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@better_4us

Seja bem-vindo ao Bostil. Um país doente, com falência múltipla das instituições. 🚫PORNS 🚫GRUPOS 🚫LISTAS BOLSONARO SEMPRE! 🇧🇷

Katılım Şubat 2018
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Aos poucos a gente vai entendendo mais e mais a defesa ferrenha que essa gente sempre fez ao quadrilhão e a seu líder lula ladrão. E eu aposto que tudo que estamos vendo é só a ponta de um imenso iceberg.
DR. PAULO FARIA@drpaulofaria22

“Isso” dirigiu a OAB Nacional: comunista de carteirinha. Em termos de “entreguismo” e “peleguismo”, só não supera o atual presidente: Betinho Simonetti (que foi vice dele antes de assumir e destruir a OAB). Que safra, viu.

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Mas o Brasil de lula, que capilariza a corrupção, é assim. Eles vão envernizando as fraudes e cada um tira sua casca.
Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV@MachadoDarlon

🏦 O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, figura central em um dos maiores escândalos financeiros recentes, com acusações de fraude bilionária que acabou em liquidação e prejuízos arcados pelo Fundo Garantidor de Créditos, pagou R$ 5,1 milhões a Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central, enquanto o economista concedia entrevista defendendo a aquisição de parte do Master pelo BRB, o banco público do Distrito Federal. Essa contratação, revelada em meio a um comitê consultivo recheado de ex-autoridades como Henrique Meirelles e até Ricardo Lewandowski, expõe de forma crua o uso de nomes de peso para “embelezar” um ativo problemático e influenciar percepções de mercado e reguladores, justamente quando o negócio era analisado pelo BC. Em um setor que deveria primar pela independência e ética, o episódio reforça o incômodo padrão de portas giratórias entre o poder público e instituições financeiras privadas, onde expertise regulatória é monetizada em favor de interesses privados, deixando o pagador de impostos e o sistema como fiadores de eventuais desastres. Essa prática não só levanta suspeitas sobre conflitos de interesse, mas também erode a confiança na regulação bancária brasileira, sugerindo que, para alguns, a “defesa da concorrência” pode ser apenas mais um serviço prestado. ➡️ via: #Diário360 📄Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira  📷 Foto: Tendências Consultoria

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O que eu acho bonito nos esquerdopatas é o orgulho que eles têm de preservarem a própria ignorância.
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@Gardenalpequen3 Fiz Uber duas semanas e deu pra mim. Carro novo, povo não tem educação pra abrir e fechar porta, quer comer dentro do carro - coisa que eu odeio. Tá pagando uma corrida, mas acha que comprou o veículo. Tô fora.
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Tô aqui vendo quanta gente voou de Air Vorcaro, heim! Pelo jeito, a FAB foi bastante poupada.
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E pensar que uma Fiat Elba já foi parte de um escândalo que derrubou um presidente, heim! Hoje, nem aqueles R$ 129 milhões foram suficientes pra darem fim a uma vergonha já, há muito tempo, insustentável. Como sempre, brilhante texto do Dr Marcelo Bretas.
Marcelo Bretas@marcelobretas

O que parece festa, pode ser crime. A matéria da Folha de S.Paulo sobre o ex-banqueiro Vorcaro ilustra com precisão algo que venho defendendo há décadas: a corrupção raramente se apresenta com o rosto que esperamos. Ela chega sorrindo, entre champanhe e jatinhos, envolvida na sedução que disfarça o que na essência é um ato de compra. Oferecer companhia feminina (modelos transportadas em aeronaves particulares, hospedadas em hotéis cinco estrelas, disponibilizadas a políticos e agentes públicos) não é evento social. É propina. A moeda é diferente, mas a lógica é idêntica: criar vínculos de dependência, cumplicidade e silêncio. Quem aceita o favor, aceita também o preço que virá depois. Investigar quem participou dessas "festas" não é devassidão investigativa. É dever institucional. Se entre os convidados há agentes públicos com relação próxima ao negócio do banqueiro (contratos, autorizações regulatórias, decisões administrativas) a pergunta que precisa ser feita é inevitável: havia contrapartida? Qual foi o preço do convite? O aliciamento por benefícios sexuais é uma das ferramentas mais antigas e eficazes de captura de poder. Gera vergonha, e vergonha gera lealdade forçada. O político que aceitou o convite sabe que está exposto. E quem o expôs, sabe que pode cobrar. Para o mundo corporativo, o recado é igualmente direto: esse tipo de conduta destrói valor. Não existe mais espaço protegido. A tecnologia de hoje: mensagens, metadados, imagens, rastreamento financeiro — torna o passado recuperável. O que parecia discreto em 2018 ou 2019 pode estar sendo reconstituído agora, por uma CPI, por uma força-tarefa, por um jornalista com acesso a dados vazados. O executivo ou empresário que acredita que esses episódios ficaram enterrados está apostando em uma sorte que o tempo consome. Compliance não é burocracia. É proteção. E começa por entender que ambientes onde se misturam poder, dinheiro e favores sexuais são, por definição, ambientes de risco, não apenas moral, mas jurídico e reputacional. Tenho dedicado minha carreira a entender como esquemas de corrupção se estruturam, como penetram instituições e como podem ser desmantelados. O caso Vorcaro, assim como tantos outros que examinei ao longo de três décadas, confirma uma constante: a corrupção sempre deixa rastros. A questão não é se serão encontrados, mas quando. MARCELO BRETAS *Magistrado federal por 28 anos | Combate à Corrupção, Compliance e Governança*

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