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Associação Nacional dos Auditores do Banco Central do Brasil

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O Pix é uma inovação brasileira que transformou a vida financeira de milhões de pessoas, mas uma infraestrutura desse tamanho não se sustenta apenas pelo sucesso que já alcançou. Para continuar funcionando com segurança, evoluindo e protegendo os cidadãos, o Banco Central precisa de estrutura, tecnologia e capacidade de investimento. É disso que trata a PEC 65/23: garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa para que o BC possa planejar, investir e agir com mais eficiência, sem abrir mão da supervisão do Congresso Nacional, do controle externo com auxílio do TCU e das diretrizes do Conselho Monetário Nacional. Pix forte exige Banco Central forte.
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Em reportagem publicada no InfoMoney, o jornalista Osni Alves destaca que a Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias - ANCORD oficializou apoio à autonomia completa do Banco Central. A manifestação ocorreu durante visita de Gabriel Galípolo à sede da entidade, em um encontro considerado histórico: foi a primeira vez que um presidente do Banco Central esteve presente na ANCORD, instituição que representa 90% do volume negociado na B3. Segundo a reportagem, o apoio tem como pano de fundo a PEC 65/23, que busca garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central, completando a autonomia operacional já prevista em lei. Em um sistema financeiro cada vez mais complexo, digital e exposto a novos riscos, o Banco Central precisa de estrutura compatível com suas responsabilidades. Para a ANBCB, esse reconhecimento amplia a compreensão de que a autonomia completa não é uma pauta interna. É condição para fortalecer a supervisão, proteger o investidor, sustentar a estabilidade financeira e garantir mais segurança ao cidadão.
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A fala de Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, reforça um alerta que a ANBCB vem tratando há bastante tempo: o Brasil precisa de mais estrutura para proteger seu sistema financeiro. Ao afirmar que a estrutura do Banco Central está empobrecida e que os servidores precisam ser valorizados, Mercadante aponta para um problema central, de que não há supervisão forte sem equipes fortalecidas, tecnologia adequada, orçamento compatível e capacidade institucional. O sistema financeiro brasileiro se tornou mais complexo, mais digital e mais sofisticado. Fraudes, operações irregulares, fundos estruturados e novos modelos de atuação exigem uma autoridade monetária capaz de acompanhar essa realidade com rapidez, profundidade e segurança. É nesse contexto que a PEC 65/23 se torna essencial. Ao garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central, a proposta cria condições para fortalecer a supervisão, ampliar a capacidade de fiscalização e proteger estruturas fundamentais para o país. Como afirmou Mercadante, mais Banco Central significa mais proteção para o sistema financeiro, mais segurança para o cidadão e mais estabilidade para o Brasil. Os Auditores do Banco Central, representados pela ANBCB, estão no centro desse trabalho.
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A autonomia financeira do Banco Central precisa ser debatida com base no texto real da proposta, não em interpretações desencontradas. Durante a apresentação do Relatório de Estabilidade Financeira de maio de 2026, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, esclareceu que a formulação atual sobre a relação entre Tesouro e Banco Central foi construída a partir de proposta da própria equipe econômica e consolidada pela AGU. A fala reforça um ponto essencial: a PEC 65/23 não busca fragilizar as contas públicas nem criar desequilíbrio institucional. O objetivo é dar ao Banco Central condições para administrar seus recursos, planejar investimentos e fortalecer sua atuação, com responsabilidade, transparência e controle público. A autonomia orçamentária, financeira e administrativa é necessária para que o BC acompanhe a complexidade do sistema financeiro, invista em tecnologia, recomponha sua estrutura e continue protegendo entregas essenciais para o país, como o Pix, a supervisão bancária e a estabilidade financeira. Debate sério exige leitura do texto, responsabilidade institucional e compromisso com os fatos.
