Visão Pátria@PatriaVisao
Tem tanta MERDA nesse post que eu vou precisar rebater CADA PONTO:
"Qual o problema de uma pessoa trans usar o banheiro em paz?"
-- Só de alguém precisar explicar, já é um PROBLEMA EM SI, mas vamos para os dados:
-- Pesquisa IRG Pesquisas (2025, encomendada pela Matria): 81,4% dos eleitores brasileiros são contra indivíduos nascidos do sexo masculino (mesmo que se identifiquem como mulheres) usarem banheiros femininos. 81% contra em prisões femininas e 78,5% em esportes femininos.
-- Pesquisa Quaest/USP (citada em 2025): 76% contra travestis em banheiros femininos.
--Isso não é “pânico moral da extrema-direita”: é opinião majoritária da população (incluindo grande parte das mulheres). Não é “debate inventado”; é preocupação real sobre segregação por sexo, que existe há décadas por razões biológicas (força física, padrões de criminalidade sexual masculina).
"Se for a possibilidade ínfima de alguém fingindo ser trans praticar violência sexual, cadê a comoção pra proibir que os inúmeros agressores "fantasiados" de padres ou pastores fiquem sozinhos com crianças em igrejas?"
-- Sempre houve comoção da sociedade contra RELIGIOSOS (inclusive no candomblé e islã) que abusam de crianças e mulheres, na verdade, que ABUSAM de pessoas.
-- PADRES E PASTORES não tem "leis" nem DEFENSORES de que usem BANHEIROS FEMININOS ou BANHEIROS INFANTIS, tem? Agora GENTE IMBECIL defendendo TRANS (HOMENS BIOLÓGICOS) EM BANHEIROS FEMININOS, QUE INCLUSIVE, MENINAS MENORES DE IDADE FREQUENTAM...
-- Não é comparação direta. Abusos clericais envolvem autoridade + crianças em contexto privado/confiança (família, igreja). Banheiros públicos envolvem adultos e adolescentes em espaços públicos.
-- “Possibilidade ínfima” de fingir ser trans: existem casos documentados (não zero). Gazeta do Povo (2019) listou 6 exemplos nos EUA/Canadá de homens que se disfarçaram ou usaram leis de autoidentificação para acessar banheiros/vestiários e assediar (voyeurismo, exposição, toques).
-- Casos internacionais pós-leis de self-ID (Wi Spa, Loudoun County) envolvem homens biológicos usando políticas trans para entrar em espaços femininos.
-- No Brasil, fontes como ANTRA e MPF (2025) dizem não haver registros formais de mulheres trans agredindo cis em banheiros. Mas o argumento ignora que homens biológicos (trans ou não) cometem a vasta maioria dos crimes sexuais.
"As estatísticas demonstram que esses casos são muito mais preocupantes e frequentes."
-- SE HOUVESSE APENAS UM CASO de abuso JÁ SERIA MOTIVO! Vocês (esquerdistas) usam SEMPRE CASOS MINORITÁRIOS de qualquer tipo, pra "proteger mulheres" (ou proteger LGBT, NEGROS, ETC.) quando a NARRATIVA lhes favorece, mas quando NÃO, AÍ "poucos casos" não fazem diferença?
-- SE UMA MULHER já correr o risco de sofrer uma violência que passará A VIDA INTEIRA carregando o trauma, JÁ JUSTIFICA PROIBIR HOMENS TRANS em banheiros femininos, ainda mais MENORES DE IDADE sob o mesmo risco.
"Aliás, até o número de pessoas que fingem ser trans para assediar alguém num banheiro é extremamente baixo. Quase zero. E ele é IRRELEVANTE no debate sério sobre a segurança de mulheres e meninas."
-- Não interessa se UMA, DEZ, CEM OU MIL fingem ser, PARA MIM, se UMA sobrinha, filha, irmã, mãe, prima, tia, amiga ou até mesmo DESCONHECIDA corre o risco nessa "roleta TRANSrussa" (contar com a "sorte" de quem É ou FINGE SER TRANS), já devem ser PROTEGIDAS desse risco.
-- Feministas e (e trans ativistas pró-feminismo) vivem REPETINDO que "homens são "estupradores em potencial"", logo "homens trans", também não seriam?
-- SE HÁ RISCO de uma pessoa trans ESTAR FINGINDO, NÃO HAVERIA RISCO POTENCIAL, afinal, já HAVERIA MÁ INTENÇÃO nesse fingimento, e por isso, não seria PRUDENTE não deixá-lo lá?
"Sabem por que esse número é irrelevante? Porque um agressor sexual decidido a atacar alguém num banheiro não precisa fingir ser trans para entrar nesse banheiro."
