tinha um governo com o ministro que reclamava de empregada doméstica na Disney?
Tem algo muito estranho nesse país!
(English below)
A separação entre Igreja e Estado foi um dos avanços mais importantes da sociedade moderna. Entre outras razões, ela surgiu para pôr fim à perseguição religiosa.
No Brasil, esse tipo de dinâmica voltou a se manifestar com a entrada do movimento evangélico na política. Quando pastores como Paulo Marcelo, no trecho acima, se recusam a alinhar sua influência à extrema direita, passam a ser isolados, pressionados e excluídos de seus próprios círculos religiosos.
Ao produzir Apocalipse nos Trópicos, ficou claro para mim por que o voto evangélico se tornou tão estratégico para o bolsonarismo. Trata-se de um projeto de poder aliado ao fundamentalismo religioso, uma combinação perigosa e profundamente antidemocrática.
🎬 Assista ao documentário completo na Netflix.
#ApocalipseNosTrópicos #Netflix
🇬🇧The separation between Church and State was one of the most important advances of modern society. Among other reasons, it emerged to put an end to religious persecution.
In Brazil, this kind of dynamic has resurfaced with the entry of the evangelical movement into politics. When pastors such as Paulo Marcelo, in the excerpt above, refuse to align their influence with the far right, they are isolated, pressured, and excluded from their own religious circles.
While making Apocalypse in the Tropics, it became clear to me why the evangelical vote has become so strategic for Bolsonarism. It is a project of power aligned with religious fundamentalism, a dangerous and deeply anti-democratic combination.
🎬 Watch the full documentary on Netflix.
#ApocalipseNosTrópicos #Netflix
💧 QUANTO VALE UM RIO?
Você acha normal privatizar um rio para beneficiar uma empresa estrangeira que já devastou a #Amazônia e o #Cerrado, enquanto ela fatura bilhões exportando grãos para a China e a Europa?
instagram.com/reel/DUdfdAXkS…
Apenas 29 deputados, todos de direita e extrema direita, votaram contra o vale-gás para o povo brasileiro de baixa renda.
Segue a lista do chorume que votou contra:
Adriana Ventura (NOVO-SP)
Bia Kicis (PL-DF)
Bibo Nunes (PL-RS)
Carlos Jordy (PL-RJ)
Chris Tonietto (PL-RJ)
Daniel Freitas (PL-SC)
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
Eros Biondini (PL-MG)
Geovania de Sá (PSDB-SC)
Gilson Marques (NOVO-SC)
Guilherme Derrite (PP-SP)
Julia Zanatta (PL-SC)
Junio Amaral (PL-MG)
Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)
Luiz Lima (NOVO-RJ)
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
Marcel van Hattem (NOVO-RS)
Marcos Pollon (PL-MS)
Mario Frias (PL-SP)
Mauricio Marcon (PL-RS)
Nicoletti (UNIÃO-RR)
Nikolas Ferreira (PL-MG)
Ricardo Guidi (PL-SC)
Ricardo Salles (NOVO-SP)
Rodolfo Nogueira (PL-MS)
Sanderson (PL-RS)
Sargento Gonçalves (PL-RN)
Tião Medeiros (PP-PR)
Zé Trovão (PL-SC)
Os 29 deputados que votaram contra distribuir gás de graça para população de baixa renda:
Adriana Ventura (NOVO-SP)
Bia Kicis (PL-DF)
Bibo Nunes (PL-RS)
Carlos Jordy (PL-RJ)
Chris Tonietto (PL-RJ)
Daniel Freitas (PL-SC)
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
Eros Biondini (PL-MG)
Geovania de Sá (PSDB-SC)
Gilson Marques (NOVO-SC)
Guilherme Derrite (PP-SP)
Julia Zanatta (PL-SC)
Junio Amaral (PL-MG)
Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)
Luiz Lima (NOVO-RJ)
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
Marcel van Hattem (NOVO-RS)
Marcos Pollon (PL-MS)
Mario Frias (PL-SP)
Mauricio Marcon (PL-RS)
Nicoletti (UNIÃO-RR)
Nikolas Ferreira (PL-MG)
Ricardo Guidi (PL-SC)
Ricardo Salles (NOVO-SP)
Rodolfo Nogueira (PL-MS)
Sanderson (PL-RS)
Sargento Gonçalves (PL-RN)
Tião Medeiros (PP-PR)
Zé Trovão (PL-SC)
E o Léo Dias que conseguiu essas imagens mas o fantástico teve a capacidade de fazer uma entrevista horrível e superficial sobre o caso do cachorrinho orelha dizendo que não teve vídeos com provas.
INACREDITÁVEL #Fantástico #OrelhaNoFantástico
ATENÇÃO!! Vídeo PROVA que Jorginho Mello e o delegado bolsonarista de SC MENTIRAM pra proteger os 4 bandidos que assassinaram o cachorro Orelha!! Eles disseram que os 4 não tentaram matar o cão Caramelo mas vídeo mostra eles ESPANCANDO o cachorro!!
FEDERALIZAÇÃO DO CASO ORELHA
O delegado que sentiu a dor que a lei ignorou
Na madrugada de 22 de janeiro, Pedro Arthur Turra, 19 anos, espancou um adolescente de 16 anos após discussão por um chiclete. A vítima sofreu parada cardíaca por 12 minutos, teve a calota craniana removida e permanece em coma em uma UTI.
Pedro foi preso em flagrante. No dia seguinte, pagou R$ 24,3 mil de fiança e foi solto. A juíza Ana Claudia Loiola entendeu que a conduta "não evidencia periculosidade exacerbada".
Enquanto isso, o delegado Pablo Aguiar investigava. O que encontrou foi assustador: quatro inquéritos policiais contra o mesmo agressor.
Em junho de 2024, Pedro forçou uma adolescente a beber vodka. Depois, torturou a mesma garota com taser, descarregando o aparelho completamente enquanto ria. No mesmo mês, espancou jovem em praça. Em julho, agrediu homem de 49 anos.
Nesta sexta-feira (30/1), durante coletiva de imprensa, ao falar sobre o depoimento da adolescente torturada, Pablo Aguiar chorou.
"Sinto a dor de um pai", disse, a voz embargada. "Ele não tem condição de viver em sociedade."
Ali estava a diferença entre quem vê processos e quem vê pessoas. A juíza encontrou "ausência de periculosidade" em quatro inquéritos. O delegado identificou um sociopata que tortura rindo.
Pablo fez seu trabalho: reuniu provas, documentou padrões, ouviu vítimas. Revelou que mais de 10 pessoas têm medo de denunciar Pedro. Agora deposita esperança no Ministério Público, especialmente no Gaeco, e no Judiciário para que "enxerguem o caso com mais seriedade".
Um delegado não deveria precisar chorar em público para que o sistema leve a sério um torturador. Mas talvez suas lágrimas sejam o alerta que faltava: isso não é burocracia. São vidas destroçadas.