Ciudadano Independiente. ¡"Ármense" de Valor!

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@TribunaMayor

MEDIO QUE CREE EN “PRIMUM NON NOCERE” LIBERTAD, VERDAD Y LEY NATURAL. BIOCONSERVADOR, SOBERANISTA EN CONTRA DEL NWO/BPI/OSM/HS/M/FAB/TRANSHUMANISMO GLOBALISTA.

CHILE Katılım Eylül 2009
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Si esto es cierto. Podemos conjeturar. LOCKDOWN. Mundial de futbol.
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Adi el Grande@icardo8

CADA HOSPITAL EN ESTADOS UNIDOS ACABA DE RECIBIR UN SOBRE SELLADO DEL DEPARTAMENTO DE DEFENSA. Lunes por la mañana. 9:00 AM en punto. Cada administrador de hospital en Estados Unidos —todos los 6.129, sin excepción— recibió un sobre entregado a mano marcado con: “DEPARTAMENTO DE DEFENSA — DIRECTIVA MÉDICA 2026-04 — SOLO PARA SUS OJOS.” No por correo electrónico. No por fax. Entregado a mano. Por personal militar uniformado que esperó en el vestíbulo hasta que el administrador firmara personalmente el recibo. Ningún hospital ha divulgado públicamente el contenido del sobre. Sin embargo, cuatro administradores rompieron el silencio en un foro encriptado unas horas después. Sus publicaciones eran idénticas en tono: “Todo está a punto de cambiar.” La directiva tiene 11 páginas. La primera página contiene una sola instrucción: “Con efecto inmediato, todos los contratos de adquisición farmacéutica con las siguientes entidades quedan suspendidos, a la espera de revisión federal.” La lista incluye 31 compañías. Cada gran fabricante farmacéutico del planeta. Pfizer. Moderna. Johnson & Johnson. Merck. AstraZeneca. Novartis. Roche. Todos ellos. Suspendidos. No renegociados. No modificados. Suspendidos. La segunda página introduce el reemplazo: una nueva cadena de suministro médico federal operando bajo el mando logístico militar. Los suministros no provienen de laboratorios farmacéuticos. Provienen de instalaciones que han estado operando bajo clasificación del Departamento de Defensa (DOD) desde 2021. Instalaciones que producen dispositivos de curación basados en frecuencias. Compuestos biorregenerativos. Tecnología de restauración celular. Equipos que el personal hospitalario nunca ha visto, nunca ha sido entrenado en y de los que estaba completamente ajeno. Las páginas tres a ocho contienen los protocolos de entrenamiento. Cada médico. Cada enfermera. Cada técnico. Una certificación obligatoria de 72 horas en lo que la directiva llama "Sistemas Médicos Cuánticos". No opcional. No voluntario. Obligatorio. La página nueve es lo que provocó el silencio de los administradores. Establece que toda la facturación a pacientes a través de compañías de seguros privados se reducirá "gradualmente a cero" en 90 días. Nada de copagos más. Nada de deducibles más. Nada de píldoras de aspirina a $47. Nada de tratamientos contra el cáncer a $300.000 que no curan el cáncer. El modelo de financiamiento se desplaza por completo a la Asignación Médica QFS: una cuenta prefinanciada, respaldada por activos, asignada a cada ciudadano al nacer. Una cuenta de la que nunca les informaron. Una cuenta que ha estado acumulando valor desde el día en que se registró su certificado de nacimiento. Su certificado de nacimiento no era solo un registro. Era un bono. Negociado en la bolsa de valores. Valorado en millones. Las ganancias fueron a la corporación que poseía el sistema. Esa corporación ya no posee el sistema. La cuenta regresiva de 90 días ha comenzado. Para julio, el hospital al que entre no se parecerá al hospital que recuerda. Las píldoras habrán desaparecido. Las máquinas serán diferentes. La factura será cero. Te mantuvieron enfermo porque las personas sanas no generan ingresos. Ese modelo de negocio acaba de recibir su notificación de terminación. Entregada a mano. CÓDIGO: DOD-MED-2026 / 6129-HOSPITALES / FARMA-SUSPENDIDA / QFS-SALUD El sistema de atención de enfermedades está muerto. El sistema de atención de la salud acaba de llegar.

