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Um fã hardcore de quadrinhos, mangás e cultura pop, sempre hypando animes como Steins;Gate e defendendo o poder da empatia do Superman!!!

Brasil Katılım Eylül 2013
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O card de Luffy que parou o Japão: conheça o P-159, o responsável pelo caos da Weekly Shonen Jump #33!!! Enquanto fãs de Blue Box lamentam a dificuldade de encontrar a edição que trazia o capítulo final do mangá após cinco anos de serialização, um card de papelão está fazendo a festa. Apresento o verdadeiro protagonista dessa polêmica: o Monkey D. Luffy P-159, o promo de 29 anos de One Piece que virou febre, bagunçou o mercado paralelo e fez a Shueisha imprimir 500 mil revistas extras — e, mesmo assim, não foi suficiente. A ilustração traz Luffy no visual do arco de Elbaf, cercado por uma quantidade absurda de comida, em clima de celebração — bem distante das poses de batalha padrão dos promos anteriores. Tecnicamente, o card tem custo 4, poder 5000, counter +2000, atributo Golpe e as características Elbaf, Quatro Imperadores e Bando do Chapéu de Palha, na cor vermelha. Seu efeito permite que outro personagem entre em jogo quando ele é nocauteado, funcionando como atacante nas fases intermediárias da partida. O card veio como brinde físico da Weekly Shonen Jump edição 33, lançada em 13 de julho de 2026 no Japão, em celebração aos 29 anos de serialização do mangá. Há também uma versão Foil separada, que será distribuída depois por meio de uma campanha de vendas por correio japonesa e deve ser ainda mais rara e cara. A Shueisha já sabia que o lançamento seria grande: anunciou que imprimiria 500 mil cópias a mais do que o normal por causa da popularidade do One Piece Card Game — uma decisão incomum, já que a editora normalmente não revela esse tipo de número. Não adiantou. A revista esgotou em livrarias e lojas de conveniência por todo o Japão depois que cambistas passaram a mirar especificamente no card-bônus. Funcionários de lojas de conveniência também se surpreenderam com a correria — um atendente relatou que os clientes começaram a pegar as revistas "no momento em que eu as coloquei na prateleira", descrevendo o clima como "um pouco assustador". A resposta é uma combinação de fatores: é um promo grande de aniversário dentro da Jump, algo raro; tem arte exclusiva feita para a ocasião; carrega o peso simbólico de quase 29 anos de One Piece impresso na mesma revista onde tudo começou; e, para completar, foi lançado dois dias depois do baralho inicial ST-31, focado justamente em uma estratégia vermelha com o Bando do Chapéu de Palha — ou seja, tem utilidade real dentro do jogo, não é só peça decorativa. Colecionadores de mangá e jogadores do TCG competem pelo mesmo card por motivos diferentes, o que só multiplicou a demanda. A escassez frustrou especialmente os fãs de Blue Box, já que a edição trazia o capítulo final da série após cinco anos de publicação. Mesmo com o capítulo disponível na edição digital, muitos leitores queriam a versão impressa como lembrança — e ficaram de mãos vazias enquanto cambistas lucravam com o Luffy de papelão. O P-159 conseguiu o que poucos cards conseguem: virou notícia nacional, esvaziou prateleiras em minutos, deixou fãs de outro mangá sem a edição física do final que esperavam há cinco anos — e tudo isso por causa de um pirata cercado de comida. Bem-vindo ao mundo dos colecionáveis japoneses em 2026.
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A crise de revenda da edição 33 da Weekly Shonen Jump ganhou um capítulo ainda mais triste nesta semana! Fotos circulando na internet mostram pilhas da revista jogadas nas ruas e em lixeiras pelo Japão, com o card promocional de Luffy já retirado. Revendedores compraram exemplares em massa apenas pelo colecionável — e descartaram o restante da revista sem nenhuma intenção de ler ou revender o conteúdo editorial. É como um McLanche Feliz em que alguém leva só o brinquedo e joga fora o hambúrguer intocado. A diferença é que, dentro daquelas pilhas descartadas, estava o capítulo final de "Blue Box", encerrando cinco anos de história — o mesmo episódio que leitores fiéis da série não conseguiram comprar em papel por falta de exemplares nas lojas. A Oricon entrevistou um dos responsáveis pelo esquema: um universitário que comprou 25 cópias em uma hora, percorrendo conveniências sem limite de compra por unidade, e revendeu os cards por cerca de 800 a 1.000 ienes cada — um lucro de aproximadamente 18 mil ienes na noite. Segundo ele, a motivação era simples: "é uma forma fácil de ganhar um trocado". Funcionários de conveniências relataram à Oricon terem sentido medo com o clima da correria — revistas sendo arrancadas das prateleiras no instante em que eram colocadas à venda. A Shueisha já havia impresso 500 mil cópias extras para tentar conter a demanda, mas o esquema de revenda organizada superou até essa margem. Editores do setor já sinalizam que a editora deve reconsiderar a estratégia de incluir colecionáveis físicos diretamente na revista, migrando para sistemas de sorteio exclusivos para assinantes digitais em futuras ações promocionais. 🗑️📚
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— encomendou uma abertura exclusiva, com animação nova e cenas que nunca existiram nos episódios originais.