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O debate sobre o fortalecimento institucional do Banco Central ganhou contornos ainda mais relevantes neste fim de semana. Durante o Fórum Esfera, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante defendeu publicamente a necessidade de fortalecer a estrutura institucional e operacional do Banco Central após o escândalo envolvendo o Banco Master. Mercadante afirmou que o modelo atual de supervisão precisa ser revisto diante da crescente complexidade do sistema financeiro, alertando inclusive que “o próximo escândalo será com os fundos de investimento”. As declarações reforçam que o debate sobre autonomia, orçamento, tecnologia e valorização das carreiras do Banco Central está diretamente ligado à capacidade do Estado de supervisionar o sistema financeiro, proteger o Pix, preservar a estabilidade financeira e garantir a segurança de infraestruturas críticas do país. Trata-se de uma discussão técnica e institucional, compatível com os desafios cada vez mais complexos do sistema financeiro brasileiro e com a necessidade de estruturas regulatórias robustas, dotadas de capacidade humana, tecnológica e operacional adequada.
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Em editorial publicado na seção “O que a Folha pensa”, a Folha de S.Paulo defendeu que o Congresso avance na autonomia financeira do Banco Central. O texto destaca que a autonomia operacional, aprovada em 2021, já demonstrou sua importância ao garantir mandatos fixos para os dirigentes e maior proteção contra pressões políticas na condução da política monetária. Mas esse avanço ainda precisa ser completado. Sem autonomia orçamentária e financeira, o Banco Central continua sujeito a limitações administrativas que afetam sua capacidade de planejamento, investimento e recomposição de quadros. A PEC 65/23 vai corrigir essa lacuna, permitindo que a instituição tenha condições de elaborar e executar seu orçamento, com recursos próprios da atividade de autoridade monetária, sem depender do caixa do Executivo. Autonomia financeira não significa ausência de controle. Significa completar um modelo institucional que já mostrou resultados e dar ao Banco Central condições reais para seguir cumprindo sua missão. O editorial também reforça que a proposta preserva prerrogativas institucionais: o governo segue responsável pela definição das metas de inflação e pela indicação dos dirigentes, enquanto o Senado mantém seu papel de sabatinar e aprovar esses nomes. Para a ANBCB, esse debate é essencial para o futuro da instituição, para a valorização de seus servidores e para a proteção da estabilidade econômica do país.
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Em coluna publicada no Estadão, o jornalista Celso Ming analisa o avanço do Pix e seus impactos no sistema financeiro brasileiro. O texto destaca como a ferramenta, criada pelo Banco Central em 2020, se consolidou como uma das principais infraestruturas de pagamento do país, reduzindo custos, ampliando o acesso da população aos serviços financeiros e transformando hábitos de consumo. Segundo a análise, o Pix movimentou R$ 35,6 trilhões em 2025, crescimento de 33,6% em relação ao ano anterior. O avanço também ajudou a intensificar a bancarização: mais de 96% da população adulta já tem conta bancária ou conta de pagamento. Esse reconhecimento reforça o papel estratégico do Banco Central na construção de soluções públicas modernas, eficientes e de alto impacto social. Mas uma infraestrutura dessa dimensão exige continuidade, segurança e capacidade permanente de inovação. Para que o Pix siga evoluindo, protegendo cidadãos e fortalecendo o sistema financeiro, o Banco Central precisa de estrutura, tecnologia, pessoal e autonomia para planejar e investir. Os Auditores do Banco Central, representados pela ANBCB, integram esse esforço de construção, supervisão e proteção de um sistema financeiro mais moderno, acessível e seguro para o Brasil.
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Segundo levantamento divulgado pelo economista e Auditor do Banco Central Bruno Pires Tiberto, 84% dos bancos centrais do mundo têm autonomia orçamentária. O Brasil ainda não, e autonomia incompleta limita o BACEN. Esse dado ajuda a explicar uma lacuna central no modelo brasileiro. O Banco Central já conquistou autonomia operacional, com mandatos fixos para sua diretoria e maior proteção contra interferências políticas na condução da política monetária. Mas essa autonomia ainda não é completa. Sem autonomia orçamentária, financeira e administrativa, a instituição continua limitada para planejar investimentos, recompor equipes, modernizar sistemas e fortalecer sua capacidade de supervisão sobre um sistema financeiro cada vez mais complexo. A PEC 65/23 busca alinhar o Banco Central do Brasil às melhores práticas internacionais, garantindo condições reais para que a autoridade monetária cumpra suas responsabilidades com estrutura, previsibilidade e controle público. A autonomia orçamentária não afasta o Banco Central do Estado. Pelo contrário: fortalece sua capacidade de servir ao país, com supervisão do Congresso Nacional, controle externo com auxílio do TCU e responsabilidade institucional. Se 84% dos bancos centrais do mundo já contam com autonomia, o Brasil precisa enfrentar essa lacuna. Sem autonomia orçamentária, a autonomia não é completa.