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Si la ciudadanía no despierta y elimina todo lo que indique totalitarismo, entrará en la etapa final de la esclavitud. Entiendan!!! La tecnocracia transhumanista es satanica. Y va por ti, también a través del dinero digital.
Felipe Demartini@namcios

O Google acabou de transformar mais de 1 bilhão de computadores em depósito de IA. Inclusive o seu. Sem pedir. Sem avisar. Sem um único popup. O Chrome baixou 4GB de modelo de inteligência artificial no seu disco. O arquivo se chama weights.bin, são os pesos do Gemini Nano. Fica numa pasta chamada OptGuideOnDeviceModel dentro do seu perfil do Chrome. Você não autorizou nada. Até existe uma configuração para impedir, mas tá enterrada em submenus que ninguém encontra. E as AI features vêm ligadas por padrão. Se você deletar o arquivo, o Chrome baixa de novo. Sozinho. Em silêncio. Você decide o que fica no seu disco e o navegador simplesmente ignora. Funciona assim em Windows, macOS e Ubuntu. Logs forenses no macOS mostram que o arquivo foi instalado dia 24 de abril de 2026, misturado com patches de segurança. Desenvolvedores dizem que isso já rola há mais de um ano. E tem um detalhe que deixa tudo mais ridículo: O Chrome 147 coloca um botão "AI Mode" na barra de endereço. Você vê aquilo, sabe que tem modelo de IA no seu computador, e assume que suas buscas rodam localmente. Não rodam. O AI Mode é 100% cloud. Tudo vai para os servidores do Google. O modelo de 4GB no seu disco não tem nada a ver com aquele botão. Ele serve para quê? "Help me write" e detecção de scam. Coisas que vivem em submenus de clique-direito que você provavelmente nunca abriu. O Google ocupou 4GB do seu disco sem pedir, para rodar coisas que quase ninguém usa, enquanto a IA que você de fato vê manda tudo para a nuvem. Na Europa, pesquisadores já apontam violação do Artigo 5(3) da Diretiva ePrivacy, que exige consentimento antes de armazenar software no dispositivo do usuário. Como desativar: → chrome://flags → Busque "Optimization Guide On Device Model" → Desative → Reinicie o Chrome → Delete a pasta OptGuideOnDeviceModel Seu computador só é seu se você ficar de olho.

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CAPICE!
Jessica Ledezma Ⓜ️.@JessicaLedezmaM

“LA VERDAD AL DESCUBIERTO: "Los militares inventaron las inyecciones de ARNm, no Pfizer ni Moderna, ni la Operación Warp Speed". —Dr. Peter McCullough, MD x.com/Q_TheStormRide… Esto no fue un "milagro" de la industria farmacéutica... fue un plan militar de DARPA de 2012, ¡una década antes de la COVID! Una operación gubernamental planificada para el control.”

