Astuto, o Libertario

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Astuto, o Libertario

@austutoraposa

Austo o suficiente para não ser Web Comunista, defensor do Novo e puta do MBL(Omissão).

Katılım Nisan 2026
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Victor Zapata
Victor Zapata@VictorZapataAdm·
Toda e qualquer pessoa que pare para ouvir essa toupeira iletrada está exclusivamente sendo exposta à sua retórica manipuladora; ele é incapaz de fazer uma análise ou articular ideias. Provo: Cocô Instantâneo sempre quis que a direita Instituto Millenium tivesse a popularidade do bolsonarismo. Tentou separar "eduardismo" de bolsonarismo porque claramente tem expectativas de cativar o público e o eleitor bolsonarista em direção ao liberalismo. Mas, como é tradicional de todo analfabeto funcional, ele fala as maiores absurdidades e incoerências para sua audiência com uma fé inabalável. Ou seja, não tem o mínimo de controle sobre os efeitos de seu discurso, porque aqui seu analfabetismo é uma espécie de arma retórica, em que, quanto menos ele entende o fenômeno e emite com convicção seu discurso manipulativo, maior é a chance de manipular o desavisado. Cocô não quer descrever um objeto ou fenômeno da realidade, quer induzir a audiência a se conformar conforme seu juízo de valor, quer manipular. Nunca Cocô foi capaz de fazer uma análise intelectual ou mesmo projeções ou leituras de cenários políticos; são sempre juízos de valor. Cocô não fala para esclarecer os fatos para a audiência, emite juízos para fazer o outro lado parecer sujo e imoral. Toda a sua carreira é baseada nisso: antipetismo raso e juízos de valor. É um completo incapaz, é impossível que ele faça uma análise. Para quem tem qualquer dúvida, ele mesmo reforça o que digo emitindo juízos de valor sem qualquer materialidade ou capacidade de ler as implicações dessa propaganda na campanha de Flávio. Assim que as notícias sobre Flávio começaram a pulular, qual foi a reação de Cocô Instantâneo? Emitir juízos de valor alegando que a campanha de Flávio havia acabado e que Zema poderia vir. Ele fez alguma análise? Ateve-se aos fatos? NÃO!!! Emitiu juízos de valor para manipular a audiência.
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Rodrigo Constantino@Rconstantino

Complicada a situação do Eduardo… intercept.com.br/2026/05/15/edu…

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Astuto, o Libertario
Astuto, o Libertario@austutoraposa·
@Rconstantino Rapaz, rompeu faz menos de 72 hrs com os bolsonaristas e já está com a mesma amnesia que recai a boa parte da população? Se o Paulo é "tic tac" você também.
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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino@Rconstantino·
Quase 30 mil curtidas! Sempre o Paulinho Tic Tac enganando trouxas. Envelheceu mal esse tweet, mas nenhuma retratação…
Rodrigo Constantino tweet media
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Nikolle 🇧🇷
Nikolle 🇧🇷@NikolleBrasil·
Devolva TODO o dinheiro que o Beraldo usou pra financiar o MBL Renan Santos!
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Willian Tavares 🇻🇦
Willian Tavares 🇻🇦@WillianTavares9·
Gil Diniz @carteiroreaca soltou o verbo sobre o MBL e ainda apontou possível candidatura laranja do grupo 🤯
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Petropolis Conservador 🇧🇷
O PL já cancelou as alianças com o Partido Novo? Tão esperando tomar outra facada ?
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Nikolle 🇧🇷
Nikolle 🇧🇷@NikolleBrasil·
Essa é a única pesquisa que Renan Santos lidera em primeiríssimo lugar com 100% dos votos. 💅😭
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Sommelier de Detergente Ypê Mafinha
Constantino me parece que fez o mesmo acordo que o Nando Moura. Bate ai no Bolsonarismo que nunca mais o STF te incomoda. Deve ser por isso que ele é um dos únicos que tem as contas devolvidas.
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ademir_corno
ademir_corno@brainletbr·
Foto nova com dos caras reunidos com o PT vindo em 3, 2, 1...
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Tarcísio Gomes de Freitas
O metrô vai chegar ao Grande ABC. Em São Bernardo do Campo, visitamos o local onde será iniciada a futura Linha 20-Rosa do Metrô. Uma obra histórica, esperada há décadas, que começa finalmente a sair do papel pra conectar milhões de pessoas, reduzir o tempo no trânsito e transformar a mobilidade de toda a região. Alô, pessoal do ABC… já pode comemorar, porque o metrô tá chegando.
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Olavo de Carvalho
Olavo de Carvalho@opropriolavo·
O MBL são crianças brincando de política
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NO CONTEXT HUMANS
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ZXX
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Meio Independente
Meio Independente@meioindep·
Oi, Intercept. Temos documentos que achamos de uma investigação da PF que você vai querer ler.
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Franz Novak
Franz Novak@NovakReis·
Utilidade pública.
Rio de Janeiro, Brazil 🇧🇷 Español
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FINAL FANTASY XIV
FINAL FANTASY XIV@FF_XIV_EN·
The FFXIV Free Login Campaign has returned! 💡 sqex.to/ig9gP From today through June 14, eligible players can play for free for a limited time. Use this opportunity to catch up on Patch 7.5 and tackle new challenges! 💪
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Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro@CarlosBolsonaro·
Obrigado sempre pelas menções e pela foto com fatos explicitados! Saiba mais sobre nossa trajetória: familiabolsonaro.blogspot.com.br
・ Ice ・  Ⅹ ・@IceXTruths