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Curiosidade Marvel que poucos sabem: quando X-Men: The Animated Series (X-Men 92) chegou ao Japão, a emissora local não se contentou em só dublar —
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Curiosidade: Millis não é uma deusa, mas uma santa humana lendária que viveu durante as grandes guerras contra os demônios e se tornou o pilar da Religião de Millis, a fé mais importante e difundida entre os humanos no mundo de Mushoku Tensei. A Crunchyroll cometeu um erro na legenda ao chamá-la de deusa em alguns momentos — na verdade, ela é uma figura heroica semelhante a Joana d’Arc: uma guerreira santa que empunhou uma espada sagrada, realizou milagres e inspirou toda uma igreja. A Religião de Millis espelha o catolicismo medieval, com papa, cardeais, ordens de cavaleiros, rituais de casamento, relíquias sagradas e uma forte oposição aos “demônios”, tudo centrado no culto a essa santa humana que recebeu bênçãos divinas, mas nunca foi a própria divindade.
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Rudeus :Não É por que o cliff nunca viu outros isekais que prota tem mais de 10 minas .
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Diferenças entre o projeto original e novo para VINGADORES!
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A contagem regressiva para Vingadores: Doutor Destino entra na reta final — ingressos e trailer chegam nas próximas semanas Segundo relatos que circulam nas últimas horas, a Marvel Studios deve iniciar a venda antecipada de ingressos de "Vingadores: Doutor Destino" já na semana que vem nos Estados Unidos, com duração do filme estimada em 2h46min. O que já está confirmado: o painel da Marvel Studios no Hall H da San Diego Comic-Con acontece no sábado, 25 de julho, das 21h30 às 22h30 no horário local — o retorno do estúdio ao evento desde 2024, quando Robert Downey Jr. foi revelado como o Doutor Destino. A expectativa unanime entre a imprensa especializada é que o primeiro trailer completo seja apresentado durante o painel e liberado online no mesmo dia. O elenco confirmado é um dos maiores já reunidos pela Marvel: Chris Evans como Steve Rogers, Chris Hemsworth como Thor, Anthony Mackie como Capitão América, Sebastian Stan como Soldado Invernal, Paul Rudd como Homem-Formiga, além de todo o novo Quarteto Fantástico e representantes do time clássico de X-Men. Uma novidade recente aponta também para a aparição do Homem-Aranha de Tobey Maguire, com um uniforme inédito. "Vingadores: Doutor Destino" estreia no Brasil em 17 de dezembro de 2026, um dia antes dos Estados Unidos. 🧬⚡
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Nem One Piece salvou: edição da Weekly Shonen Jump desaparece das prateleiras e vira alvo de revenda no Japão A edição 33 da Weekly Shonen Jump, lançada em 13 de julho, esgotou em questão de horas em todo o Japão — e a revenda disparou antes mesmo do lançamento oficial. O motivo: a edição traz um card promocional exclusivo do Monkey D. Luffy, do jogo de cartas ONE PIECE, celebrando os 29 anos de serialização do mangá. A Shueisha imprimiu 500 mil cópias extras para tentar suprir a demanda — e mesmo assim não foi suficiente. O cenário ficou caótico: revendedores anunciaram cópias em sites de leilões antes mesmo do dia de lançamento, com preços chegando a dez vezes o valor de capa — cerca de 10 mil ienes por uma revista que custa em torno de 290 ienes. Livrarias como a TSUTAYA precisaram recorrer a vendas por sorteio, e muitas encerraram reservas antecipadamente diante da demanda descontrolada. Nas redes japonesas, leitores relataram filas desde antes da abertura das lojas e frustração generalizada com a impossibilidade de encontrar exemplares mesmo em conveniências. O detalhe que torna essa edição ainda mais especial é uma coincidência de calendário: a mesma revista traz o capítulo final de "Blue Box", de Kouji Miura, encerrando cinco anos de publicção (já comentado aqui no Action e Comics). Não é à toa que um dos comentários mais repetidos nas redes japonesas foi justamente a frustração de não conseguir ler o desfecho da série por falta de exemplares disponíveis. Relatos de lojas que deixaram cópias disponíveis para leitura gratuita no local, como forma de contornar a crise de revenda, circulam nas redes sociais japonesas — mas até o momento não encontramos confirmação oficial ou cobertura jornalística específica desse gesto. Fica o registro como boato positivo em meio ao caos, mas sem status de fato confirmado. 🎯📚
