
Andy Bianchini
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Andy Bianchini
@andybianchini_





Plano de John Textor é não pagar aporte feito ao Botafogo. O empréstimo de US$ 20 milhões (R$ 103,9 milhões e que, nos próximos meses, deve totalizar US$ 50 milhões, cerca de R$ 259,8 milhões) trazido por Textor ao Botafogo e usado para levantar o transfer ban tem taxas de juros altíssimas, quase impagáveis, porque o plano hoje é não pagá-las. Os aportes foram feitos pelos investidores Hutton Capital e GDA Luma, empresa especializado em reestruturação de "ativos podres" - instituições endividadas - e tem interesse em assumir controle dos clubes de futebol hoje dentro da Eagle. Esses empréstimos feitos por Hutton e GDA são o primeiro passo em uma operação para isso que aconteça - por isso, são conversíveis em "equity", participação acionária. Na prática, ao invés de devolver o dinheiro com juros, John Textor e o Botafogo podem, no futuro, pagar essa dívida com ações. Os investidores passariam a ser acionistas ou até donos da SAF. Via: @UOLEsporte / @pedrolopesg 📷Divulgação






