Durante anos tentaram resumir Carlos Bolsonaro @CarlosBolsonaro a um meme político, a um personagem de rede social, a uma caricatura criada pela histeria da imprensa e pela necessidade permanente que o sistema possui de fabricar inimigos convenientes. Era mais confortável transformar um vereador em lenda urbana digital do que olhar friamente para os registros oficiais da própria Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Porque quando se abandona o grito militante e se abre os arquivos institucionais, aparece algo que muitos prefeririam esconder: uma trajetória política contínua, ideologicamente coerente e profundamente conectada às guerras culturais e estruturais que moldaram o Brasil nas últimas duas décadas. Enquanto boa parte da velha política atravessava partidos como atravessa corredores de aeroporto, trocando discurso conforme a conveniência do mercado, Carlos manteve uma linha reconhecível desde o início dos anos 2000. Segurança pública, combate ao avanço ideológico dentro das instituições, defesa da liberdade de expressão, enfrentamento ao autoritarismo estatal, valorização das forças policiais, crítica à burocracia sufocante e resistência à engenharia social travestida de virtude. Gostem ou não, existe coerência histórica. E coerência é algo raro numa República construída sobre alianças descartáveis. A imagem do “vereador irrelevante” entra em colapso quando confrontada com os próprios números oficiais. Décadas de mandato. Participação em dezenas de legislações aprovadas. Projetos que anteciparam discussões nacionais anos antes de virarem pauta pública. O caso mais emblemático talvez seja o Escola Sem Partido. Antes de o tema explodir nacionalmente, antes da guerra aberta sobre doutrinação ideológica nas escolas, o debate já estava sendo travado dentro da Câmara do Rio. Na época, tratar disso era quase um sacrilégio institucional. Hoje virou um dos temas centrais da disputa cultural brasileira. O mesmo ocorreu na segurança pública. Durante anos setores da elite política e acadêmica trataram o cidadão comum como suspeito permanente, enquanto criminosos eram romantizados como “vítimas sociais”. Carlos Bolsonaro caminhou na direção oposta. Defendeu armamento, endurecimento contra o crime, fortalecimento das forças de segurança e políticas de ordem urbana quando isso ainda produzia linchamento midiático automático. O tempo passou. A violência explodiu. E o discurso que antes era ridicularizado começou a ganhar adesão popular justamente porque a realidade esmagou a fantasia ideológica. Existe também um ponto pouco discutido: a transformação da política em guerra informacional. Carlos talvez tenha sido um dos primeiros políticos brasileiros a compreender que a disputa contemporânea não aconteceria apenas dentro de plenários ou programas eleitorais, mas principalmente dentro das redes, da narrativa e da percepção coletiva. Enquanto muitos políticos ainda dependiam de jornais impressos e marqueteiros tradicionais, ele já entendia o poder da comunicação direta, da linguagem digital e da quebra do monopólio narrativo da mídia tradicional. Isso ajudou a redefinir completamente o jogo político brasileiro. E talvez seja exatamente por isso que sua figura desperte reações tão extremas. Carlos Bolsonaro não representa apenas um vereador do Rio. Para adversários, ele simboliza a ruptura de um modelo antigo de controle político e comunicacional. Representa a política que saiu dos corredores institucionais blindados e entrou brutalmente na arena digital. Representa a geração que entendeu que narrativa também é poder. E, acima de tudo, representa a recusa em aceitar silenciosamente a hegemonia cultural construída ao longo de décadas. Há ainda uma dimensão simbólica maior. O período Bolsonaro @jairbolsonaro não foi apenas um governo. Foi uma colisão entre dois projetos de país. De um lado, um modelo tecnocrático, centralizador, globalizado e dependente de estruturas burocráticas cada vez maiores. Do outro, uma reação baseada em soberania, conservadorismo, liberdade econômica, identidade nacional e enfrentamento ao establishment político-midiático. Carlos Bolsonaro esteve no centro desse processo desde antes de 2018. Não como espectador, mas como operador político, articulador narrativo e símbolo permanente dessa resistência cultural. Por isso o esforço incessante para reduzi-lo a caricatura. Porque sistemas políticos não temem personagens folclóricos. Temem figuras coerentes. Temem quem permanece décadas defendendo as mesmas pautas enquanto o restante muda conforme a direção do vento. Temem quem entende comunicação. Temem quem rompe o filtro institucional. E principalmente: temem quem consegue transformar guerra cultural em mobilização popular real. No fim, independentemente da posição ideológica de cada um, os registros permanecem. As leis permanecem. Os projetos permanecem. Os discursos permanecem. A trajetória permanece. E talvez esse seja o verdadeiro incômodo para muitos: descobrir que por trás da caricatura construída durante anos existia, desde o começo, um projeto político muito mais profundo, estratégico e duradouro do que estavam dispostos a admitir. Santa Catarina Merece Carlos como Senador.

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