Gonzalo - Xeneize Brasil

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@XeneizeBrasil

Argento, Brazuca, Ramonero, recontraBOSTERO y papá de Benja! @localesotravez

Sampa Katılım Nisan 2009
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Leandro Iamin
Leandro Iamin@leandroiamin·
🇦🇷Sempre que um brasileiro falar da, digamos assim, psiquê argentina, o ponto de partida precisa ser assumir a incapacidade de acessá-la por inteiro. A gente não alcança a excepcionalidade existencial deles, talvez seja vice-versa, não me meto jamais a entender o peronismo, por exemplo, tem coisa que não dá pra assimilar sem ter uma vida lá dentro. Maradona, Messi, "aquele troço todo", como diria o professor Simas. (excepcionalidade existencial, que cascata a minha) Tem um texto do Jorge Valdano sobre o Messi, nunca mais achei, li na rede tantos anos atrás, escrito antes da Argentina começar a ganhar taças com o tampinha genial, no qual, mais ou menos com essas palavras, ele definia Messi como alguém que "atua pela seleção não para ser querido, e sim para ser perdoado de um crime que ele não sabe bem qual é". O Valdano é campeão do mundo em 86 e virou, depois da bola, um cronista especial, daqueles que você para e lê e sabe que, no mínimo, o cara passou um café antes de pensar no que vai dizer. Um Tostão deles. O Messi, naquela época que hoje parece outra vida, entrando em parafuso a cada desgosto com a camisa nacional enquanto tudo dava certo em Barcelona, era pauta irresistível. Você olhava nos olhos do Messi e ele parecia perguntar "o que mais vocês querem de mim? Que eu seja outra pessoa?". Estive na Argentina na Copa América de 2011 para acompanhar a Seleção do Mano Menezes, jogos em Córdoba, quinze paraguaios pra cada brasileiro, 2 a 2, gol do Fred no fim, era o começo do ciclo que acabaria no 7 a 1. Assim que cheguei, a notícia era: "Murió Facundo Cabral". Era tipo um Belchior deles, foi baleado na Guatemala, uma pequena comoção. E tinha eleição em Buenos Aires também, e greve de lixeiros, cidade suja de santinhos. Digressões. Em Córdoba, o jornal sugeria, na manchete, um debate: "Messi é um apátrida?", assim, sem molho. Discutia-se o fato de ele não cantar o hino nacional na partida de estreia. Talvez fosse por aí o caminho do tal "crime" que Valdano mencionara. O crime de sair cedo do país, gostar de Barcelona, ter até algum sotaque de lá, não comprar as brigas que esperavam dele, etc, qual o quê: Raphael Prates diria que é tudo questão da bola entrar na casinha. Foi podre atrás de podre pra ele, nem sempre por culpa dele, porque convenhamos: a Copa dele em 2014, por exemplo, foi muito boa. Deu Alemanha no detalhe do detalhe, e nunca faltou Messi na campanha. Quando vieram as derrotas para o Chile em finais consecutivas de Copa América, ele quis parar, acheu que era algo pessoal de Deus contra ele, destino, quis ficar na dele na Catalunha, mais precisamente em Castelldefels, aprazível bairro afastado onde construiu uma pequena Rosario de amigos, parças e familiares. Na Copa de 2018 já estreou perdendo pênalti para um goleiro islandês (não pode), e ali, na Rússia, com o Sampaoli naquele climinha, olha, ali era um poço fundo, um baixo-astral de deprimir até o mais eloquente "hincha". Ali ajustava-se, por gentileza doída, o discurso de perdão: "tantos gênios também ficaram sem Copa...". Não é que não bancassem Messi. Na ambivalência do fanatismo, nunca faltou idolatria. Só era um pouco de carência reativa, um jeito torto de mostrar (ou esconder) amor, uma mistura de temperos que formam a tal psiquê que a gente não acessa. A caceta da bola tinha que entrar numa final. Sob o argumento de Jorge Valdano, Messi tinha um contraponto invencível pela frente: Diego Maradona não foi somente um campeão, genial, insolente, rebelde, que não coube em Barcelona, nunca pisou em Castelldefels, se achou em Nápoles e trouxe a Copa, e Nápoles, pro país. Maradona foi, acima de tudo, o homem perdoado por tudo. Má educação, noites em claro, profissionalismo duvidoso, violência doméstica, infidelidade, paternidade negada, dependência química, tiro em jornalista, todo tipo de excesso que você imaginar: perdoado. "Dessa vez o povo vai me odiar", e o povo o bancava ainda mais. A bola do Messi, ufa, entrou em uma final. Uma semana antes, Messi atacou verbalmente um holandês em sotaque-quase-dialeto rosarino, e o som de sua voz em tom argentiníssimo, não catalão, caiu como uma bomba atômica de identidade no país que ainda o espera. "Qué mirá, bobo? Andá pa allá". Vaza de Miami, Messi, porra. Em Córdoba, em 2011, tinha um moleque, porteiro do minúsculo hotel de estrada, Quebin Mujica era o nome dele, do moleque, não do hotel, não esqueci sei lá porquê, que me forneceu um pendrive 3G pra eu mandar textos pro Blog do Birner. Ele tinha o pé engessado, machucou jogando basquete. Uns amigos adolescentes colaram no hall, tomaram fernet. Ele torcia para o River Plate e para o Belgrano, clube da cidade. Dias antes, o River Plate foi rebaixado jogando justamente contra o Belgrano. Vexame, climão. Perguntei pra quem ele torceu. "Para los dos. No trate de entenderlo". Eu, que não tento entender os argentinos, só os admiro perdidamente, aceitei.
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Leonardo Bertozzi
Leonardo Bertozzi@lbertozzi·
Coudet vinha invicto no comando do River... até o Boca visitar o Monumental. Leandro Paredes decidiu o Superclássico.
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PaseClave
PaseClave@paseclave__·
🔥💣“Me hubiese gustado jugar en un club GRANDE: Real Madrid, Barcelona” - Andrés D’Alessandro, ex River y San Lorenzo, reveló qué le faltó a su carrera como futbolista
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flaco
flaco@amarelo12·
Realmente Argentina no viene jugando contra adversarios de gran nivel. Pero casualmente el partido más fácil de todos fue el 4 a 1 contra Brasil. Fue más difícil Mauritania (!!!) O sea, digamos, el nivel ya lo tenemos, es una cuestión de poner un poco más de huevos. Tranquilidad.
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Yeisbon La 12 SP
Yeisbon La 12 SP@cauciello·
Solo superado por Palmeiras que invitó a Boca para despedir al Palestra Italia antes de demolerno y le ganamos 2 a 0 con goles de Viatri y Muñoz con Borghi como DT
News_xeneizes.@Hincha_del_CABJ