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Felipe Demartini
Felipe Demartini@namcios·
O Google acabou de transformar mais de 1 bilhão de computadores em depósito de IA. Inclusive o seu. Sem pedir. Sem avisar. Sem um único popup. O Chrome baixou 4GB de modelo de inteligência artificial no seu disco. O arquivo se chama weights.bin, são os pesos do Gemini Nano. Fica numa pasta chamada OptGuideOnDeviceModel dentro do seu perfil do Chrome. Você não autorizou nada. Até existe uma configuração para impedir, mas tá enterrada em submenus que ninguém encontra. E as AI features vêm ligadas por padrão. Se você deletar o arquivo, o Chrome baixa de novo. Sozinho. Em silêncio. Você decide o que fica no seu disco e o navegador simplesmente ignora. Funciona assim em Windows, macOS e Ubuntu. Logs forenses no macOS mostram que o arquivo foi instalado dia 24 de abril de 2026, misturado com patches de segurança. Desenvolvedores dizem que isso já rola há mais de um ano. E tem um detalhe que deixa tudo mais ridículo: O Chrome 147 coloca um botão "AI Mode" na barra de endereço. Você vê aquilo, sabe que tem modelo de IA no seu computador, e assume que suas buscas rodam localmente. Não rodam. O AI Mode é 100% cloud. Tudo vai para os servidores do Google. O modelo de 4GB no seu disco não tem nada a ver com aquele botão. Ele serve para quê? "Help me write" e detecção de scam. Coisas que vivem em submenus de clique-direito que você provavelmente nunca abriu. O Google ocupou 4GB do seu disco sem pedir, para rodar coisas que quase ninguém usa, enquanto a IA que você de fato vê manda tudo para a nuvem. Na Europa, pesquisadores já apontam violação do Artigo 5(3) da Diretiva ePrivacy, que exige consentimento antes de armazenar software no dispositivo do usuário. Como desativar: → chrome://flags → Busque "Optimization Guide On Device Model" → Desative → Reinicie o Chrome → Delete a pasta OptGuideOnDeviceModel Seu computador só é seu se você ficar de olho.
Pirat_Nation 🔴@Pirat_Nation

Google Chrome is quietly downloading a roughly 4 GB AI model to many users’ computers without clear upfront consent. The file, called weights.bin, is part of Google’s Gemini Nano on-device language model and lands in the browser’s user data folder under OptGuideOnDeviceModel. It powers built-in AI tools such as “Help me write,” smarter tab suggestions, on-device scam detection, and page summarization. The download triggers automatically for devices meeting minimum hardware requirements, and Chrome often replaces the files if deleted. While the model processes data locally, installation happens in the background with minimal notification. The scale is noteworthy. Hundreds of millions or billions of installations add up to thousands of tonnes of carbon emissions globally from data transfer, even though each is a one-time event. To prevent or remove it, go to chrome://flags, disable the entries for the optimization guide on-device model and Prompt API, restart the browser, and manually delete the folder.

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ESTO YA ES DE LOCOS. La encargada de la ONU en Chile, para afuera. Chile nada que hacer en este organismo progresista, manejado por las grandes potencias y el estado profundo. Desde los años 60 que no a cumplido con sus objetivos. * Esto nada que ver con el sufrimientos de estos pueblos, por sus propios representantes y los imperios genocidas. Chile ya tiene suficiente con la ignominia de sus representantes. @KarimBianchi @vanessakaiser22 @Jou_Kaiser @CatalinaPerezS @agustinromerole @cristian_arayal @bancadaPSchile @DipRepublicanos @Camara_cl @SenadoresRN
🇨🇱Maria Eugenia@marigen11

Señor Cardenal @FernandoChomali como chilena y católica, y ante la iniciativa de ACNUR de traer libaneses, palestinos, ucranianos, afganos a Chile, le ruego que no promueva tal iniciativa y ser cómplice de Islamizar nuestra Patria, (Apocalipsis 9) chile.un.org/es/314464-naci…

