Eu fico ali, em silêncio, sentindo meu pau boiar na porra alheia enquanto ele geme abafado no travesseiro, jurando que só fez agachamento. Adoro o cinismo dele, mas adoro ainda mais o privilégio de usar um rabo que já foi devidamente amaciado e lacrado de leite por aí.
Na hora de deitar, ele se faz de manhoso, se vira de costas e empina aquele rabo que parece estar latejando. Eu nem procuro o lubrificante na gaveta; já sei o que vou encontrar.
Ele me disse que agora o foco era só o treino pesado na academia, que não tinha mais tempo para 'distrações'. Mas eu conheço cada centímetro daquele corpo. No fim do dia, quando ele chega em casa cansado, o cheiro de suor é diferente, misturado com um perfume que não é o dele.
Quando encosto, meu pau mergulha direto, deslizando sem resistência nenhuma em um rabo que está frouxo, quente e completamente besuntado pelo estrago que algum desconhecido fez horas antes.
Eu finjo que acredito nas desculpas dele só para saborear o prazer de entrar em um território úmido, quente e transbordando a porra dos outros. Ele nega com a boca, mas o rabo dele confessa tudo enquanto desliza no meu.
Ele jura que deletou o 'iFood amarelo', mas o corpo dele me conta a verdade todas as noites. Quando sentamos para ver filme e ele empina aquele rabo macio, eu nem preciso de lubrificante; meu pau desliza direto em um rabo que já foi laciado por dotados.
Não tem nada que me excite mais do que ver o cuzinho dele ser usado e laciado por outros machos. Adoro sentir ele relaxado, transbordando porra, enquanto eu aproveito esse rabo macio que já foi devidamente preparado para o meu prazer.