juridico marilda lorenzzo

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@amariliamesmo

aquela que não passa em musical

Katılım Aralık 2010
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mena | 📖
mena | 📖@zcahverse·
Me tirem uma dúvida, a galera do café forte sem açúcar, é a mesma do banho gelado independente das condições climáticas?
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Katharina Gurgel
Katharina Gurgel@Kathgurgel·
"Um dia descobri que cantava. O meu filho mais velho João Carlos estava morrendo e eu já tinha perdido 2 filhos e não queria perder mais um. Eu não tinha dinheiro pra cuidar do meu filho e ouvi no rádio que o programa do Ary Barroso de calouros Nota 5, estava com o prêmio acumulado. Não sei como, mas eu sabia que ia buscar esse prêmio! Fiz a inscrição e me avisaram que eu precisava ir bonita. Mas eu não tinha roupa nem sapatos, não tinha nada! Então, eu peguei uma roupa da minha mãe, que pesava 60kg e vesti, só que eu pesava 32kg, já viu né? Ajustei com alfinetes. Tudo bem que agora é moda ne? Hoje até a Madonna usa, mas essa moda aí fui eu que comecei viu? Alfinetes na roupa é muito meu, é coisa de Elza! No pé coloquei uma sandália que a gente chamava de “mamãe tô na merda”, e fui! Quando me chamaram, levantei e entrei no palco do auditório. O auditório tava lotado, todo mundo começou a rir alto debochando de mim. Seu Ary me chamou e perguntou: _ O que você veio fazer aqui? _ Eu vim cantar! _ Me diz uma coisa, de que planeta você veio? _ Do mesmo planeta seu Seu Ary. _ E qual é o meu planeta? _ PLANETA FOME! Ali, todo mundo que estava rindo viu que a coisa era séria e sentaram bem quietinhos. Cantei a música Lama. O Gongo não soou e eu ganhei, levei o prêmio e meu filho está vivo até hoje, graças a Deus! De lá pra cá, sempre levo comigo um Alfinete. Naquela época eu achava que se tivesse alimentos pros meus filhos, não teria mais fome. O tempo passou e eu continuei com fome, fome de cultura, de dignidade, de educação, de igualdade e muito mais, percebo que a fome só muda de cara, mas não tem fim. Há sempre um vazio que a gente não consegue preencher e talvez seja essa mesma a razão da nossa existência." Elza Soares
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juridico marilda lorenzzo
juridico marilda lorenzzo@amariliamesmo·
Queria tirar um dia pra passear no bom retiro sem ter limite de orçamento
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juridico marilda lorenzzo
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Meu irmão trocou de carro e o carro novo parece um carro da Polly que coisa mais fofaaaaaa
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juridico marilda lorenzzo
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Ontem minha grande amiga isa voltou pro liberdade e além da saudade que eu tava, ela é uma excelente profissional, nunca fui uma ave Maria tão bonita
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juridico marilda lorenzzo
juridico marilda lorenzzo@amariliamesmo·
Meu pai está na sala de casa e me ligou por WhatsApp pra conversar
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lis welch
lis welch@transletrada·
"Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato."
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ERIKA HILTON@ErikakHilton

Sim, estou processando o apresentador Ratinho. Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência. Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim. Ratinho interrompeu seu programa pra dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não menstruam não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são mulheres e que mulheres que não têm filhos não são mulheres. Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram. Foi contra todas as mulheres cis que nunca tiveram útero ou, por condições de saúde, como o câncer, precisaram removê-lo. Foi contra todas as mulheres que não podem ou não querem ter filhos. Foi contra as mulheres que perderam seus filhos ainda na gestação. O discurso de Ratinho foi, sim, para me atacar e atacar as pessoas trans. Mas demonstrou a misoginia, o ódio primal que essa figura nojenta tem de toda e qualquer mulher que não siga o roteiro que ele considera certo. E, para ele, mulheres são máquinas de reprodução. Eu quase me surpreendi ao assistir a um raciocínio tão retrógrado. Mas aí lembrei das notícias reportando que, em 2016, 128 anos depois da abolição da escravatura, Ratinho submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná. E o apresentador pode até querer viver nesse passado, dentro de sua cabeça. Se a preocupação com as denúncias que farei contra um escândalo envolvendo o seu filho e o crime de estupro de vulnerável mais tarde não ocupar toda a sua capacidade cerebral, é claro. Mas aqui fora, no mundo real, ele e o SBT pagarão pelos seus atos, na esfera cível e criminal. E eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis. Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.

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juridico marilda lorenzzo
juridico marilda lorenzzo@amariliamesmo·
Te amo Marília do passado que fez uma compra programada de desodorante que vai dar certinho o tempo
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