@laurojardim E algum comentário sobre a promessa do desCONDENADO sobre reeleição que não foi cumprida? Lógico que não, foi pergunta retórica, a militância cega não deixa.
Voltei no apartamento em que morei em São Paulo quando estudava na FGV, 40 anos atrás.
Até hoje fico aqui quando preciso vir a compromissos na cidade, e me lembro de todo o esforço que me trouxe até aqui.
Se você acompanha os stories já deve ter visto essa foto aí nos 1900 e bolinha, e hoje, em 2026, o quarto segue de pé e sendo utilizado.
Mas agora pra estudar e desenvolver o meu plano pro Brasil.
Acho que ele deu sorte lá atrás, quem sabe agora não funcione também? 🤣👍
STF tem nível de desconfiança recorde, aponta Quaest
oantagonista.com.br/brasil/stf-tem….
Pela primeira vez desde o início da série histórica, o nível de desconfiança na Corte é majoritário
@colunadoestadao@deltanmd@roseannkennedy@Estadao Isso porque muita gente tem, literalmente,com medo de criticar o @STF_oficial , mesmo na ampla "democracia" que vivemos, caso contrário, com absoluta certeza essa desconfiança seria superior a 80%.
O Globo: Os Supremos - Agora já não é mais um governo autoritário que ameaça o Supremo, é o Supremo que ameaça a democracia. oglobo.globo.com/blogs/merval-p…
EDITORIAL | Uma vaga, muitos interesses – “Se o debate em torno da indicação de Jorge Messias têm servido para alguma coisa, é para escancarar um jogo de interesses no qual o que menos conta é justamente o interesse público”. Leia o texto completo em x.gd/vvNq5
Davi Alcolumbre telefonou para ministros do Supremo para xingar senadores de “loucos de hospício” após o relatório da CPI do Crime Organizado pedir o indiciamento dos ministros.
O que Alcolumbre fez foi trair o Senado, pura e simples 👇🏻
veja.abril.com.br/brasil/o-telef…
OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER: x.gd/Bf5OC
Uma sociedade democrática vive da controvérsia e do risco. A imunidade parlamentar, em especial, é um tipo de licença que a Constituição garante inclusive para o “erro”.
EDITORIAL | O superávit de mentirinha - “Não restam dúvidas de que as metas e as projeções traçadas pelo governo estão superestimadas”. Leia o texto completo em x.gd/Dghnb
É revoltante ver o tamanho dessa fila, ainda mais sabendo que foram apontados R$ 6,3 bilhões em fraudes no INSS, com pessoas identificadas que não pagaram pelo que fizeram.
É FAKE NEWS: TSE não decidiu inelegibilidade de Deltan Dallagnol
Documento compartilhado nas redes não define inelegibilidade e gera desinformação
O Tribunal Superior Eleitoral não decidiu que o ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol (Novo), está inelegível. A certidão que tem sido divulgada na internet foi emitida nesta quinta-feira (16) e viralizou nesta sexta-feira (17). Porém, o documento é apenas uma comprovação de trânsito em julgado referente ao processo de 2023, quando o TSE cassou o mandato de deputado federal de Dallagnol.
Quando a inelegibilidade pode ser definida
A inelegibilidade de qualquer candidato só pode ser decidida pelos tribunais eleitorais depois que a candidatura for registrada oficialmente, em julho. Na próxima semana, o partido Novo vai à Justiça para responsabilizar quem divulgou o conteúdo.
O que diz a lei sobre fake news eleitoral
O Código Eleitoral proíbe a divulgação de fatos inverídicos em relação a partidos políticos ou candidatos durante o período de campanha, de forma que sejam prejudicados e o eleitor influenciado. A pena para este tipo de conduta pode chegar a um ano ou ao pagamento de até 150 dias-multa.
Situação atual do ex-procurador
Sem uma definição sobre os direitos políticos do ex-procurador, o partido Novo o lançou como pré-candidato ao Senado nas eleições deste ano. Nas pesquisas de intenção de voto, ele aparece em primeiro e segundo lugar.
Nesta semana, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná decidiu que o político não é considerado inelegível após uma publicação feita nas redes sociais pelo deputado federal do PT, Zeca Dirceu. A juíza do caso afirmou que não havia decisão sobre o tema.
Fonte: band.com.br/band-parana/no…
#EDITORIAL
O QUE A FOLHA PENSA | Ameaça de Gilmar Mendes a senador é desproporcional. Reação do ministro do STF viola o princípio constitucional que protege palavras e votos dos parlamentares.
www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/0…