@EspanaXeneize Solo Boca es capaz de crear una copa y no ganarla

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Raphael Sibilla
Raphael Sibilla@RaphaelSibilla·
A má fase do Gallardo vem desde 2022 no River! 2022 - 3º Argentino - 4as Copa Liga - 8as Liberta - 4as Copa Arg 2024 - 5º Argentino - SF Liberta (levou 3x0 na ida) 2025 - 4as Apertura (perdeu em casa pro Platense) - 8as Clausura - 4as Liberta - SF Copa Arg - Fase Grupos Mundia
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Gonzalo - Xeneize Brasil
Gonzalo - Xeneize Brasil@XeneizeBrasil·
@lbertozzi A coisa é bem pior, parece que a AFA FALSIFICOU o documento para poder abrir expediente Bertozi. Estamos falando de um nível de máfia poucas vezes vista, e ainda MUITO BURROS.
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Leonardo Bertozzi
Leonardo Bertozzi@lbertozzi·
AFA abriu expediente disciplinar pela atitude dos jogadores do Estudiantes no "pasillo" para o Rosario Central no domingo.
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Gonzalo - Xeneize Brasil
Gonzalo - Xeneize Brasil@XeneizeBrasil·
@RaphaelSibilla Em 17 anos 3 finais?!? Não é despresível. E mesmo assim somente agora um brasileiro conseguirá baixar a diferença de Libertadores.
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FALTAM UMA SEMANA
FALTAM UMA SEMANA@1cesgusto·
Só queria dizer que tive a honra de conhecer o @lbertozzi pessoalmente. A minha cara diz tudo.
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Raphael Sibilla
Raphael Sibilla@RaphaelSibilla·
Luto no futebol mundial, faleceu Miguel Angel Russo, atual técnico do Boca Juniors. Na segunda-feira o clube havia divulgado uma nota sobre a saúde de Russo e que havia deixado o futebol argentino em alerta. Aos 69 anos, Russo se despede, deixando um legado de amor ao futebol!
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EMI
EMI@EGBrancciari·
Esta semana por fin volvemos a tocar en vivo! 🇧🇷 Allá vamos.
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