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Freddy Krueger volta para casa — só que a casa agora é a Paramount A Paramount fechou acordo com o espolio de Wes Craven para adaptar novamente o roteiro original de “A Hora do Pesadelo”, sob seu novo selo de gênero Paramount Primal. O projeto ainda sem título está em desenvolvimento prioritário no estúdio, e embora os detalhes da trama não tenham sido revelados, a produção promete se passar no universo do filme original de 1984. A franquia pertencia à New Line Cinema, hoje braço da Warner Bros., mas a viúva de Craven, Iya Labunka, e o filho do diretor, Jonathan Craven, recuperaram os direitos do roteiro original em 2019 graças a uma cláusula legal americana que permite a autores — ou seus herdeiros — reivindicar de volta os direitos autorais 35 anos após a publicação. Com a Paramount em processo de fusão com a Warner Bros. Discovery, Freddy Krueger deve acabar sob o mesmo guarda-chuva corporativo de qualquer forma — apenas em um selo diferente. “Estamos muito animados em fazer parceria com J.D. e Rafi e o time incrível que eles montaram na Paramount Primal”, declarou Labunka em comunicado. “Sabemos que Wes ficaria emocionado ao ver como o terror finalmente está conquistando seu lugar merecido no cânone cultural.” O selo Paramount Primal é comandado por J.D. Lifshitz e Raphael Margules, produtores por trás de “Barbarian”, “Companion” e “Amizade”, que deixaram a Warner Bros. em setembro de 2025 para fundar a nova divisão. Desde a estreia em 1984 — com Johnny Depp em sua primeira atuação no cinema e Robert Englund eternizando Freddy Krueger —, a franquia acumulou nove filmes, incluindo o crossover com “Sexta-Feira 13” e o remake de 2010, que arrecadou US$ 117 milhões sobre um orçamento de US$ 35 milhões, mas recebeu críticas mornas. Ainda não há confirmação sobre o retorno de Robert Englund ao papel. 🔪💤
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Hoje o mundo perdeu um homem que sempre soube misturar aventura, humor e muita ternura. Sam Neill, nosso eterno Dr. Alan Grant, nos presenteou com essa cena deliciosa: ele e seu amigo inflável Steven, o T-Rex, vivendo uma pequena aventura no quintal. No vídeo, ele olha para o dinossauro e pergunta, com aquele sorriso que a gente nunca esquece: “ — Você quer desenterrar alguns ossos hoje? — Tá bom? — Vamos lá!” Um momento simples, bobo e cheio de vida — exatamente como Sam era. Ele nunca perdeu a capacidade de brincar, de se encantar e de nos encantar. Mesmo depois de tantos anos, continuava sendo aquele cientista curioso que nos ensinava a amar os dinossauros (e a vida). Obrigado por tanta alegria, Sam. Obrigado por nos lembrar que, no final das contas, a maior aventura é viver com o coração leve e aberto. s2
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Sam Neill morre aos 78 anos, e Spielberg presta homenagem ao eterno Dr. Alan Grant Sam Neill morreu nesta segunda-feira, 13 de julho, em Sydney, na Austrália, aos 78 anos. A família confirmou o falecimento em comunicado nas redes sociais, descrevendo a perda como "repentina e inesperada", mas destacando que o ator seguia livre do câncer no momento da morte. Neill havia revelado em 2023 um diagnóstico de linfoma não-Hodgkin em estágio avançado e anunciou em abril deste ano que estava em remissão após participar de um tratamento experimental na Austrália. A causa exata da morte não foi divulgada. Steven Spielberg, que dirigiu