c337
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c337
@c337
Gente lesa gera gente lesa.
https://maps.app.goo.gl/TSHS8i Katılım Ekim 2009
425 Takip Edilen432 Takipçiler

@elenalandau2 "Diga-me com quem andas e te direi como deles se livrar depois"
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@dequeiroz86 @SaoPauloFC Eu diria que, proporcionalmente na linha do tempo, é um ídolo da mesma envergadura do Müller.
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@c337 @SaoPauloFC Ele saiu do time quando o São Paulo encerrou atividades em 1935.
Estava andando na rua quando o Heitor Marcelino convidou ele pra ir pro Palestra. Ele hesitou, mas acabou aceitando porque o SP tinha "acabado". Depois, voltou e fez história de novo no SPFC.
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✨ Neste dia, em 1911, nascia Luizinho.
Luiz Mesquita de Oliveira marcou época com a camisa tricolor. O atacante é o sexto maior artilheiro da história do clube e conquistou o Campeonato Paulista em 1931, 1943, 1945 e 1946.
Luizinho nos deixou em 1993, mas seu legado permanece vivo na memória tricolor.
#MemóriaTricolor
#SPFCpédia 🇾🇪

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@dequeiroz86 @SaoPauloFC Pois é! Que lástima! Numa regrinha de 3, teria chegado a mais de 300 gols se tivesse jogado só no nosso time!
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@c337 @SaoPauloFC Não foram tão poucos anos. Foram seis temporadas. É um dos maiores artilheiros do outro time também.
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@demetriovec Não superestime a diretoria do SPFC. Se houver possibilidade de errar mais, eles errarão.
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É a hora de o São Paulo ao menos tentar indicar que tem planejamento.
Sul-Americana, com seis datas até a Copa, é para ser jogada com os reservas. Dá experiência para a garotada, rodagem e oportunidade para os reservas, vende ingresso barato para levar um publico novo ao Morumbi e confia.
Se depois de parada da Copa decide o que fazer: se passa a usar os titulares ou se continua sonhando com o Brasileiro.
Primeira fase é com reservas.
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O cara é presidente pela terceira vez e ainda não entendeu nada de como esses mercados funcionam. Realmente precisa se aposentar.
Blog do Noblat@BlogdoNoblat
“Quando as pessoas não prestam, não tem jeito. Por que o álcool aumentou se ele não é feito de petróleo? Por que a gasolina aumentou se somos autossuficientes? É porque está cheio de gente no nosso meio que gosta de tirar proveito da desgraça.” (Lula)
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"É o que temos para o momento"
spfcpics@spfcpics
“Hoje por exemplo, acho que abusamos dos cruzamentos de quina, que não nos deu condições de acessar a bola dentro da area..”
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hahaha carai, o Trump é MUITO pé-na-porta... a mulher do lado dele é a Sanae Takaichi, Primeira-Ministra do Japão.
Repórter Japonês: Por que vocês não informaram os aliados antes de atacar o Irã?
Trump: A gente queria surpresa — quem entende melhor de surpresa do que o Japão? Por que vocês não me avisaram sobre Pearl Harbor?
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Falando assim, você quase me convence a votar no filhote Bolsonaro, Dirceu. Porque, entre ser governada pelo Lula ou pelo laranjão maluco, é laranjão maluco, sem pensar duas vezes..
Revista Oeste@revistaoeste
Zé Dirceu diz que os EUA vão governar o Brasil se Flávio derrotar Lula revistaoeste.com/no-ponto/jose-…
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@RobertoReis Excelente texto, como sempre. Data venia maxima, Tarcisio optou pelo certo em vez da sorte. Mais seguro esticar 4 anos em SP do que cair para dentro do balaio de gatos da corrida presidencial deste ano.
