
Ana Paula
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🚨URGENTE: Estamos cada vez mais perto da Lua.
Os astronautas da Artemis II estão realmente se aventurando no espaço profundo, e a Lua está se aproximando a cada hora.
Às 20h02 (horário de Brasília), eles atingirão o ponto mais próximo da Lua, a aproximadamente 6.500 km da superfície lunar. Será um momento emocionante e histórico! Bora ver juntinhos? Eu vou postar aqui para vocês esse momento exato. Ative as notificações e chama os amigos para vir acompanhar tudo aqui
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A notícia de que Vorcaro está resistindo a delatar ministros do STF não tem nada a ver com amizade, parceria, lealdade ou apreço pelos Supremos.
O motivo, na verdade, é muito menos "nobre": ele espera receber o "retorno" pelo investimento milionário que fez. O contrato de 129 milhões, as viagens de jatinho, as festas milionárias regadas a whisky, os encontros para fumar charuto... agora chegou a hora de Vorcaro "cobrar a fatura".
A imprensa já indicou que a "ala" de Moraes tem ao menos 5 ministros. Esse número já é suficiente para anular o processo inteiro e fazer Vorcaro sair pela porta da frente "sem dever nada à Justiça", como Bonner disse de Lula. Gilmar Mendes, membro, se não líder da tal "ala", já deu indicações tão sutis quanto um elefante em uma loja de cristais de que pretende fazer justamente isso: anular tudo.
Com uma perspectiva de anulação, inclusive, Vorcaro pode decidir nem delatar nada.
Se não houver o impeachment de ao menos 2 ou 3 ministros da tal "ala", não há a menor chance desse processo ser julgado de maneira minimamente imparcial.

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Será que basta AM não se pronunciar?
Para a indulgente PGR, provavelmente sim.
Estadão 🗞️@Estadao
Família de Moraes comprou R$ 23,4 milhões em imóveis nos últimos cinco anos e triplicou patrimônio → x.gd/A7Xxt Levantamento feito pelo ‘Estadão’ com base em escrituras e matrículas registradas em cartório indica que casal é dono de R$ 31,5 milhões em imóveis; procurados, eles não se manifestaram
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Só pode ser piada! Piada sem a menor graça.
SPACE LIBERDADE @NewsLiberdade
🚨URGENTE - João Campos inaugura Parque Eduardo Campos com árvores de plástico
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Velha novidade
Como lembrado por Rogério Werneck, a política econômica lamentável do atual governo só não atingiu as proporções de 2015-2016 por força da autonomia do BC. Ainda assim, o líder do PT propõe acabar com ela
veja.abril.com.br/coluna/alexand… veja.abril.com.br/coluna/alexand…
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@JornalOGlobo dando destaque ao trabalho do Mário Mesquita, Pedro Schneider e Thales Guimarães. Vale a leitura. Aliás, o trabalho deles é referência indispensável sobre o tema.

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@Metropoles Imagino o séquito de funcionários escondidos atrás da câmera. Depois da filmagem voltaram aos seus devidos postos, no fogão, na pia, servindo a essa casta, sustentada por nós.
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Eles são parte de uma bolha completamente descolada da realidade.
Pedro Fernando Nery@pfnery
“A decisão social mais importante da história” Permitir cinquentões com aposentadoria precoce a continuar trabalhando na mesma empresa, frequentemente uma estatal. Acúmulo de benefício e salário, é pessoal no top 10% da distribuição de renda.
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Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇
“500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro.
Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo.
O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso.
Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado.
“Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”.
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A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda.
Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”.
Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”.
O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia.
Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”

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