Leandro

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@_Leandroh4

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Katılım Nisan 2020
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belal. 🇵🇸
belal. 🇵🇸@itsbelal_a·
wemby for real does not like idf lmao
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Leandro
Leandro@_Leandroh4·
Y vo'a seguir con mi tumbao (por la escoliosis) Con los ojos coloraos (por la alergia).
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Leandro
Leandro@_Leandroh4·
Nada quedó de la Pandemia, nada. Es terrible. Todas esas estupideces de "vamos a salir mejores" y ni siquiera quedó la mejora de la higiene.
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AA - Andate Aguirre
AA - Andate Aguirre@nicolas_dalmao·
@SordelliMartin Gran gestión del consejero Marcelo Solomita que llevó el equipaje en cabina (el Z no lo dejó pagar para despachar) y con esto pudo ir directamente a migraciones al bajar del avión, adelantando 7 minutos y 34 segundos la recuperación de Leo
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Mariana Lujan
Mariana Lujan@autoboicot·
Agradezco compartir
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Tiago Guilherme
Tiago Guilherme@tiagoguilhermef·
Nunca vou entender quem não acha absurdo que um aleatório na Suécia possa se converter ao judaísmo e adquirir direito automático de “retorno”, ao mesmo tempo em que um palestino, ou o filho ou neto de alguém que vivia no atual território de Israel, não tenha esse mesmo direito reconhecido. O que está em jogo aqui não é uma incoerência pontual, mas a própria arquitetura jurídica e política de um regime de colonização de povoamento. A chamada Lei do Retorno israelense não é uma norma migratória neutra. Ela não se fundamenta em vínculo territorial, residência prévia, laços familiares concretos ou pertencimento cívico, mas exclusivamemte em uma definição etnorreligiosa de pertencimento construída politicamente no século XX. Por esse critério, um indivíduo sem qualquer relação histórica, familiar ou territorial com a Palestina pode, a partir de uma conversão religiosa realizada em outro continente, adquirir cidadania automática e acesso à terra. Trata-se de uma exceção jurídica profunda no mundo contemporâneo. Em contrapartida, o palestino expulso em 1948 ou 1967, bem como seus filhos e netos, tem sua continuidade histórica deliberadamente apagada. O direito internacional reconhece de forma consolidada o direito de retorno de refugiados, princípio reiteradamente reafirmado pelas Nações Unidas no caso palestino. A recusa de Israel em aplicá-lo não decorre de ausência de base jurídica, mas do fato de que seu exercício desmontaria a engenharia demográfica que sustenta o Estado. Não se trata, portanto, de um paradoxo acidental, mas de uma escolha estrutural. O “retorno” judaico é expansivo, ilimitado e prospectivo; o retorno palestino é proibido, retroativo e tratado como ameaça existencial. O primeiro funciona como instrumento ativo de substituição populacional; o segundo, como um direito que precisa ser negado justamente porque se ancora em presença real e anterior. Isso revela um ponto central: o chamado “direito de retorno” israelense não opera como um direito em sentido jurídico universal, mas como mecanismo de soberania etnocrática. Ele só se sustenta se um grupo puder “retornar” mesmo sem jamais ter vivido ali, enquanto outro é impedido de retornar precisamente porque viveu. Quem não percebe o absurdo dessa lógica, em geral, já naturalizou duas premissas graves: a ideia de que identidade religiosa pode substituir vínculo histórico e territorial, e a noção de que o direito internacional pode ser aplicado de forma seletiva, conforme o sujeito. No fundo, a questão não é apenas jurídica, mas moral e política: como algo pode ser chamado de “retorno” quando depende do apagamento de quem nunca saiu?
Israel no Brasil@IsraelinBrazil

Quase 19.000 novos imigrantes judeus chegaram a Israel no último ano Com a aproximação do 78º aniversário da independência do Estado de Israel, o Ministério da Aliá e da Integração destaca uma tendência positiva: 18.696 novos imigrantes de 103 países se estabeleceram em Israel entre 1º de maio de 2025 e 24 de abril de 2026. Essas chegadas demonstram um profundo e duradouro vínculo com o país, bem como um firme compromisso em construir seu futuro em Israel. 📸 Ministério da Aliá e da Integração

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Tartu
Tartu@TartuTV·
El truco de la derecha es haber hecho creer a la gente q Economía es una ciencia exacta cuando en rigor Economía es astrología para varones.
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Lindolfo Smith
Lindolfo Smith@RPerengano·
Este esperpento le tuvo que preguntar a la IA por un artículo de la Constitución, le creyó lo que la IA le respondió (que no era cierto) y ahora debió retractarse. Tuvo en sus manos la investigación a un Presidente, fue a tomar el té a Suárez y Reyes y a sacarse una selfie.
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cintiajesica de CFK
cintiajesica de CFK@cintiajesica15·
@malepichot Todos son "cerramos un ciclo" "todo llega a su fin" "termina una etapa pero comienza otra"... El verso neoliberal caló hondisimo... Nunca responsabilizar las medidas políticas, siempre culpa de uno mismo y del "universo"... Es un gran éxito del capitalismo
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Bárbara Don’t Worry
Bárbara Don’t Worry@magoshp·
@miltonroses el obrero tenia consciencia que era obrero, no se autopercibia emprendedor del ladrillo
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Doris del Valle oficial
Doris del Valle oficial@pipasteles·
Me gustaría saber cómo va a hacer el gobierno para implementar todo ese plan para la gente en situación de calle si no paga en fecha los sueldos de los que ponen el cuerpo?
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Köhntarkösz 🇧🇫
Köhntarkösz 🇧🇫@Kohntarkosz_·
Hay 75.000 descendientes de libaneses en Uruguay con los cuales nadie de nuestra clase politica es capaz de solidarizarse tras los incesantes y criminales ataques en todo el Líbano, pero ojo, hablás mal de los sionistas genocidas y abren una comisión para censurar gente en un 2,5
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