-- Sei! Porque a "causa", para VOCÊS, parece ser mais importante que a LÓGICA, RAZÃO, PREVENÇÃO E SEGURANÇA de MULHERES QUE VIERAM DE FÁBRICA com todo aparato físico que as define. O DESPREZO que você demonstra em suas falas por "Mulheres CIS" (cara, até escrever esse termo IDIOTA me dá gastura...), a IMPOSIÇÃO de HUMILHAR E SUBJUGAR essas mulheres, dá a IMPRESSÃO (é o que aparenta ser, não estou afirmando que seja) de ser um tipo de "vingança" ou "revide" por elas NATURALMENTE SEREM algo que JAMAIS VOCÊ SERÁ: VISTA PELA MAIORIA DAS PESSOAS como MULHER.
-- Ainda tentando entender o seu "raciocínio", então, já que pra alguém atacar no banheiro, não precisa fingir ser trans, PRA QUÊ LEIS CONTRA ASSALTO, ESTUPRO, ASSASSINATO, ROUBO, FURTO E AGRESSÃO, já que "para agredir", não precisa existir leis que impeçam, melhor deixar todo mundo fazer o que quer, não é?
-- Sem autoidentificação, um homem entrando no banheiro feminino é imediatamente questionável e pode ser removido por invasão ou perturbação. Com self-ID, ele alega “sou trans” e ganha proteção legal (decisões do STF/TST condenam proibições). Isso muda o custo-benefício para predadores oportunistas (voyeurismo, toques).
-- Justiça falha é real, mas não invalida prevenção via segregação por sexo (padrão mundial histórico).
"Ele simplesmente vai entrar no banheiro, cometer um crime bárbaro e sair de lá como se nada tivesse acontecido."
-- Não! Se ele entrar DEMONSTRANDO SER HOMEM, SERÁ MAIS FACILMENTE NOTADO, tanto por quem ESTÁ DENTRO QUANTO FORA DO BANHEIRO, agora, FINGINDO SER MULHER, teria "passe livre" pra adentrar o recinto, com MUITO MENOS TESTEMUNHAS para flagrar ou frustrar seus atos.
-- Pra EXEMPLIFICAR, cada dia mais vemos ASSALTANTES E LADRÕES adentrando prédios FINGINDO SER ENTREGADORES DE APLICATIVO, TÉCNICOS DE AR-CONDICIONADO E ATÉ MESMO POLICIAIS, e sabe o motivo? O MESMO QUE ACABEI DE EXPLICAR: DISFARCE! Ganhar a CONFIANÇA DA VÍTIMA e ficar ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA de todos ao redor.
-- Ainda refutando sua colocação estúpida, O TRANS SAIRIA DESSE BANHEIRO AINDA MAIS INCÓGNITO, porque como eu abordei acima, O HOMEM, CARACTERIZADO COMO TAL, teria dificuldade para entrar, e... PARA SAIR DO BANHEIRO fingindo que nada tivesse acontecido, JÁ O TRANS, TERIA A SAÍDA BEM MAIS DISCRETA, ASSIM COMO ENTROU LÁ.
"E, pra vítima buscar justiça, ela vai precisar acionar a polícia pra TALVEZ preservarem as imagens de câmera de segurança externas, pra TALVEZ se importarem com o caso dela, pra TALVEZ investigarem, pra TALVEZ chegarem no agressor, pra TALVEZ ele ser indiciado pela polícia, processado pelo Ministério Público, julgado e condenado pela Justiça."
-- Já que usou tantos "TALVEZ", vou usar o mesmo caminho: TALVEZ o/a trans FINJA SER TRANS, TALVEZ, mesmo SENDO trans PODERÁ SER UM ABUSADOR SEXUAL, TALVEZ ambos os casos ABUSEM DE UMA MULHER OU UMA CRIANÇA, TALVEZ, a mulher (parafraseando) vá acionar a polícia, pra TALVEZ preservarem as imagens de câmera de segurança externas, pra TALVEZ se importarem com o caso dela, pra TALVEZ investigarem, pra TALVEZ chegarem no agressor (trans ou falso trans), pra TALVEZ ele ser indiciado pela polícia, processado pelo Ministério Público, julgado e condenado pela Justiça."
"Não estou dizendo que é impossível uma mulher trans cometer uma violência num banheiro. Assim como não é impossível que uma violência seja cometida por uma mulher lésbica, por um homem gay, por uma mulher grávida ou por uma idosa. Nenhuma possibilidade é impossível."
--Se é POSSÍVEL, por que então ABRIR MARGEM pra que SE TORNE POSSÍVEL?
-- POR UMA MULHER LÉSBICA as chances são ABSURDAMENTE MENORES, pois para PENETRAR outra mulher, ela precisaria de TRÊS BRAÇOS, pois DOIS SERIAM PRA PARALISAR E CONTER A VÍTIMA, e mesmo que use "cintaralho", precisaria SE PARAMENTAR COM O DISPOSITIVO ANTES DO ATO. E POR QUE ISSO É RELEVANTE? PARA QUALQUER CRIMINOSO, a LOGÍSTICA E OPORTUNIDADE entram no cálculo de VIABILIDADE do crime.