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Tony Volpon 🇧🇷 🇺🇸
Já está na hora! Somente aqueles que querem dobrar o BC a seus propósitos estão contra essa proposta.
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Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, voltou a defender a autonomia orçamentária, financeira e administrativa da instituição como condição para garantir a continuidade e a qualidade das entregas do BC. Segundo reportagem do UOL, assinada pelo jornalista João José Oliveira, Galípolo alertou que, sem recursos adequados, o Banco Central poderá ter que “escolher o que cobre e o que não cobre”, diante da falta de pessoal, da limitação orçamentária e da necessidade crescente de investimento em tecnologia. O alerta é grave porque o sistema financeiro brasileiro está cada vez mais complexo, digital e sofisticado. Pix, supervisão bancária, combate a fraudes, regulação de fintechs e proteção da estabilidade financeira exigem estrutura compatível com esse desafio. É nesse contexto que a PEC 65/23 ganha urgência: a proposta busca garantir autonomia para que o Banco Central possa planejar, investir, realizar concursos, fortalecer suas equipes e responder com mais eficiência aos riscos do sistema financeiro. Cobrar mais do Banco Central sem dar estrutura é empurrar a instituição para uma escolha que o país não deveria aceitar: decidir o que consegue ou não proteger. Sistema financeiro seguro exige Banco Central com estrutura.
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No podcast “O Assunto” (18/05), do G1, o economista Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, ex-secretário de Fazenda e Planejamento de São Paulo e ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, analisou os desafios do Brasil no enfrentamento aos crimes financeiros. A fala reforça um ponto central: o país tem quadros técnicos qualificados, mas isso não basta diante da sofisticação crescente do mercado financeiro e das organizações criminosas. Para Salto, o Banco Central precisa ser fortalecido do ponto de vista orçamentário, salarial, tecnológico e de concursos públicos, porque atua sobre um dos setores mais complexos e sofisticados do país. Os casos recentes mostram que fraudes, sonegação, lavagem de dinheiro e estruturas financeiras complexas impõem um desafio permanente ao Estado. Sem instrumentos adequados, recursos suficientes e equipes valorizadas, a fiscalização corre sempre atrás do problema, quando deveria ter condições de preveni-lo. É exatamente nesse ponto que a PEC 65/23 ganha relevância: ao garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central, cria condições para investimento, recomposição de quadros e fortalecimento da supervisão. Fortalecer o Banco Central não é uma pauta interna. É proteger o sistema financeiro, a economia e o cidadão brasileiro.
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O adiamento da votação da PEC 65/23 na Comissão de Constituição e Justiça do Senado reacendeu um alerta importante sobre o futuro do Banco Central. Em nota conjunta mencionada pelo jornalista Heraldo Pereira no Jornal Nacional, da Rede Globo, 14 entidades ligadas ao setor financeiro, entre elas a Febraban e a Associação Brasileira de Bancos, manifestaram apoio ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e à autonomia financeira e orçamentária da instituição. O sistema financeiro brasileiro cresce em complexidade, tecnologia e volume de operações. Pix, supervisão bancária, combate a fraudes, regulação de fintechs e proteção da estabilidade financeira exigem uma autoridade monetária com estrutura compatível com suas responsabilidades. A PEC 65/23 busca exatamente isso: garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa para que o Banco Central possa planejar, investir, fortalecer suas equipes e responder aos desafios atuais e futuros com eficiência. Quando diferentes segmentos do sistema financeiro reconhecem a urgência dessa pauta, fica evidente que o debate vai além de uma demanda interna. Trata-se de uma medida necessária para proteger a estabilidade do sistema e a segurança dos cidadãos. Banco Central forte é proteção para o Brasil.
