Valéria Affonso

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@afffonso22

Voltando ao X depois de um longo exilio. Prometo comportar-me moderadamente!😏

Sorocaba/ SP Katılım Şubat 2024
480 Takip Edilen282 Takipçiler
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Eduardo Girão
Eduardo Girão@EduGiraoOficial·
TODOS OS CAMINHOS LEVAM A CP(M)I DO BANCO MASTER JÁ! A maior fraude do sistema financeiro do País aguarda a instalação imediata de uma comissão parlamentar de inquérito há 5 meses!Agentes públicos dos 3 Poderes da República devem explicações,como ministros do STF,políticos poderosos(inclusive senadores)e até o Gov Lula q se reuniu c/Vorcaro fora da agenda.Alcolumbre não cumpre seu dever,mesmo tendo todas as assinaturas necessárias,pq tem conflito de interesse…Já pedimos seu afastamento p/omissão!A Boa notícia é q judicializamos e os dois mandados de segurança q estão nas mesas de Kassio Nunes(CPI-há 40 dias) e André Mendonça(CPMI-há 1 semana).O brasileiro clama p/Verdade;custe o q custar! #acordabrasil Paz & Bem
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Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV
🚨🍠🥃💰// BANQUETE DE LUXO APÓS POSSE DE NUNES MARQUES NO TSE GERA REVOLTA EM BRASÍLIA A posse de Kassio Nunes Marques na presidência do TSE terminou em uma festa milionária que virou alvo de críticas nas redes sociais e nos bastidores da política. O jantar exclusivo aconteceu no sofisticado Villa Rizza, às margens do Lago Paranoá, reunindo ministros do STF, STJ, TSE, empresários, advogados, artistas e integrantes da elite de Brasília. O ingresso custou R$ 800 por pessoa e o evento arrecadou cerca de R$ 640 mil. Segundo relatos, a noite contou com vinhos renomados da Vinícola Casa Valduga, espumantes, uísques Macallan , charutos cubanos de R$ 4 mil reais e shows de nomes como Gusttavo Lima, Jorge Aragão e Dudu Nobre. Entre os presentes estavam ministros do Supremo, integrantes da cúpula do Judiciário, o procurador-geral Paulo Gonet, além do técnico Vanderlei Luxemburgo. As imagens e relatos do evento geraram forte repercussão por acontecer em meio às dificuldades econômicas enfrentadas pela população brasileira. Críticos apontaram excesso de luxo e proximidade entre autoridades do Judiciário, políticos e empresários, enquanto defensores afirmam que o jantar foi privado e sem uso de dinheiro público. ➡️ via:/ Política Rápida 🚨⚠️
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🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷
A mãe trabalha 12 horas fora de casa , quando chega, é assim que ela encontra a casa.🫠😮‍💨 Que orgulho dessa mãe.👏 🎥luanaahbertii
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Rubinho Nunes
Rubinho Nunes@RubinhoNunes·
- Movimentar 3% do PIB em lavagem para o tráfico: nem um mês. - Pintar uma estátua com batom: 14 anos. Justiça seletiva de uma democracia relativa!
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Marina Helena
Marina Helena@marinahelenabr·
Um possível escândalo de conflito de interesses envolvendo o presidente do IBGE está passando batido.
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Romeu Zema
Romeu Zema@RomeuZema·
Se for pra ser mais um do mesmo, saio agora e desisto da minha pré-candidatura. Eu não decidi entrar na vida pública depois de 30 anos empreendendo e pagando imposto pra fazer igual os outros sempre fizeram.
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SOUL
SOUL@Soul221122·
Atual diretor presidente da ANVISA, Leandro Safatle é filho do ex guerrilheiro da ANL (Aliança Nacional Libertadora) Fernando Safatle e irmão do Psolista filósofo professor da USP Vladimir Safatle. Fala que as agências reguladoras da Índia e da China não estão no ranking das agências mais conceituadas. Porém a ANVISA autorizou o ministério da saúde comprar vacinas sem registro da Índia para o PNI e lava as mãos dizendo que não será responsável pela farmacovigilância do produto. jornalditoefeito.com.br/catalao-go/not… Vídeo: youtu.be/VKg4cNQ6m_U?si…
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Valéria Affonso
Valéria Affonso@afffonso22·
@JokMavX Bem, todos sempre soubemos quem é Flávio Bolsonaro. E mais, pra que a p... de um filme? Por que não fez campanha pix? Tantas formas de conseguir grana para esta finalidade. Enfim, pobre país! Pobre povo!
