André Horta

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André Horta

André Horta

@andrehorta41

Apaixonado pela família e pelo futebol

Rio de Janeiro, Brasil Katılım Haziran 2015
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Danilo Jeolás
Danilo Jeolás@danilojeolas·
80 anos depois e a Rússia volta a libertar Paris...
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Tricolor Nostálgico
Tricolor Nostálgico@Trinostalgico_·
2 ANOS SEM TÍTULOS ERA PRESIDENTE NO CAIXÃO! Foi assim em 1982. Fluminense FC vivia a "seca" de dois anos sem títulos, algo que era motivo de enorme crise para os torcedores tricolores. Em uma partida no Maracanã, a torcida ocupou a geral e armou um velório para Sylvio kelly.
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André Horta
André Horta@andrehorta41·
Vaga na Libertadores garantida, agora é bater o Vasco.
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Paulo Brito
Paulo Brito@PauloFBS·
🚨 | Mas ja? IGOR RABELLO ESTÁ FORA DOS PLANOS DO FLUMINENSE PARA 2026 Zagueiro foi contrato há três meses e só entrou em campo uma vez De solução imediata a preterido. Uma das contratações mais polêmicas da atual temporada do Fluminense, o zagueiro Igor Rabello segue sem espaço desde que chegou ao Time de Guerreiros. Sem conseguir conquistar a confiança de Zubeldía, mesmo nas situações mais críticas da zaga tricolor, o atleta atuou apenas uma vez desde que chegou. Em cima disto, no que depender da diretoria, seu destino será longe das Laranjeiras na próxima temporada. A possibilidade de retorno de Nino, fora as predileções por Freytes, Ignácio e Thiago Santos - além de Thiago Silva - diminuem ainda mais as chances do atleta que veio do Atlético-MG e assinou até o final de 2027 com o Fluminense. Também existe o desejo de dar rodagem para alguns jovens da base no setor, sobretudo no Carioca. Neste cenário, portanto, a ideia é negociá-lo em definitivo, mas um empréstimo não está fora de pauta. O problema, contudo, é o próprio jogador, que não demonstra o desejo de deixar o clube. Igor Rabello é cria do Futsal do Fluminense, onde chegou em 2004, aos nove anos de idade. Em 2005, fez a transição para o futebol de campo, em Xerém. Pela base tricolor, conquistou os títulos da Copa Rio Bonito, da Copa Light Sub-11 e da Taça Minas Gerais Sub-15. O defensor também fez parte do elenco campeão carioca, da Taça Rio e do Torneio Guilherme Embry Sub-17 de 2012. O defensor se profissionalizou pelo Botafogo, onde atuou até 2019. Após se destacar, Igor Rabello foi comprado pelo Atlético-MG, se tornando o zagueiro mais caro da história do clube. Pela equipe mineira, conquistou o Campeonato Brasileiro de 2021, a Copa do Brasil de 2021, a Supercopa do Brasil de 2022 e seis Campeonatos Mineiros de 2020 a 2025. 📸 | Divulgação/FFC
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Daniel K B
Daniel K B@DKBurman·
Vamos falar a verdade? O jogo está uma belíssima porcaria. Vitória x Mirassol tava bem melhor
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André Horta
André Horta@andrehorta41·
@VerdadeFlu O melhor era estarmos todos juntos. É nisso que eu acredito. Ninguém nunca vai concordar com todos os nomes que formam a chapa. Os poréns sempre vão existir. Tanto em situação, como em oposição. Eu pensei no Fluminense. Mas eu entendo muito bem seu questionamento.
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FLU-VERDADE
FLU-VERDADE@VerdadeFlu·
@andrehorta41 O melhor pro Fluminense era o Ademar e essa turma que tá com ele, na coordenação de campanha? Vc JURA que acredita nisso? A eleição acabou. Vc acredita nisso, de verdade?
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André Horta
André Horta@andrehorta41·
