Bhavin
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Eric Cantona:
“Modern football means nothing to me. What bothers me is this: from past to present, football was played by the working class, by the poorest sections of the working class. And those people can no longer afford to buy a ticket. Football is learned by watching it in the stadium, not on television.”

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Um monte de merda, caso dúvidas houvesse. Espero que fique muitos e bons anos!
Sporting Tático@sporting_tatico
Boa noite! 💚
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Adepto do Sporting baleado no olho. Advogada fala em mais de 70 feridos e garante: "Não vamos deixar que o processo seja arquivado" ebx.sh/UUl7rU
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Existe algo profundamente inquietante na facilidade com que se aceita transformar adeptos de futebol em cidadãos sujeitos a níveis de rastreamento sem paralelo.
observador.pt/opiniao/fan-id…
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O Sporting cresceu. Mas no meio desse crescimento corre o risco de perder algo muito mais importante: a sua identidade. Há vários anos que venho alertando para isto.
O problema nunca foi modernizar o clube. O Sporting tem de crescer, inovar, gerar receita e acompanhar o futebol europeu moderno. O problema começa quando a lógica financeira deixa de coexistir com a lógica associativa e os sócios começam a ser tratados primeiro como clientes e só depois como donos do clube.
A passagem de cerca de 2500 Lugares de Leão para 10000 Lion Seats não é apenas uma alteração comercial. É uma mudança estrutural de paradigma. Hoje, um sócio com Gamebox há muitos anos sente que perdeu relevância dentro do próprio clube. A fidelização histórica deixou de ter peso real. O único benefício passa a ser pagar menos por jogo em Alvalade.
Isto cria inevitavelmente uma divisão perigosa: sócios contra sócios. Uns com prioridade baseada na capacidade financeira. Outros a sentirem que anos de dedicação valem cada vez menos. E isso é profundamente contrário à essência do Sporting Clube de Portugal.
Um clube não pode viver apenas numa lógica de maximização de receita. Porque um clube não é uma empresa tradicional. Não pertence a acionistas. Pertence emocionalmente aos seus sócios.
E há outro ponto que quase ninguém fala: esta mudança também diluiu o peso histórico das claques e dos gamebox holders mais antigos nos momentos de mobilização do clube. Se os critérios fossem fortemente assentes em antiguidade e anos de Gamebox, determinados grupos teriam naturalmente muito mais força e representação.
Nada disto significa ser contra evolução. Significa apenas perceber que crescimento sem identidade é apenas expansão vazia. O Sporting precisa de continuar moderno, mas nunca pode deixar de ser dos sócios. O futuro do Sporting Clube de Portugal, depende deste equilíbrio.

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Tentei externalizar alguns pensamentos que tenho tido ao longo da época acerca dos Lion Seats e que culmina com este episódio do Jamor futebolnegocios.com/2026/05/13/qua…
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@pelesueco Até concedo que uma percentagem pudesse ficar reservada para os Lion Seats. Não consigo aceitar que sócios com Gamebox de décadas fiquem sem direito a poder comprar.
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@pelesueco Compreendo, mesmo discordando. Mas há certos processos - transparência, por exemplo - que devem ser obrigatórios quando se processa a venda neste formato. E pode haver Lion Seats, ninguém diz o contrário.
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@baavin A questão dos critérios não é de hoje tem sido assim a época inteira, só quem anda desatento(ou só se interessou para a final da taça) é que ficou surpreendido por terem sido estes os critérios porque na maior parte dos jogos tem esgotado logo nos LS com gamebox
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