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A coroa devolvida
Tarcísio de Freitas teve nas mãos tudo o que um presidenciável precisa para fazer história, salvar o Brasil e construir um futuro brilhante.
E, de forma inédita na história brasileira, entregou tudo de volta. Havia uma janela. Sim, havia.
Ela se abriu em 2025, quando Jair Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão e varrido do cenário eleitoral. E essa janela se fechou em janeiro de 2026, quando Tarcísio cruzou os portões da Papuda, confirmou apoio a Flávio Bolsonaro e saiu sorrindo, sem graça, com Carlos Bolsonaro atrás, vigiando cada palavra sua.
Foi a capitulação mais bem humorada da história política recente do país.
Naquele intervalo de meses, ele foi o homem mais bem posicionado da opinião pública. Governava o maior colégio eleitoral do país, ostentava 64% de aprovação (Datafolha) e possuía a imagem técnica que o eleitor de centro perseguia há anos.
Nas simulações de segundo turno contra Lula, Tarcísio empatava tecnicamente e, em alguns casos, já superava com grande antecedência.
Era o único capaz de unificar o conservadorismo raiz e o pragmatismo da Faria Lima. E mais: evangélicos, militares e agro.
Tinha, sobretudo, o que a política raramente oferece duas vezes:
O MOMENTO CERTO.
Aí vem o herdeiro que nunca se emancipou.
A narrativa oficial do Palácio dos Bandeirantes tenta embalar essa escolha com o disfarce de honra: "sou e serei grato e leal".
Na vida privada, a gratidão é uma virtude intocável. Na política, quando exige o sacrifício do próprio destino, ela atende por outro nome: SUBMISSÃO. O problema de Tarcísio não é ter nascido do bolsonarismo, mas a sua recusa crônica em emancipar se dele.
Gilberto Kassab lhe ofereceu a saída em praça pública: "Uma coisa é lealdade. Outra é submissão." Era um convite para liderar. Tarcísio recusou com uma frase que resumiu tudo: "Difícil é estender a mão quando a pessoa está na pior." A frase soa nobre.
O problema, meus caros, é que ela descreve um ASSISTENTE, não um PRESIDENTE.
Ajoelhou se perante os interesses dinásticos de um clã que, ironicamente, nunca o tratou como igual, chegando a chamar ele de "rato", "omisso", "pau pequeno" em momentos de crise.
Os prints estão aí.
A lealdade de Tarcísio, como de tantos outros, nunca foi premiada. Foi apenas explorada.
O paradoxo que o condena
O preço dessa genuflexão é visível nas pesquisas. Colado ao bolsonarismo radical, Tarcísio paga a rejeição do padrinho sem colher todos os votos da base visceral, que sempre preferirá um Bolsonaro de sobrenome.
Pior: ele afugentou em certa parte o eleitor moderado. Quem buscava nele um "Bolsonaro sem as arestas" passou a enxergar apenas um braço direito sem autonomia.
O erro do governador não foi administrativo. Foi de arquitetura de poder. Ele não foi um bom político.
Quem não tem coragem de liderar o destino dificilmente terá força para comandar o país.
Janelas não esperam, infelizmente.
Aos 50 anos, Tarcísio é bom em quase tudo. Como gestor, pai, marido, homem e temente a Deus. Mas parece acreditar na ilusão de que 2030 o aguarda.
Não, já se provou que não tem bagagem política para isso. Não conseguirá se impor.
É a aposta de quem não entende a dinâmica predatória de Brasília, da qual ele não passou na prova.
Aguardar quatro anos significa torcer para que Flávio fracasse, que nenhum outro outsider ocupe o vácuo da direita e que o PT estanque. É isso.
Em 2030, Tarcísio terá 54 anos. Haverá sempre aquele parêntese incômodo rondando sua biografia: e em 2026?
A resposta vai doer não porque ele perdeu nas urnas, mas porque a história registrará o governador que teve medo da própria relevância.
Diante da porta aberta da Presidência, ele preferiu ficar do lado de fora, segurando a maçaneta, apenas para ver outro passar.

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