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MaverickJoker
MaverickJoker@JokMavX·
É hora de dizer com a clareza que dói, mas que liberta. Flávio Bolsonaro vir a público hoje alegar que "era patrocínio privado, sem irregularidade, conheci Vorcaro só em dezembro de dois mil e vinte e quatro" é exibição de ingenuidade fingida que não engana quem está acordado em maio de dois mil e vinte e seis. A nota do Flávio é, palavra por palavra, ressalvado o sotaque, exatamente a mesma estrutura defensiva que o Ciro Nogueira usou na semana passada quando foi alvo da Operação Compliance Zero. Ciro Nogueira disse "não sabia, não recebi, foi amizade pessoal, é perseguição". Flávio Bolsonaro diz hoje "não sabia, não recebi, foi patrocínio privado, é diferente do governo Lula". É o mesmo roteiro, mesma engenharia retórica, mesmo manual de blindagem por negação genérica. Quando dois políticos da mesma base aliada respondem ao mesmo escândalo com a mesma defesa, palavra por palavra, o que isso revela não é coincidência, é manual compartilhado entre operadores políticos do centrão e do bolsonarismo para lidar com vazamento financeiro em ano eleitoral. Flávio não é novato em política. É filho de presidente, foi deputado estadual no Rio de Janeiro, é senador da República no mandato atual. São mais de duas décadas de vida pública, com gabinetes funcionando, com assessores especializados, com acesso a comissões parlamentares, com leitura diária de relatório de inteligência financeira. O sujeito que ocupa cadeira no Senado Federal não pode, com cara séria, alegar que recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro em dezembro de dois mil e vinte e quatro "sem suspeita pública sobre o banqueiro". Suspeita sobre Vorcaro e Banco Master circulava em rede de bastidor financeiro brasileiro pelo menos desde dois mil e vinte e três. Como pode um senador da República, com mandato federal, com pré-candidatura presidencial em curso, com base eleitoral nacional, conhecer Vorcaro em dezembro de vinte e quatro e em poucos meses já estar negociando sessenta e um milhões em patrocínio para filme da família, sem nenhuma suspeita prévia sobre a origem do dinheiro? Não cola. Não para em pé. Não convence eleitor adulto. Conhecimento superficial não rende sessenta e um milhões em transferência. Vínculo financeiro dessa magnitude se constrói com tempo, com confiança mútua, com história prévia. Ou o Flávio está omitindo histórico anterior do contato, o que seria mentira por omissão, ou está dizendo a verdade e nesse caso revelou que aceita sessenta e um milhões de quase desconhecido sem fazer pergunta sobre origem, o que seria irresponsabilidade fiduciária grave para quem aspira ao Planalto. Em ambas as hipóteses, perde. A tese de que "dinheiro privado para filme privado" resolveria a questão é exibição de ingenuidade jurídica que não cabe em senador experiente. Quando banqueiro com sessenta e um milhões em jogo paga produção de filme biográfico do pai de senador, o que está em causa não é a categoria contábil do dinheiro, é o vínculo de gratidão política que se cria entre o financiador e o beneficiário. Em qualquer manual sério de direito constitucional, isso configura, no mínimo, conflito de interesses material, mesmo sem caracterização criminal direta. A defesa do Flávio é exatamente o tipo de defesa que ele próprio criticava em adversários políticos. "Não recebi dinheiro pessoalmente", "não foi para mim", "era para outra coisa", "não sabia da situação do operador". É a defesa padrão de político envolvido em escândalo financeiro, é o livro de manhãs do Mensalão, do Petrolão, do Lava Jato. Flávio criticava esse tipo de defesa quando o réu era do PT. Agora aplica a mesma defesa quando o réu é ele. A direita brasileira séria tem que aplicar a mesma régua, com a mesma firmeza, independentemente de quem esteja sentado no banco. E aqui cabe a memória pública, sem cerimônia. O Flávio tem histórico próprio que merece consideração, que vai do caso das rachadinhas no gabinete da Assembleia Legislativa do Rio, ao caso do Queiroz, à mansão comprada em dinheiro vivo. Não estamos falando de senador imaculado que foi vítima de armadilha pontual. Estamos falando de político brasileiro com biografia financeira já marcada por episódios anteriores, e que agora, em plena disputa presidencial, aparece em conversa direta com banqueiro preso, recebendo sessenta e um milhões para projeto familiar. E aqui entra um detalhe que ninguém quer dizer em voz alta, mas que o caso exige. Michelle Bolsonaro se afastou da operação política da família, recolheu-se publicamente, deixou de aparecer em coro com os filhos. O afastamento dela não é coincidência, é leitura silenciosa de quem viu, de dentro, o tamanho do problema que se instalou e preferiu não emprestar a própria imagem ao naufrágio. Quem entende o sinal, entende. Dinheiro grande na política brasileira nunca é honesto, é sempre cobrança de fatura futura, e o político adulto que aceita dinheiro grande sem perguntar a origem aceita também, automaticamente, a fatura que vai chegar. Flávio aceitou os sessenta e um milhões de Vorcaro. Agora paga a fatura em maio, com vazamento em plena temporada eleitoral, com pesquisa em queda, com defesa frágil idêntica à do Ciro Nogueira. A CPI do Master vai correr, e correr ela conta toda. Meu voto, em outubro, segue cravado em Zema, primeiro turno fechado, candidato com gestão real, base própria, currículo verificável, e sem sessenta e um milhões de banqueiro preso financiando filme.