Neill como o paleontólogo Dr. Alan Grant em "Jurassic Park" e em suas sequências, escreveu uma homenagem emocionada ao ator: "Devo gratidão a Roger Donaldson, Gillian Armstrong, Graham Baker e Phillip Noyce por escalarem Sam Neill em papéis tão brilhantes que chamaram minha atenção e o levaram a interpretar o Dr. Alan Grant", escreveu o diretor. Spielberg lembrou que Neill era "excepcionalmente colaborativo" e destacou a ironía de o ator interpretar um homem incomodado com crianças, quando na vida real era um pai extremamente dedicado aos próprios filhos. "Adorei fazer todos os filmes de Jurassic Park com ele. Ao lado de Laura Dern e Jeff Goldblum, sempre teremos nossa família jurássica, e Sam nunca será esquecido por nós ou por seus milhões de fãs ao redor do mundo", encerrou. Neozelandês de nascimento, Neill construiu uma carreira de mais de 50 anos e cerca de 150 produções entre cinema e televisão. Além de "Jurassic Park", destacou-se em "O Piano", de Jane Campion, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, em "A Caca ao Outubro Vermelho", como o Major Chester Campbell nas duas primeiras temporadas de "Peaky Blinders", e como Odin em "Thor: Amor e Trovão" (2022). O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, declarou que Neill "foi um dos grandes", enquanto o premiê australiano Anthony Albanese destacou o lugar especial do ator no coração do público australiano. Neill deixa quatro filhos e oito netos, além de dois projetos póstumos já finalizados: "Godzilla x Kong: Supernova", previsto para março de 2027, e "The Last Resort", com Daisy Ridley e Alden Ehrenreich. 🦖🕒

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Sam Neill morre aos 78 anos, e Spielberg presta homenagem ao eterno Dr. Alan Grant Sam Neill morreu nesta segunda-feira, 13 de julho, em Sydney, na Austrália, aos 78 anos. A família confirmou o falecimento em comunicado nas redes sociais, descrevendo a perda como "repentina e inesperada", mas destacando que o ator seguia livre do câncer no momento da morte. Neill havia revelado em 2023 um diagnóstico de linfoma não-Hodgkin em estágio avançado e anunciou em abril deste ano que estava em remissão após participar de um tratamento experimental na Austrália. A causa exata da morte não foi divulgada. Steven Spielberg, que dirigiu Neill como o paleontólogo Dr. Alan Grant em "Jurassic Park" e em suas sequências, escreveu uma homenagem emocionada ao ator: "Devo gratidão a Roger Donaldson, Gillian Armstrong, Graham Baker e Phillip Noyce por escalarem Sam Neill em papéis tão brilhantes que chamaram minha atenção e o levaram a interpretar o Dr. Alan Grant", escreveu o diretor. Spielberg lembrou que Neill era "excepcionalmente colaborativo" e destacou a ironía de o ator interpretar um homem incomodado com crianças, quando na vida real era um pai extremamente dedicado aos próprios filhos. "Adorei fazer todos os filmes de Jurassic Park com ele. Ao lado de Laura Dern e Jeff Goldblum, sempre teremos nossa família jurássica, e Sam nunca será esquecido por nós ou por seus milhões de fãs ao redor do mundo", encerrou. Neozelandês de nascimento, Neill construiu uma carreira de mais de 50 anos e cerca de 150 produções entre cinema e televisão. Além de "Jurassic Park", destacou-se em "O Piano", de Jane Campion, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, em "A Caca ao Outubro Vermelho", como o Major Chester Campbell nas duas primeiras temporadas de "Peaky Blinders", e como Odin em "Thor: Amor e Trovão" (2022). O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, declarou que Neill "foi um dos grandes", enquanto o premiê australiano Anthony Albanese destacou o lugar especial do ator no coração do público australiano. Neill deixa quatro filhos e oito netos, além de dois projetos póstumos já finalizados: "Godzilla x Kong: Supernova", previsto para março de 2027, e "The Last Resort", com Daisy Ridley e Alden Ehrenreich. 🦖🕒