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Plínio Valério
Plínio Valério@PlinioValerio45·
Lendo na CCJ meu parecer favorável a PEC 65, que dá a necessária autonomia financeira e orçamentária do Banco Central e a fundamental blindagem e gratuidade constitucional do PIX. Com a PEC só o BC pode gerir o PIX e fica vedada qq cobrança de taxa p pessoa física. É a PEC do Pix
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Auditores do Banco Central, representados pela ANBCB, e demais servidores da instituição se reuniram em frente à sede do Banco Central, em Brasília, em mobilização pela aprovação da PEC 65/23 e em defesa do fortalecimento institucional da autoridade monetária. Cerca de 500 servidores compareceram ao longo da manifestação. O movimento reforçou a importância da autonomia orçamentária, financeira e administrativa para que o Banco Central tenha condições reais de planejar, investir em tecnologia, recompor equipes e sustentar serviços essenciais para a sociedade. A pauta também destacou a defesa do Pix, da supervisão bancária, do combate a fraudes e da estabilidade do sistema financeiro, áreas que dependem diretamente de uma instituição forte, estruturada e capaz de acompanhar a complexidade do mercado atual. Mais do que um ato dos servidores, a mobilização foi um chamado pelo futuro do Banco Central e pela proteção das entregas que impactam diariamente a vida dos brasileiros. Defender a PEC 65/23 é defender uma instituição pública mais preparada, servidores valorizados e um sistema financeiro seguro, moderno e confiável para o país.
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Em fala no Senado Federal nesta terça-feira (19/5), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi direto ao tratar dos desafios expostos pelo caso Banco Master: apesar de pressões externas, avaliações favoráveis de mercado e da narrativa de que havia um banco “injustiçado”, foi a atuação técnica do Banco Central que identificou os problemas e conduziu a liquidação da instituição. O alerta principal veio em seguida: não basta cobrar mais supervisão, mais fiscalização e mais capacidade de resposta se o Banco Central continua operando com menos pessoal, menos orçamento e menos instrumentos do que necessita para acompanhar a crescente complexidade do sistema financeiro. Galípolo também reforçou um ponto central: o Banco Central não pode negociar seu mandato nem se render a pressões políticas ou econômicas. A credibilidade da autoridade monetária depende justamente da capacidade de manter decisões estritamente técnicas, mesmo quando elas desagradam interesses relevantes. Ao comentar a PEC 65/23, o presidente destacou que, sempre que a proposta avança, surge um novo obstáculo para impedir sua evolução. E essa demora tem custo. Enquanto o sistema financeiro se torna mais sofisticado e complexo, a estrutura responsável por supervisioná-lo segue limitada. A PEC 65/23 busca justamente enfrentar esse descompasso, garantindo autonomia orçamentária, financeira e administrativa para que o Banco Central tenha condições reais de investir em tecnologia, recompor quadros técnicos e fortalecer a supervisão financeira. O caso Banco Master deixou uma mensagem clara: o Banco Central continua cumprindo seu papel técnico, mesmo sob pressão. Mas não é possível exigir respostas cada vez maiores de uma instituição sem garantir a estrutura necessária para sustentá-las. Sistema financeiro forte exige Banco Central forte.
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Em artigo publicado no Valor Econômico, Bruno Pires Tiberto, Doutor em Economia, Auditor do Banco Central e vencedor do Central Banking Awards 2026, reforça um ponto essencial no debate sobre a autonomia do Banco Central: instituições autônomas não atuam fora do Estado, nem sem controle público. Pelo contrário, a experiência internacional mostra que bancos centrais mais estruturados operam com mandatos claros, prestação de contas, coordenação institucional e mecanismos formais de responsabilidade. No caso brasileiro, a PEC 65/23 busca completar um processo iniciado com a autonomia operacional, garantindo também autonomia orçamentária, financeira e administrativa. Isso significa dar ao Banco Central condições reais para planejar, investir, supervisionar o sistema financeiro e proteger infraestruturas essenciais, como o Pix. Autonomia não é liberdade sem controle, é capacidade institucional com responsabilidade, supervisão e compromisso público. Um Banco Central forte, técnico e bem estruturado não se afasta da sociedade. Ele protege a estabilidade econômica, fortalece a confiança no sistema financeiro e melhora a vida dos cidadãos.