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Roi Lopez Rivas
Roi Lopez Rivas@RoiLopezRivas·
🇦🇷🇮🇱 Milei le asignó oficialmente a Israel un terreno forestal de 100.000 hectáreas (cuatro veces el tamaño de Gaza) donde los sionistas fueron sorprendidos incendiando. La predicción de Mel Gibson resultó ser correcta: Israel se está mudando a Argentina.
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Todo muy real. También todo por el lado de la izquierda internacional. La historia no fue solo un protagonista. “Claro que violentamente. “Deben morir un millón de chilenos para que la revolución se compenetre en el pueblo y se haga realidad”. Con menos muertos no va a resultar. José Gregorio Lliendo Alias. Comandante Pepe. Movimiento Izquierda Revolucionaria La violencia revolucionaria es inevitable y legítima. Partido Socislists de Chile, 1967
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§ita_£n£ Soy ☭ orgullosa del 42%
#LaMemoriaNosUne El Plan Cóndor fue una red de represión transnacional coordinada por dictaduras sudamericanas en los años 70 y 80, cuyo núcleo fundador (1975) incluyó a Chile, Argentina, Bolivia, Paraguay y Uruguay. Posteriormente, Brasil se unió en 1976, seguido por Ecuador y Perú entre 1977 y 1978, extendiendo el terrorismo de Estado en la región. Apoyo externo: Contó con el respaldo y conocimiento de Estados Unidos, que proporcionó apoyo técnico y de inteligencia. Acciones: Intercambio de información de inteligencia (Condortel), operativos conjuntos y traslados clandestinos de prisioneros. Impacto: Se estima que dejó miles de víctimas, incluyendo detenidos, desaparecidos y asesinados, tanto en el Cono Sur como en operativos internacionales. El robo de niños fue una de las prácticas más atroces y coordinadas dentro del marco del Plan Cóndor. Aunque cada dictadura tuvo sus propias dinámicas, la red transnacional permitió que los menores fueran secuestrados en un país y trasladados o entregados a familias en otro, borrando su identidad original. Se estiman 500 casos de bebés robados (en Argentina). Hasta la fecha, las Abuelas de Plaza de Mayo han logrado restituir la identidad de 133 nietos. Chile: Las estimaciones son masivas, variando entre 8,000 y 55,000 casos. Recientemente, la justicia chilena ha procesado casos que involucran a más de 20,000 niños enviados al extranjero. @GelmanEscritor El 14 de enero de 1977, una canasta en una puerta de Montevideo fue el inicio de una mentira que duraría décadas. Un expolicía uruguayo y su esposa recibieron a una beba de dos meses como si fuera un paquete, cumpliendo las órdenes de una dictadura que creía que podía repartir hijos como botín de guerra . A esa niña la llamaron Macarena, ignorando que su verdadero nombre estaba escrito con la sangre de su padre en Buenos Aires y las lágrimas de su madre en un hospital militar uruguayo El horror de Automotores Orletti y el traslado clandestino Todo había empezado en agosto de 1976. Un grupo de tareas secuestró en Buenos Aires a Marcelo Gelman y a su compañera María Claudia, quien cargaba en su vientre a Macarena. Ambos fueron llevados al centro clandestino "Automotores Orletti", un taller convertido en sucursal del infierno Marcelo fue asesinado y su cuerpo oculto en un barril de cemento —hallado trece años después—, mientras que María Claudia fue trasladada ilegalmente a Uruguay bajo el Plan Cóndor para parir en cautiverio y ser desaparecida poco después de que le arrebataran a su hija Juan Gelman: La búsqueda contra el olvido Durante 24 años, el poeta Juan Gelman no solo escribió versos; escribió cartas, denuncias y buscó bajo cada piedra del Río de la Plata. En marzo del año 2000, el muro de silencio de los militares finalmente se agrietó La noticia llegó desde Uruguay: Macarena, la nieta nacida en el horror, había sido encontrada. La joven, criada en una familia de ley, tuvo que enfrentar la verdad más dura: que su origen era el fruto de un plan sistemático de robo de bebés "Ha terminado el mes": El reencuentro con la verdad Para Juan Gelman, encontrar a Macarena no fue una victoria política, sino un bálsamo humano. Aunque la justicia tardó 35 años en condenar a cadena perpetua al asesino de su hijo, el poeta aseguró no sentir odio, sino la paz de haber cumplido con la memoria Macarena recuperó su apellido y su historia, convirtiéndose en el símbolo de que la identidad es un derecho que ningún barril de cemento ni ningún pacto de silencio militar puede enterrar para siempre
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