
ágata ★
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ágata ★
@agatakyll
webputa, genital influencer, não-binario, qq pronome, não tem H no meu nome


e quando a @janadeporcelana disse que rosa fica melhor em pessoas pretas e todos os brancos do mundo se doeram pq é verdade?! eu comprovo


inclusive queria entender a brisa q os caras tem em puteiro e pagar mina do job kkkk uns bofe q as vezes nem são tão feios, até conseguiriam pegar as mina se tiver um desenrolo/papo daora, mas parece que tem fetiche em pagar puta. Os velho rico feio broxa eu até entendo

ACEITA! Performance COMPLETA de “Meia-Noite” no Domingão com Huck.







descobri que existe um fetiche q eu nunca imaginei existir, os cara tem fetiche em mulher fumando, existe pagina so com varios videos e fotos disso bizarro dms





Enquanto a gente não desestereotipar os clientes de trabalho sexual, as trabalhadoras também vão continuar sendo estereotipadas 😀 Da mesma forma que existem milhões de tipos de trabalhadora sexual, existem milhões de tipos de clientes. Os motivos podem ir de falta de capacidade de conseguir sexo até a ideia de que sexo casual com uma civil vai levar a uma carga sentimental que o cliente não quer aguentar naquele momento. Existem os com baixa autoestima, os com questões psicológicas, os homens com deficiências, os idosos. Mas também tem os caras ricos que tem fetiche em pagar, os novinhos que querem aprender e ganhar experiência antes de ir pra um encontro casual, os que enxergam a gente como seres humanos e gostam de pagar pela nossa companhia porque sabem que além da fantasia perfeita a gente oferece bons momentos, sinceridade e privacidade. "Mas com certeza tem os pervertidos!" Sim, e os pervertidos não são pervertidos só com a gente. Eles também são clientes de inúmeros estabelecimentos, a única diferença é que por a gente não ter proteção real, eles se sentem seguros pra se revelarem e muitas vezes nos agredirem. Mas na escola do filho são pais exemplares. Na farmácia, educadissimos. Tratar trabalho sexual como o único serviço contratado unicamente por homens grotescos (ou até como a causa deles existirem) não vai resolver os problemas de machismo e misoginia do mundo.


Enquanto a gente não desestereotipar os clientes de trabalho sexual, as trabalhadoras também vão continuar sendo estereotipadas 😀 Da mesma forma que existem milhões de tipos de trabalhadora sexual, existem milhões de tipos de clientes. Os motivos podem ir de falta de capacidade de conseguir sexo até a ideia de que sexo casual com uma civil vai levar a uma carga sentimental que o cliente não quer aguentar naquele momento. Existem os com baixa autoestima, os com questões psicológicas, os homens com deficiências, os idosos. Mas também tem os caras ricos que tem fetiche em pagar, os novinhos que querem aprender e ganhar experiência antes de ir pra um encontro casual, os que enxergam a gente como seres humanos e gostam de pagar pela nossa companhia porque sabem que além da fantasia perfeita a gente oferece bons momentos, sinceridade e privacidade. "Mas com certeza tem os pervertidos!" Sim, e os pervertidos não são pervertidos só com a gente. Eles também são clientes de inúmeros estabelecimentos, a única diferença é que por a gente não ter proteção real, eles se sentem seguros pra se revelarem e muitas vezes nos agredirem. Mas na escola do filho são pais exemplares. Na farmácia, educadissimos. Tratar trabalho sexual como o único serviço contratado unicamente por homens grotescos (ou até como a causa deles existirem) não vai resolver os problemas de machismo e misoginia do mundo.