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Depois de cinco anos, Blue Box termina exatamente onde sempre planejou terminar: na formatura "Blue Box" (Ao no Hako), de Kouji Miura, chegou ao fim nesta semana com o Capítulo 250, publicado na edição 33 da Weekly Shonen Jump. São cinco anos de serialização desde a estreia em abril de 2021, mais de 10 milhões de cópias em circulação e uma obra que nunca disputou capa com "One Piece" ou "Jujutsu Kaisen", mas construiu uma base de leitores fiéis dentro e fora do Japão. O mangá fechará com 28 volumes no total — o volume 27 chega ao Japão em 2 de outubro, e o volume final em 4 de dezembro. No Brasil, a série é publicada pela JBC. No penúltimo capítulo, Miura já havia avisado: "Na próxima semana é a cerimônia de formatura. Sempre planejei terminar ali. Espero que gostem". E foi exatamente isso que entregou — um final sem grandes reviravoltas, fechando a história de Taiki Inomata e Chinatsu Kano no momento em que o colegial termina e o futuro começa. Taiki, inclusive, perdeu nas Nacionais de badminton pouco antes do desfecho — uma escolha deliberada de Miura, que nunca usou resultados esportivos como recompensa fácil, preferindo medir o crescimento dos personagens pela jornada, não pelo troféu. Junto ao capítulo final, Miura compartilhou uma arte de despedida com todo o elenco acenando, acompanhada de uma mensagem pessoal aos leitores: "'Blue Box' chega ao fim no capítulo 250. Não existe felicidade maior do que desenhar algo que eu mesma achava bom e ouvir de outras pessoas que também acharam. Essa obra se tornou algo importante, que mudou a minha vida. Foram dias muito felizes. Muito obrigada!" A ilustração circula amplamente nas redes, com leitores descrevendo o desfecho como cinematográfico — calmo, reflexivo e fiel ao tom que sempre definiu a série. "Blue Box" faz parte de uma onda significativa de encerramentos na Shonen Jump em 2026, ao lado de "The Elusive Samurai" e "Hima-Ten!", que também fecharam suas histórias recentemente. A história continua, no entanto, em outro formato: a segunda temporada do anime estreia em 4 de outubro de 2026, agora sob produção do estúdio Electric Circus, após a Telecom Animation Film ser absorvida pela TMS Entertainment. A primeira temporada, com 25 episódios, está disponível na Netflix com dublagem em português. 🏸🏀
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三浦 糀@Amzk0303

「アオのハコ」250話で完結となります。 自分がいいと思って描いたものが、他の人にいいと言ってもらえるなんて これ以上の幸せありません。 私の人生を変える大切な作品になりました。 すごく幸せな日々でした! ありがとうございました!

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Supergirl caminha para encerrar a passagem pelos cinemas praticamente morta em todos os mercados As projeções mais recentes indicam que “Supergirl” deve fechar sua trajetória comercial entre US$ 130 milhões e US$ 145 milhões globalmente — um número muito distante do necessário para justificar o orçamento de produção entre US$ 170 milhões e US$ 186 milhões. O filme atualmente soma US$ 100,5 milhões acumulados, tendo levado dez dias para chegar a essa marca — um ritmo dramáticamente mais lento que “Superman” (2025), que atingiu o mesmo patamar em apenas três dias. O segundo fim de semana em cartaz expôs a gravidade do problema: queda de 74,1% na bilheteria doméstica, arrecadando apenas US$ 9,6 milhões — a segunda pior retração de segundo fim de semana para um filme da DC em mais de duas décadas, posicionando “Supergirl” numa faixa de desempenho entre “Morbius” e “As Marvels”. A média de apenas 17 espectadores por sessão reforça o tamanho do problema de ocupação das salas. Com a matemática padrão do mercado exigindo algo próximo de US$ 375 milhões globais para simplesmente empatar os custos, analistas projetam um prejuízo entre US$ 100 milhões e US$ 120 milhões para a Warner Bros. — sem confirmação oficial do estúdio até o momento. O resultado é particularmente sensível porque chega logo após o sucesso de “Superman”, colocando em xeque se o novo modelo criativo de James Gunn e Peter Safran tem fôlego para sustentar mais de um lançamento anual no DCU.