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Lobista de direita
Lobista de direita@22lobista·
Kimpaim, vulgo rato australiano, vai ter que se contorcer para tirar o Flávio dessa.
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Nova Friburgo, Brasil 🇧🇷 Português
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Pri
Pri@Pri_usabr1·
Michelle Bolsonaro e Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, chamaram a atenção ao interagirem durante a posse de Kassio Nunes Marques na presidência do TSE.
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Felipe Saldanha
Felipe Saldanha@CajiSaldanha·
Quem empresta sua biometria ao sistema, está, tacitamente, aceitando as regras impostas por quem conta o nosso voto. Quem legitima essa república corrupta de Bostília é você!
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RoziSNews
RoziSNews@RoziSNews·
Que loucura 😱 “Isso não é política. É intimidação. Padilha acha que o Brasil virou a China? Um capítulo de Orwell? A Câmara já cobra explicações após denúncias de uma suposta "lista de médicos críticos" sob monitoramento do governo. Qual o próximo passo? Vigiar opinião? Punir posicionamento técnico? Quando um governo começa a monitorar médicos por pensamento ou critica publica, o problema deixa de ser sanitario. Vira ameaça à democracia…” @dr_francisco79
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Karina Michelin
Karina Michelin@karinamichelin·
Os Correios negociam um novo empréstimo de R$ 7 bilhões com garantia da União depois que o prejuízo da estatal praticamente triplicou no último balanço. E isso é apenas uma parte do problema. O plano total de socorro pode chegar a impressionantes R$ 20 bilhões até 2026 entre financiamentos, renegociações e apoio estatal para tentar impedir o falimento financeiro da empresa. O governo prepara mais uma operação clássica brasileira; privatiza-se a eficiência do mercado e socializa-se o prejuízo das estatais. Enquanto empresas privadas precisam sobreviver competindo, inovando, cortando custos e entregando resultado, os Correios seguem operando sob outra lógica - quando falta dinheiro, entra o contribuinte como garantidor. A “garantia da União” significa exatamente isso; se a estatal não pagar, o risco vai para o Estado brasileiro, ou seja, para a população. Tudo isso acontece enquanto os Correios perdem espaço há anos para gigantes privadas da logística e do e-commerce, enfrentam dificuldades operacionais crônicas, atraso estrutural e baixa competitividade. O discurso oficial fala em “modernização”, “reestruturação” e “investimentos logísticos”.Mas o país já ouviu essa promessa inúmeras vezes. A realidade é que o modelo estatal brasileiro frequentemente funciona assim, os lucros políticos ficam com governos, sindicatos e estruturas de poder; os prejuízos ficam com a sociedade. O governo discute bilhões para salvar uma estatal deficitária enquanto o brasileiro comum enfrenta juros sufocantes, carga tributária absurda e dificuldade para manter o próprio negócio vivo sem qualquer “garantia da União”. Quantos bilhões ainda serão despejados em estruturas ineficientes antes que alguém admita que o problema não é falta de dinheiro, mas sim o próprio modelo falido e corrupto que obriga a população a pagar pela sua falência?
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Valéria Affonso
Valéria Affonso@afffonso22·
@SamPancher Lula poderia arrumar as calças na sua casa antes de sair, que coisa mais ridícula arrumar as calças e a gente ter que olhar esta cena degradante. Meu desejo é que caia uma bomba nestas ocasiões. Se alguém o fizer, coloca a chave pix que eu contribuo.
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Sam Pancher
Sam Pancher@SamPancher·
Fascinado em como Alcolumbre e Lula evitaram contato visual durante toda a posse de Nunes Marques
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Questiona-te
Questiona-te@questiona_te·
🇵🇹 | Neste momento, milhões de cristãos estão em Fátima unidos a rezar por Cristo. Portugal ainda é dos países mais cristãos do mundo.
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
Grupo dono da Tok&Stok e da Mobly entra com pedido de recuperação judicial → x.gd/9i2Nr Companhia aponta que medida é consequência de ambiente desafiador, com juros ainda elevados, maior nível de endividamento das famílias e condições de crédito mais restritivas
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