-- BANHEIRO FEMININO não é lugar de HOMEM, seja ele GAY OU TRANS.
-- "MULHER GRÁVIDA" ou "IDOSA" foi de lascar... de TODAS AS IMBECILIDADES que você já disse, essa sequer merece uma resposta ou análise, eu teria de REBAIXAR MEU INTELECTO pra conseguir responder à altura dessa IMBECILIDADE.
-- Se NENHUMA POSSIBILIDADE É IMPOSSÍVEL, então, O BANHEIRO FEMININO, TENDO UM NÚMERO MAIOR DE PESSOAS TRANS frequentando, AUMENTAM EXPONENCIALMENTE as possibilidades, correto?
-- Mulheres trans (biologicamente masculinas) retêm padrões masculinos de criminalidade sexual mesmo após transição (estudos suecos Dhejne 2011; dados prisionais UK/EUA/Canadá). Não é “irrelevante” quando a política permite acesso irrestrito a espaços femininos.
-- Lésbicas/gays/grávidas/idosas não têm o mesmo risco estatístico médio de violência sexual masculina.
"Mas, no debate da segurança dentro de banheiros, todas essas possibilidades são estatísticamente (SIC, "estatística" tem acento agudo, "estatisticamente", não) irrelevantes. A maioria absoluta e esmagadora dos casos de violência sexual em banheiros são cometidos por homens cisgênero heterossexuais."
-- "Vidas negras importam!", "Vidas trans importam!", vidas (ou preservação física e mental) de MULHERES, "não"? São "irrelevantes"?
-- Se a maioria é cometida por HOMENS, e esses homens que COMETEM esses crimes, tendo UM FACILITADOR DE ACESSO a esses recintos, não teriam MAIS POSSIBILIDADE DE PRATICAR? Além disso, você quer SOMAR às já existentes estatísticas, mais uma, como a de abusos por PESSOAS TRANS ou FALSAS TRANS pra ENGROSSAR AINDA MAIS ESSES DADOS?
"Mas a extrema-direita não pode combater homens abusadores, não pode apoiar a educação contra a violência de gênero ou mecanismos de defesa e acesso à justiça efetivos para mulheres e meninas. Eles perderiam muitos eleitores."
-- A preocupação é real e majoritária (ver pesquisas acima: 76-81% contra). Não é “pauta inventada”.
-- Quanto ao Combate a abusadores, leis como Maria da Penha, Lei do Estupro, campanhas contra violência de gênero existem há décadas (governos de todos os espectros). O texto ignora que o debate sobre banheiros é sobre prevenção via segregação por sexo, não em substituição ao combate geral.
"Restou o pânico moral e a pauta inventada. Desde quando o direito de determinada população de fazer um xixi em paz é um debate nacional? "
-- Sobre ESPANTALHO do “Pânico moral”, você usa o mesmo recurso ao chamar de “ódio” qualquer preocupação com dados de criminalidade masculina.
-- Como é que UMA MULHER ou uma CRIANÇA OU ADOLESCENTE podem "fazer um xixi em paz", sabendo que pode ter um POSSÍVEL ABUSADOR com AVAL DA LEI no banheiro?
"Essa não é uma preocupação real do povo brasileiro. Mas como a extrema-direita é incapaz de atender às preocupações reais, precisam inventar problemas para oferecer soluções. Precisam colocar um alvo na testa de determinadas populações pra oferecer armas e ódio às outras."
-- DADOS NÃO LIGAM pra sua OPINIÃO e nem se importam com sua burrice e ingnorância, e como VOCÊ falou em estatísticas, aqui vão algumas:
>> Pesquisa IRG Pesquisas (encomendada pela Matria, realizada em outubro/novembro de 2024, divulgada em março de 2025): 81,4% dos eleitores brasileiros são contra indivíduos do sexo masculino (mesmo que se identifiquem como mulheres) usarem banheiros femininos.
>> Mesma pesquisa: 81% contra em presídios femininos e 78,5% contra em esportes femininos.
Amostra: 1.100 eleitores, margem de erro ±3%, confiança 95%. Pesquisa premiada no Prêmio Inovação TEP TALKS ABRAPEL-IPESPE.
>> Pesquisa Quaest/USP (2025): 76% dos brasileiros são contra a presença de travestis em banheiros femininos.
"E o que a atriz Cássia Kis (SIC, tem DOIS "S" no sobrenome dela) fez foi justamente isso. Com um bônus: quem sabe assim ela deixa de ser esquecida e irrelevante até no bolsonarismo."
-- Nós já GOSTAMOS DA CÁSSIA KISS, ÉRIKA, não precisa tentar nos convencer a gostar ainda mais.
"Meu mandato está à disposição da vítima para tudo que nos for possível."
-- Mas AS VÍTIMAS são AS MULHERES, POIS É DELAS o direito de não ter HOMENS em seus banheiros.
Espero ter ajudado...