
超あいくち男爵!
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超あいくち男爵!
@aikuchi0
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Hoje foram divulgados os dados do mercado de quadrinhos referentes ao mês de março e o declínio da franquia X-Men é alarmante. A revista mais bem vendida dos X-Men foi X-Men United #1, na 11° colocação. As baixas vendas refletem diretamente as críticas e o desinteresse do público pelo que vem sendo publicado. Não se trata de pessimismo, vocês sabem da minha boa vontade com a franquia: há boas ideias e conceitos nessa fase atual, mas o conjunto da obra é tão sem brilho que até as boas propostas acabam sufocadas. O editor Tom Brevoort, ao assumir o comando da linha mutante em 2024, criticou a unidade da Era Krakoana, onde todas as HQs se passavam no mesmo lugar e eram fortemente conectadas. Sua promessa era apostar em diversidade de projetos, revistas independentes e dar protagonismo a personagens em HQs solo. No papel, parecia ótimo. Na prática, a execução foi falha, marcada por equipes criativas pouco inspiradas e por projetos que morreram cedo demais. Minha principal dúvida é sobre o motivo do baixo investimento nas HQs dos X-Men, é falta de criatividade editorial ou são limitações financeiras impostas pela Marvel/Disney? O resultado é uma franquia presa em um atoleiro. Não dá para simplesmente voltar à Era Krakoana com os nomes atuais, eles não dariam conta, nem retroceder ao básico do Instituto Xavier, isso eu acho que seria ainda pior. O que os X-Men precisam é de investimento real e criadores de peso, profissionais capazes de elaborar um plano de longo prazo e definir o futuro da franquia em nível conceitual, criativo e visual. Foi assim que Jonathan Hickman, Pepe Larraz e RB Silva iniciaram a Era Krakoana: com uma ideia forte e bem executada. É urgente uma nova visão, fresca e ambiciosa, que devolva relevância e grandeza à maior metáfora política dos quadrinhos. Os X-Men são grandes demais para não serem os protagonistas da Marvel.