@VerdadeFlu Não houve chantagem. Simplesmente bom senso. Não vou levar adiante, algo que não vai prosperar, como manter uma pré candidatura. Então não pensei em mim e sim, no Fluminense. Eu entendo e concordo com a maioria dos seus questionamentos. Com esse de hoje não.
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FLU-VERDADE
FLU-VERDADE@VerdadeFlu·
@andrehorta41 Eu fico assustado de você, Rolim e outros terem se submetido à chantagem do Ademar. Pq eu sei que nenhum de vcs acha que esse cara é o melhor nome ou qualificado.
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André Horta
André Horta@andrehorta41·
@VerdadeFlu Porque às vezes ofende. Você nas suas críticas bota todo mundo no mesmo saco. Em 2016 eu nem saí de casa. Só posso responder que eu me juntei ao Ademar. Ele é o candidato. Eu não odeio o Mário. Nunca me fez nada. Eu discordo totalmente dele. Simples.
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FLU-VERDADE
FLU-VERDADE@VerdadeFlu·
@andrehorta41 Pq, exatamente!? Em 2016 criaram um Frankstein com a desculpa de que tinham que vencer o Mario. Deu no que deu. Qual a alegação esse ano para se juntar a Monteagudo e cia. Vocês não formaram uma oposição. É um conjunto de pessoas que odeiam o Mário.
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André Horta
André Horta@andrehorta41·
@arrais_ademar Não adianta explicar Ademar, sempre vai ter um imbecil tentando falar que destruiu.
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Ademar Arrais
Ademar Arrais@arrais_ademar·
Muita gente repete o “troca-troca” como se o Horta tivesse acordado um dia decidido a distribuir jogador por bondade, mas a história real — a documentada — é outra. A Máquina já estava montada, caríssima e brilhando depois das contratações de impacto como Rivellino, PC Caju, Carlos Alberto Torres e Mário Sérgio. O “troca-troca” nasce dentro desse contexto, em 1976, quando Horta faz a troca mais famosa e mais bem-sucedida da história do futebol carioca: Zé Roberto, Toninho e Roberto → Renato, Rodrigues Neto e Doval. Isso é fato — e mais: Doval chega, vira artilheiro do Carioca e decide o título na prorrogação contra o Vasco. Documentos e entrevistas da época mostram que Horta defendia as trocas como “craque por craque” para manter o Fluminense competitivo e o campeonato forte, o que era essencial para a política do Maracanã e para a economia do futebol carioca, que vivia de renda, visibilidade e grandes clássicos. Há registros de que essas trocas se expandiram também para negociações com Botafogo e Vasco, algo visto na época como ousado, moderno e até benéfico para o espetáculo — muito distante da caricatura de “doação”. Do outro lado da história, há outro fato incontornável: o desmonte da Máquina não acontece na gestão Horta. A sequência de saídas, o enfraquecimento do elenco e a perda de fôlego esportivo só começam depois da sua saída, especialmente a partir de 1978 com a transferência de Rivellino para o Al-Hilal — já com outra administração. A historiografia registra isso de forma consistente: a Máquina se esgota porque o clube, após Horta, não consegue manter salários, repor peças e sustentar o mesmo padrão de ousadia e gestão que marcou 1975–76. É daí — anos depois — que nasce o mito conveniente de que “Horta destruiu o que criou”. Mas o que os fatos mostram é outra coisa: ele montou o maior time da nossa história, venceu títulos, lotou o Maracanã, ganhou torneios internacionais e ainda trouxe Doval para decidir campeonato. O resto é leitura tardia de quem não conseguiu manter o padrão que ele estabeleceu.
Giba Perez@GibaPerez

Presidente Francisco Horta, que montou a Máquina Tricolor na década de 70, chega para votar nas Laranjeiras

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Fluminense F.C.
Fluminense F.C.@FluminenseFC·
Nossos sentimentos aos parentes e amigos do grande tricolor Paulo Roberto Andel. Força nesse momento difícil.
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