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@_pdrow

Grêmio. Tornei-me insano, com longos intervalos de uma horrível sanidade.

PoA-Lajeado Katılım Ağustos 2010
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pdro 🇪🇪@_pdrow·
@ReidoSul1 Puts, aí não sei, não lembro dessas entrevistas. Mas devem ter mentido.
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Rei do Sul
Rei do Sul@ReidoSul1·
@_pdrow E pq deram entrevistas em dezembro que estava tudo bem encaminhado? Explica aqui pra nós.
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Rei do Sul
Rei do Sul@ReidoSul1·
Agora entendi, era só ter explicado. Rigo disse que Grêmio não tem patrocínio master pq as grandes empresas fecham sempre até outubro do ano anterior as programações de gastos pro ano seguinte. A direção nova assumiu em dezembro. Agora entendi... então esse é o motivo. E tb entendi que as entrevistas em dezembro e janeiro de que estava tudo bem encaminhado, por membros da direção, era tudo mentira. É isso né.
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Pai Bonet
Pai Bonet@BonetDouglas·
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Pai Bonet
Pai Bonet@BonetDouglas·
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JNS
JNS@_devJNS·
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Pai Bonet
Pai Bonet@BonetDouglas·
Serve para o Galo, mas não para o Grêmio. Que fase, senhoras e senhores.
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Sérgio Freire 
Sérgio Freire @sergiofreire·
O SELO DE TUTANKAMON Em 1922, o arqueólogo Howard Carter descobriu a tumba do faraó Tutankamon. Na entrada da câmera que dava acesso à tumba, Carter encontrou uma tranca, uma espécie de cadeado fechando a porta. Ela era feita de corda e possuía um delicado selo de barro com a figura de Anubis, deus dos mortos e moribundos. A corda esteve lá por 3.245 anos. Depois de fotografá-la com o cuidado dos arqueólogos, Carter abriu a tranca e se deparou com um dos mais impressionantes achados arqueológicos de todos os tempos. Fico imaginando a agonia dos arqueólogos: a angústia entre preservar e ir adiante. Deixar intocado algo que é muito caro ou romper o selo – caminho sem volta – e acessar o inacessível guardado? É uma pergunta boa para pensar as nossas angústias. Discursivamente, a angústia é a vontade de estar em dois lugares e não poder decidir por nenhum porque ambos são importantes, mas são mutuamente excludentes. Será que deixamos as coisas como estão em nossa vida ou encaramos a quebra de nosso selo de Tutakamon? Deixar como está, sem mexer no que precisa ser mexido e vir à luz, tem a vantagem de nos manter na zona do conforto do conhecido. A vida segue, mas sem mudanças estruturais, guardadas na câmara de nossa história. A tranquilidade aparente só é quebrada quando lembramos – ou somos lembrados – de que existe umas coisas a serem olhadas atrás da porta. Por outro lado, quebrar o nosso selo é um ato que clama coragem. Primeiro, é o movimento para o (des)conhecido. O que vamos encontrar lá? Vamos dar conta? Se foi guardado, não é para ficar lá, intocável? Segundo, destruir o selo é perturbar o sono dos mortos, cujo corpos embalsamados resistem ao tempo em nossos sarcófagos inconscientes. Anubis, que guarda nosso inconsciente, zela para que o ego permaneça fora de seus domínios. Por fim, mexer no que está guardado há tempos dói. A história para fazer sentido não pode ficar parada no tempo. Ela precisa ser trazida para o presente para ranger os seus sentidos. Isso é deliciosamente libertador. Para seguir adiante é necessário cortar os grilhões simbólicos que nos mantêm acorrentados a questões mal resolvidas, jogadas em tumbas, cheia de selos e cordas. Fazer arqueologia de nós mesmos requer vontade. Ver tudo aquilo que não demos conta de processar, de dar sentido, se oferecendo de novo aos nossos olhos – ou aos olhos de um analista-arqueólogo – em plena luz e sob um holofote é desafiador. Movimentos aparentemente fáceis, cortar a corta e quebrar o selo de barro são, por vezes, dolorosos demais para o sujeito. Às vezes escorre sangue. Daí que para muitos é mais fácil dizer: deixa como está, mexe nisso não. Afinal, se entramos na tumba, podemos sofrer a maldição do faraó. Dizem que Howard Carter encontrou na antecâmara um óstraco de argila com uma inscrição dizendo: “A morte vai atacar com seu tridente aqueles que perturbarem o repouso do faraó”. Racionalizamos e empurramos com a barriga o encontro necessário. Razões não nos faltam. No fundo, no fundo, o que nos (des)equilibra como seres humanos está mesmo guardado dos outros e de nós a sete selos de Tutankamon. A esse tesouro só se chega quebrando algumas coisas. É o preço do remendo. Topa?
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pdro 🇪🇪@_pdrow·
@kaleb_schuck Esse tem cara de jogar 3 jogos bons, se machucar e nunca mais jogar bem, sugando do clube tipo Cuellar e Willian
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Soccer News Grêmio
Soccer News Grêmio@soccergfbpa·
🚨 BASTIDORES QUENTES! Informação antecipada pela Rádio Imortal e confirmada nos bastidores: o Grêmio enfrenta dificuldades de comunicação com Gabriel Mec e seus representantes, pois ninguém atende as ligações do clube. A direção mantém como prioridade a venda do meia-atacante nesta janela junto ao Shakhtar, pois a oferta ainda está em pé. Caso não haja acordo para a transferência, o plano B é renovar o vínculo do jogador. No momento, porém, nenhuma das duas alternativas evoluiu, e o impasse segue aumentando. A novela Gabriel Mec está longe do fim. 👀 📸 Lucas Uebel/Grêmio FBPA
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Isa
Isa@IsaVasconcellos·
@WriteGingrWrite @bralternativo_ Mas pra ele preferir comer MCDONALD'S todos os dias, alguém apresentou o lanche no primeiro dia, no segundo dia, no terceiro... ele não descobriu o Méqui sozinho
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Brasil Alternativo
Brasil Alternativo@bralternativo_·
🇧🇷🧩 Mãe de menino autista mostra a rotina do filho, que come o mesmo lanche do McDonald's todos os dias. “Eu já estou quase virando sócia do restaurante!”, brinca a mãe.
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