@TVCineMundoo Assisti Backrooms hoje e tive que ir pra internet pra entender... Não achei ruim, mas também não achei bom.
Acabei de assistir "Obsessão" e esse sim é um filme bom!
Agora pretendo assistir Dia D mas estou com receio de perder meu precioso tempo.
🚨 NO CONFORTO DE SUA CASA! Os últimos filmes que chegaram nas “plataformas digitais” em FULL HD:
• Backrooms
• Girls Like Girls
• Mestres do Universo
• Dia D
• Passageiro do Mal
• A Fera do Pântano/Hungry
• The Furious
• Todo Mundo em Pânico 6
• Star Wars: O Mandaloriano e Grogu
• Avatar Aang: O Último Mestre do Ar
E muito mais!
@NestorCavalcan4 Só Deus sabe o extremo PAVOR que eu tenho de lacraia! Mãe colocou tanto medo em mim quando criança que eu não consigo nem matar um bicho desse quando via, pq na minha cabeça ela me picaria pelo chinelo 🤡 E os que sempre via eram filhotes...
Isso de mostrar o ângulo de fora do apartamento como se o público tivesse vendo tudo pela janela deixa a trama mais viva e até real, evitando deixar tudo fechado em estúdio. Amora Mautner fez isso na abertura e com #VerdadesSecretas2. #Quemamacuida
@hadtuiita A fazenda vem entrando na sua terceira safra: começou com a safra famosos, depois veio a safra subcelebridades e agora entrou na safra anônimos.
@Ti4oNoveleiro Lembro que quando eu era criança e ter Sky era moda, ter pacote com telecine era extremamente LUXO! Adorava quando eles serviam as migalhas do sinal aberto pra todos por dois dias.
Vieram fazer manutenção aqui no prédio e eu tenho certeza que quem fez essa manutenção eram bolsonaristas. Como eu sei? Pq na grade da minha porta tinha um adesivo do Lula colado desde 2022 e arrancaram hoje 🗣️.
Mas tudo bem, agora quando começar as campanhas política colo outro
@marestudos A gata da minha mãe passa muito uma vibe amadeirada de caminhoneira. Daí pra complementar, tem uma que tem todo jeito de homofobica e essa daí tá sempre lambendo a outra. As vezes a homofobica esquece e deixa essa lamber ela um pouquinho.
Há exatos 3 anos a Globo exibia em #VaiNaFé a morte de Dora (Claudia Ohana).
A sequência emocionante foi amplamente elogiada pela crítica especializada e destacou-se por abordar o câncer terminal e cuidados paliativos com leveza e dignidade.
A narrativa foi celebrada por mostrar o “rito de passagem” centrado no afeto e na aceitação da finitude. Ao invés de retratar a doença como punição, a autora Rosane Svartman focou em uma despedida humanizada, com Dora cercada pela família, organizando um bloco de carnaval como seu último desejo.