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Em artigo publicado no Estadão, Thiago Cavalcanti e Guilherme Solino, presidente e vice-presidente da ANBCB, defendem que a PEC 65/23 não representa ruptura democrática nem “cheque em branco” ao Banco Central. O texto reforça que a proposta busca garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa para que o BC tenha condições reais de cumprir sua missão institucional, mas mantendo mecanismos claros de controle, fiscalização e prestação de contas. O Banco Central continuará submetido à supervisão do Congresso Nacional, ao controle externo com auxílio do Tribunal de Contas da União e às diretrizes institucionais do Conselho Monetário Nacional. Autonomia, portanto, não significa ausência de responsabilidade. Significa fortalecer uma instituição pública essencial para que ela possa planejar, investir, supervisionar o sistema financeiro e proteger a sociedade com mais eficiência. A ANBCB segue defendendo um debate baseado em fatos, responsabilidade pública e compromisso com a estabilidade do país. Leia completo em: estadao.com.br/opiniao/espaco…
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Em fala na IV Conferência Anual do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo destacou que o país enfrenta um cenário desafiador, marcado por sucessivos choques de oferta, eventos climáticos, tensões geopolíticas e impactos sobre preços de itens essenciais, como alimentos e energia. Esses choques não nascem da política monetária, mas afetam diretamente a vida das pessoas. Quando o custo de vida sobe, quem sente primeiro é o cidadão, especialmente as famílias de menor renda. É nesse contexto que o Banco Central precisa atuar com vigilância, responsabilidade e compromisso com sua missão principal: conduzir a política monetária para manter a inflação sob controle e preservar a confiança na economia. O desafio é separar o que é efeito temporário de um choque externo daquilo que pode contaminar expectativas, salários, contratos e preços futuros. Essa leitura exige análise permanente, dados consistentes e capacidade técnica para tomar decisões difíceis no momento certo. Controlar a inflação não é apenas uma meta econômica. É uma forma concreta de proteger renda, planejamento e estabilidade para milhões de brasileiros. E o papel dos Auditores é fundamental nesse processo, por isso a ANBCB encampa a proteção dos Servidores do Banco Central, e defende a autonomia do Banco Central do Brasil.
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Em reportagem publicada na Exame, o jornalista Luciano Pádua destacou a fala de Larry Fink, CEO da BlackRock, uma das lideranças mais influentes do mercado financeiro global, sobre o Pix e a digitalização financeira no Brasil. Durante evento promovido pela Amcham e pela BlackRock, em Nova York, Fink afirmou: “Tenho inveja do que o Banco Central do Brasil fez ao criar o Pix. Gostaria que tivéssemos isso aqui.” A declaração reforça o reconhecimento internacional de uma das maiores entregas do Banco Central do Brasil. O Pix se consolidou como uma infraestrutura pública digital capaz de ampliar inclusão financeira, reduzir custos, formalizar transações e transformar a relação dos cidadãos com o sistema financeiro. Para a ANBCB, esse reconhecimento evidencia a importância de um Banco Central forte, inovador e com capacidade institucional para sustentar, proteger e evoluir sistemas estratégicos como o Pix. Por trás dessa construção estão servidores altamente qualificados, entre eles os Auditores do Banco Central, que contribuem diariamente para a segurança, a eficiência e a credibilidade do sistema financeiro brasileiro. Leia a reportagem em exame.com/economia/tenho…
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A PEC 65/23 busca garantir autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central, fortalecendo sua capacidade de supervisão, investimento e resposta diante de um sistema financeiro cada vez mais complexo. Neste carrossel, explicamos de forma simples como a proposta funciona, quais mecanismos de controle permanecem e por que esse debate impacta diretamente a segurança financeira e a vida do cidadão brasileiro.
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