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X-Men perde três pilares em Vingadores: Doutor Destino — ausência de Jean Grey, Vampira e Tempestade pode esconder a maior tragédia do filme Enquanto Patrick Stewart, Ian McKellen, James Marsden, Rebecca Romijn, Kelsey Grammer, Alan Cumming e Channing Tatum retornam confirmados para “Vingadores: Doutor Destino”, três das heroínas mais importantes do time clássico de X-Men ficaram de fora: Vampira (Anna Paquin), Jean Grey (Famke Janssen) e Tempestade (Halle Berry) não fazem parte do elenco confirmado. Famke Janssen não poupou palavras sobre o assunto. Em entrevista à Nerdtropolis durante a SpaceCon 2026, a atriz declarou publicamente: “Acho que eles cometeram um erro, mas quem sou eu para dizer isso?” Janssen afirmou estar pronta para retomar o papel — inclusive prometendo uma “Fênix bem sombria” —, mas confirmou que a Marvel nunca fez contato. Ela não está sob nenhum acordo de confidencialidade, o que dá peso adicional à declaração. As teorias para a ausência se dividem entre questões práticas e narrativas. Na prática, o elenco de “Doutor Destino” já é um dos maiores da história do cinema — Vingadores, Quarteto Fantástico, Thunderbolts e X-Men somados —, o que torna cada nome adicional uma equação complexa de agenda e orçamento. No campo narrativo, a teoria mais forte sugere que o universo X-Men da Fox sofreu perdas pesadas nas incursões multiversais que motivam o filme, e que Jean, Tempestade e Vampira podem estar mortas ou simplesmente ausentes dessa linha temporal específica — dando peso emocional à luta dos sobreviventes contra Destino. Há ainda quem aposte que trazer a Fênix de volta resolveria o conflito rápido demais, dado o poder cósmico do personagem. Uma pista adicional circula entre a imprensa especializada: os trailers de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” já sugerem que Sadie Sink pode estar assumindo o manto de Jean Grey nesse novo capítulo do UCM — o que explicaria por que a Marvel optou por não trazer de volta a versão clássica da personagem ao mesmo tempo. “Vingadores: Doutor Destino” estreia no Brasil em 17 de dezembro de 2026.
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Gosto especialmente dos pequenos detalhes que fazem referência à sua evolução, como o momento em que ela domina o fogo que um dia a consumiu, ou a belíssima sequência que reforça que, apesar de tudo o que viveu, sua essência permanece a mesma.
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Linda abertura de encerramento de Mushoku Tensei, reimaginando a jornada de Eris com o toque único de Kyuu Hirano e Hiroe Mutsumi.
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Moana afunda na estreia — e já disputa com A Branca de Neve o título de pior abertura live-action da Disney "Moana" arrecadou US$ 43 milhões no mercado doméstico e US$ 52 milhões internacionalmente, fechando a estreia mundial em US$ 95 milhões — muito abaixo da projeção inicial da Disney, que apostava em algo entre US$ 60 milhões e US$ 65 milhões apenas nos Estados Unidos. O número final fica pouco acima dos US$ 42,2 milhões que "A Branca de Neve" arrecadou em 2025 — hoje o pior lançamento live-action da história recente do estúdio. Com orçamento de produção de US$ 250 milhões — sem contar os gastos de marketing —, analistas apontam que o filme precisaria de aproximadamente US$ 625 milhões globais apenas para atingir o ponto de equilíbrio, considerando o padrão de dois pontos e meio o valor do orçamento que grandes produções costumam exigir. A trajetória atual deixa esse número distante. A recepção é dividida de forma incomum: a crítica especializada rejeitou o filme com apenas 35% no Tomatômetro — abaixo até de "A Branca de Neve" (39%) —, enquanto o público que foi ao cinema aprovou com 90% no Popcornmeter e nota A- no CinemaScore. É o clássico cenário de quem viu, gostou — mas pouca gente foi ver. Entre os fatores apontados: a concorrência direta com "Minions & Monstros" e "Toy Story 5", a saturação da marca Moana apenas 19 meses após o lançamento bilionário de "Moana 2", e a própria pergunta que ecoou entre críticos: por que assistir a uma réplica quase plano a plano quando o original de 2016 está disponível no Disney+? Catherine Laga'aia estreia no papel-título, com Dwayne Johnson retornando como Maui, sob direção de Thomas Kail ("Hamilton"). Ironicamente, em meio às projeções já preocupantes antes da estreia, Johnson confirmou em coletiva no Brasil que "Moana 3" já está em desenvolvimento, com Jared Bush e Dana Ledoux Miller no roteiro — a mesma dupla por trás do sucesso bilionário da sequência animada. Outro desafio importante aparece já na próxima semana. Moana perderá suas principais salas IMAX e formatos premium para A Odisseia, novo épico dirigido por Christopher Nolan, reduzindo significativamente sua capacidade de recuperação nas bilheterias. Moana está em cartaz nos cinemas brasileiros desde 9 de julho de 2026.
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Personagens de Vinland Saga inspirados em figuras históricas que possuem estátuas pelo mundo: Thorfinn Karlsefni – Possui uma estátua na Filadélfia, nos Estados Unidos, e outra em Reykjavik, na Islândia. Gudrid – Sua estátua está localizada na Península de Snæfellsnes, na Islândia. Canuto – Possui uma estátua na Catedral de Lichfield, no Reino Unido. Leif Erikson – Também possui uma estátua em Reykjavik, na Islândia.
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