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@alt_niss

(conta nova) || EP Al-Kimiya ato I disponível nas ruas 🎧 || Em turnê com Don L 🎤

São Paulo, Brasil Katılım Mart 2024
64 Takip Edilen519 Takipçiler
Sabitlenmiş Tweet
Alt Niss
Alt Niss@alt_niss·
5 anos e 8 meses depois… Mt trabalho, mts momentos de desesperança em muito choro, muita luta pra chegar num lugar q eu sei q é meu. Sem querer ser melhor nem igual a ninguém. Somente EU. Mt obrigada a quem acredita. Al-Kimiya, ato I está disponível. sym.ffm.to/al-kimiyaatoi
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Teacher Paula Gabriela 🍎
Teacher Paula Gabriela 🍎@teacherpaulagab·
Gente, isso aqui é real? um episódio de black mirror, simplesmente
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𝒩 𝑒 𝒙
𝒩 𝑒 𝒙@Nexiraluv·
when y’all smoke together and he start freestyling 😒
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leko bala
leko bala@lekinhotrem·
Pprt, maior vontade de roubar
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Alt Niss
Alt Niss@alt_niss·
Exposição boa: o tamanho do pau, q tipo de corpo eu gosto de comer, qtas mulheres eu tenho, as cracuda de mídia que eu como 😃 Exposição ruim: lidar c as consequências das mentiras e d qdo eu meti o louco pq só queria comer bct e alimentar meu ego s nenhuma responsabilidade 😔
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Alt Niss
Alt Niss@alt_niss·
Estação mais triste do ano é a estação peida não lorenzeti
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maju
maju@majutorres_·
só fala mal de ariano quem nunca se relacionou com o pai do diabo que também é conhecido como leoninos
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van ...
van ...@DerVanDeNovo·
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ZXX
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nina
nina@crimedelacrime_·
Eu testando poses para pintar
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nina
nina@crimedelacrime_·
Eu tenho mta necessidade de acordar e atazanar alguém
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fill
fill@fillcarvalho·
o neymar ainda vai calar a boca de todo mundo que o defende
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Jones Manoel
Jones Manoel@jonesmanoel_PE·
Leiam, por favor.
David Deccache@deccache

Sim, claro, antes da iFood não existia entregador na pizzaria do bairro. Além disso, o iFood inventou uma tecnologia chamada bicicleta, criada especialmente para ser usada em entregas. Agora, saindo da provocação e indo para o debate real: o Brasil sempre conviveu com uma economia de subsistência que usa uma enorme massa de trabalhadores abandonados pelo Estado, pessoas que se submetem a qualquer coisa porque a alternativa é a fome e a miséria. Hoje, são as plataformas que cumprem esse papel de exploração. O ponto é que não temos que tolerar mais isso. Temos que discutir como e onde gerar empregos com dignidade. Como o Estado pode atuar, seja como empregador direto, seja induzindo bons empregos. Alguém pode argumentar que o atual estágio da automação torna impossível gerar empregos para todos. No capitalismo, ao que tudo indica, sim. Na verdade, no capitalismo neoliberal sem freios, certamente. A questão é que o avanço da tecnologia não deveria ser tratado como sinônimo natural de desemprego. O desemprego não é uma lei da natureza. Não é inevitável. É uma invenção e uma necessidade do capitalismo, o primeiro sistema que produziu miséria em meio a uma enorme abundância e que usa a tecnologia criada pelos seres humanos para escravizá-los. Em um mundo minimamente digno, os ganhos de produtividade da automação, da inteligência artificial ou de qualquer nova tecnologia deveriam servir para reduzir fortemente a jornada de trabalho, garantindo mais tempo livre, mais direitos, mais qualidade de vida e mais possibilidade de viver. Mas, no nosso mundo, a tecnologia inventada pela classe trabalhadora não é usada para que ela tenha mais tempo para descansar, estudar, conversar, se divertir ou sonhar. É usada para explorar ainda mais a própria classe trabalhadora. A uberização da nossa classe trabalhadora deveria ser tratada com seriedade. Não como algo natural. Não como “alternativa ao desemprego”, como se o desemprego também fosse uma força da natureza. Deveria ser um dos eixos do debate eleitoral. Deveria ser. Mas, infelizmente, há uma interdição no debate econômico brasileiro. O pavor da extrema direita nos paralisou. Não conseguimos ver além do “neoliberalismo progressista” como alternativa à destruição fascista. Os grandes temas e desafios foram jogados para baixo do tapete. Só se discute qual será a próxima medida de ajuste fiscal, ou quando virá a redução da taxa de juros do Banco Central que fará a economia brasileira encontrar seu rumo. Aliás, é bizarro a esquerda achar que é a redução da Selic que desenvolve um país, em vez de tratar isso como uma condição necessária e absolutamente insuficiente. Mas vamos voltar ao tema. A questão é que enquanto esses debates de superfície hegemoniza o imaginário da esquerda, as classes dominantes moem o nosso povo. Somos um país dominado pelo agro, que quer que o mercado doméstico se foda, que o meio ambiente se foda, porque exporta soja para a China fazer ração para porcos. Tudo isso com destruição de territórios, muito dinheiro estatal e concentração brutal de renda. A grana da exploração vai para formar bancadas políticas que defendem a nossa dependência e subordinação com orgulho. Claro, o setor primário-exportador também tem as mineradoras, que arrancam nossas riquezas e destroem o meio ambiente, deixando a conta da destruição para o povo. Do outro lado, vistos como mais modernos e elegantes, sediados na potente São Paulo, estão os bancos, tomando o dinheiro da classe trabalhadora com as taxas de juros mais altas do planeta. Ou seja: de um lado, um setor primário-exportador que aparelha o Estado, concentra riqueza, não gera porra nenhuma de emprego decente e ainda deixa um passivo ambiental brutal para o povo pagar. De outro, um setor rentista que toma o pouco que os trabalhadores têm por meio de juros criminosos. Como gerar empregos bons para o nosso povo no meio disso tudo? Não tem como. Com essas duas frações dominantes organizando o país, sobra um bolsão de desesperados. E esse bolsão, em vez de ser tratado como um problema nacional gravíssimo, vira matéria-prima barata para as plataformas, que têm se tornado a terceira força dessa tríade da destruição. É assim que o Brasil se torna, ao mesmo tempo, paraíso do agro, dos rentistas e das empresas de aplicativo. Um país com gente demais precisando aceitar qualquer coisa para sobreviver. Não está tudo bem só porque o desemprego vem caindo desde 2021. Os empregos gerados são uma merda. O trabalhador ganha mal. Está endividado até o pescoço. Trabalha muito. Não tem tempo de viver. Não tem tempo de estudar. Aliás, estudar para quê, em um país que não tem muito a oferecer aos pobres além de uma CLT destruída pela já naturalizada contrarreforma de Temer em 2017 e uma vida esmagada pela escala 6x1? A pergunta correta não é o que essas pessoas fariam sem Uber, iFood ou 99. A pergunta correta é que tipo de país aceita que milhões de trabalhadores só tenham como horizonte pedalar, dirigir e se arriscar todos os dias sem direitos, sem proteção e sem futuro.

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Alt Niss
Alt Niss@alt_niss·
quando vc tá traumatizada e não quer mais voltar pro Instagram :(
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