Bruno Santos
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Bruno Santos
@brunobrunos
preto, carioca, em ebulição • young, beautiful and black 🙌🏾 | retuítes não são endosso; ou são.
Brasília, Brazil Katılım Eylül 2009
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RESPEITO E DIVERSIDADE! 🏳️🌈
Neste 28 de junho, o Botafogo reforça a corrente do amor e da inclusão na busca pela liberdade e pelo combate ao preconceito! #DiaDoOrgulho #BFR

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O centro do Rio de Janeiro é o centro Histórico do Brasil. Por ali se passaram os principais momentos da história do nosso país. Desde o primeiro mandato vimos fazendo um esforço muito grande no sentido de recuperar a região. Com projetos como o Porto Maravilha e o Reviver Centro temos avançado nesse esforço. Não custa lembrar que o maior número de lançamentos imobiliários ao longo de 23 e 24 se deu justamente no Centro. No entanto, os desafios continuam sendo muito grandes . Um dos principais problemas que ainda temos diz respeito as muitas construções históricas existentes na região e que pelos mais variados motivos, ao serem preservadas ou tombadas, acabam abandonadas por seus proprietários e se degradando. No último mês tivemos dois desabamentos acontecendo, inclusive com um deles ocasionando a morte de uma pessoa. 1/3
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Parceria que faz a diferença! O @mindasmulheres, @minsaude, @fiocruz e @LIESA_RJ se uniram para levar a campanha #FeminicídioZero ao Carnaval do Rio.
A luta contra a violência às mulheres é de toda a sociedade! Chegamos na Sapucaí e estamos unidas contra qualquer forma de violência! #RioCarnaval #Ligue180

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AGORA É OFICIAL! BRICS NO RIO!
Obrigado presidente @LulaOficial e ministro Mauro Vieira!
Estamos muito orgulhosos de receber esse grande encontro em nome de todos os brasileiros e brasileiras!
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Rio: Capital Honorária do Brasil
Brasil, tua cara ainda é o Rio de Janeiro
Três por quatro da foto e o teu corpo inteiro
Precisa se regenerar
“Saudades da Guanabara”, Moacyr Luz
Para o mundo, a imagem do Brasil é o Rio de Janeiro. Como seu Prefeito eleito pela quarta vez, sei que, apesar de ser a cidade mais linda do mundo, o Rio enfrenta desafios todos os dias. Muitos deles, de caráter estrutural, decorrem de uma história que é preciso recordar.
O Rio de Janeiro sucedeu a Lisboa como capital do Brasil, e do Império Português, com a chegada de Dom João VI e sua corte à cidade, em 1808. A partir daquele momento, o significado do que é ser brasileiro, nossa nacionalidade, passou a se constituir em torno do Rio, cidade que serviria não apenas como sede do poder político do país, mas como sua capital simbólica e, portanto, nacional. Nas virtudes e nos vícios de suas ruas, de suas paisagens, de sua gente, o rosto da nação cristalizou-se no Rio de Janeiro. Esse papel nacional moldou o perfil cívico da cidade pelas décadas e séculos sem jamais tê-la abandonado.
Em 1960, o papel de capital formal do Brasil passou a ser exercido por Brasília, cidade criada exclusivamente para esse fim. A mesma Constituição de 1946, emendada para determinar a capitalidade de Brasília, serviu também para transformar a cidade do Rio de Janeiro – antiga capital – em nova cidade-estado, o estado da Guanabara. Na prática, a Guanabara continuou exercendo as funções de um típico Distrito Federal, sediando Ministérios, inúmeras repartições públicas federais e até mesmo um Palácio Presidencial, o Palácio das Laranjeiras.
Foi apenas a ditadura militar quem encerrou, de fato, o processo de mudança da capital para Brasília, na década de 1970. Já acuado pela crescente pressão de uma sociedade civil enraizada no Rio de Janeiro, o regime autoritário protegeu-se de instabilidades ao impor a transferência imediata de todas as Embaixadas e sedes ministeriais para Brasília. Não tardou para que, ainda em 1975, os generais sumissem com a cidade-estado da Guanabara, fundindo-a ao antigo estado do Rio de Janeiro, cuja capital era Niterói. Sem qualquer tipo de consulta à população carioca, fluminense ou guanabarina, a intervenção militar foi executada até com requintes de crueldade simbólica, como a demolição da sede do Senado, o histórico Palácio Monroe.
A retirada da capital do Rio de Janeiro (1960), seguida pela forçada fusão da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro (1975), é considerada pela literatura especializada fator determinante da decadência econômica da cidade. Entre os motivos, a falta de compensação pela perda dos fundos constitucionais que custeavam os serviços básicos da cidade.
Graças à vitalidade de sua sociedade e à criatividade de seu povo, porém, o Rio se reinventou. No plano internacional, a cidade consolidou-se nos últimos 50 anos como sede dos grandes eventos internacionais realizados no Brasil, tradição iniciada ainda em 1906, quando o Rio de Janeiro recebeu a Terceira Conferência Pan-Americana. Desde então, o municípiofoi berço das principais organizações da arquitetura de política ambiental internacional, nascidas na Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992 (ECO92), dos Jogos Olímpicos de 2016, da Cúpula de chefes de Estado do G20 e, em 2025, da Cúpula de chefes de Estado dos BRICS. Organizações internacionais de impacto global escolhem o Rio de Janeiro como sede de seus escritórios regionais, como o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e a Comissão Jurídica Interamericana da Organização dos Estados Americanos (CIJ-OEA).
Segue 👇🏻

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Ontem (19), firmamos um acordo histórico entre o @minsaude e a Biblioteca Nacional para preservar a memória da pandemia de covid-19 e integrar saúde e cultura.

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📰 CCBB recebe exposição que conta trajetória de Nise da Silveira
Exposição no CCBB conta a história de Nise da Silveira e do Museu do Inconsciente com trabalhos de pacientes.
correiobraziliense.com.br/diversao-e-art…
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Mais uma parceria governo federal e prefeitura do Rio de Janeiro para o bem da cidade. Assinamos o acordo que vai transferir a gestão dos hospitais federais do Andaraí (HFA) e Cardoso Fontes (HFCF) para o município. Era um pedido antigo do Rio de Janeiro que estamos realizando, com muito diálogo e trabalho conjunto.
📸 @ricardostuckert



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Neste 20/11, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, o #Itamaraty homenageia seus servidores e funcionários negros e reitera seu compromisso com o combate ao racismo e com a promoção da diversidade e da inclusão.
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Que honra celebrar como ministra da Igualdade Racial esse primeiro feriado nacional da Consciência Negra, Dia de Zumbi dos Palmares, em homenagem ao líder quilombola, que, ao lado de Dandara, ensinou ao Brasil do presente que eu, você, todas as brasileiras e brasileiros, podemos nos orgulhar de quem somos e de onde viemos.
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