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Gente lesa gera gente lesa.

https://maps.app.goo.gl/TSHS8i Katılım Ekim 2009
425 Takip Edilen432 Takipçiler
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c337@c337·
@elenalandau2 "Diga-me com quem andas e te direi como deles se livrar depois"
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c337@c337·
Até o Chuck Norris morreu em 2026.
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c337@c337·
@dequeiroz86 @SaoPauloFC Eu diria que, proporcionalmente na linha do tempo, é um ídolo da mesma envergadura do Müller.
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Felipe de Queiroz
Felipe de Queiroz@dequeiroz86·
@c337 @SaoPauloFC Ele saiu do time quando o São Paulo encerrou atividades em 1935. Estava andando na rua quando o Heitor Marcelino convidou ele pra ir pro Palestra. Ele hesitou, mas acabou aceitando porque o SP tinha "acabado". Depois, voltou e fez história de novo no SPFC.
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São Paulo FC
São Paulo FC@SaoPauloFC·
✨ Neste dia, em 1911, nascia Luizinho. Luiz Mesquita de Oliveira marcou época com a camisa tricolor. O atacante é o sexto maior artilheiro da história do clube e conquistou o Campeonato Paulista em 1931, 1943, 1945 e 1946. Luizinho nos deixou em 1993, mas seu legado permanece vivo na memória tricolor. #MemóriaTricolor #SPFCpédia 🇾🇪
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c337@c337·
@dequeiroz86 @SaoPauloFC Pois é! Que lástima! Numa regrinha de 3, teria chegado a mais de 300 gols se tivesse jogado só no nosso time!
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Felipe de Queiroz
Felipe de Queiroz@dequeiroz86·
@c337 @SaoPauloFC Não foram tão poucos anos. Foram seis temporadas. É um dos maiores artilheiros do outro time também.
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Mario Vitor Rodrigues
Mario Vitor Rodrigues@mvitorodrigues·
Os EUA levarão anos para reconstruir sua imagem. O nível de estrago que Trump e seu movimento "Maga" impuseram ao soft power americano é coisa rara. Recado aos brasileiros do retrocesso civilizatório que a idolatria cega por um líder pode causar.
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c337@c337·
@fravenriq Dava para musicar este seu post.
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o fravinho do BF
o fravinho do BF@fravenriq·
Dps de 40 dias no tranquilo e ameno inverno português, chego ao Rio solidário à Carlota Joaquina, q como eu, chegou aqui no início de março xingando revoltada e suando mais q tampa de cuscuzeira por causa dessa maldita umidade, além de amaldiçoar cada flor de beira de janela
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c337@c337·
@demetriovec Não superestime a diretoria do SPFC. Se houver possibilidade de errar mais, eles errarão.
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Demétrio Vecchioli
Demétrio Vecchioli@demetriovec·
É a hora de o São Paulo ao menos tentar indicar que tem planejamento. Sul-Americana, com seis datas até a Copa, é para ser jogada com os reservas. Dá experiência para a garotada, rodagem e oportunidade para os reservas, vende ingresso barato para levar um publico novo ao Morumbi e confia. Se depois de parada da Copa decide o que fazer: se passa a usar os titulares ou se continua sonhando com o Brasileiro. Primeira fase é com reservas.
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c337@c337·
@Cardoso Ela fez uma cara de quem emagreceu uns 15 Kg quando ele soltou essa de Pearl Harbor.
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cardoso
cardoso@Cardoso·
hahaha carai, o Trump é MUITO pé-na-porta... a mulher do lado dele é a Sanae Takaichi, Primeira-Ministra do Japão. Repórter Japonês: Por que vocês não informaram os aliados antes de atacar o Irã? Trump: A gente queria surpresa — quem entende melhor de surpresa do que o Japão? Por que vocês não me avisaram sobre Pearl Harbor?
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c337@c337·
A raposa é um sub-cachorro.
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c337
c337@c337·
Onde consigo comprar uma camiseta NADA ACONTECE, FEIJOADA ?
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c337
c337@c337·
@RobertoReis Excelente texto, como sempre. Data venia maxima, Tarcisio optou pelo certo em vez da sorte. Mais seguro esticar 4 anos em SP do que cair para dentro do balaio de gatos da corrida presidencial deste ano.
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Roberto Reis
Roberto Reis@RobertoReis·
A coroa devolvida Tarcísio de Freitas teve nas mãos tudo o que um presidenciável precisa para fazer história, salvar o Brasil e construir um futuro brilhante. E, de forma inédita na história brasileira, entregou tudo de volta. Havia uma janela. Sim, havia. Ela se abriu em 2025, quando Jair Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão e varrido do cenário eleitoral. E essa janela se fechou em janeiro de 2026, quando Tarcísio cruzou os portões da Papuda, confirmou apoio a Flávio Bolsonaro e saiu sorrindo, sem graça, com Carlos Bolsonaro atrás, vigiando cada palavra sua. Foi a capitulação mais bem humorada da história política recente do país. Naquele intervalo de meses, ele foi o homem mais bem posicionado da opinião pública. Governava o maior colégio eleitoral do país, ostentava 64% de aprovação (Datafolha) e possuía a imagem técnica que o eleitor de centro perseguia há anos. Nas simulações de segundo turno contra Lula, Tarcísio empatava tecnicamente e, em alguns casos, já superava com grande antecedência. Era o único capaz de unificar o conservadorismo raiz e o pragmatismo da Faria Lima. E mais: evangélicos, militares e agro. Tinha, sobretudo, o que a política raramente oferece duas vezes: O MOMENTO CERTO. Aí vem o herdeiro que nunca se emancipou. A narrativa oficial do Palácio dos Bandeirantes tenta embalar essa escolha com o disfarce de honra: "sou e serei grato e leal". Na vida privada, a gratidão é uma virtude intocável. Na política, quando exige o sacrifício do próprio destino, ela atende por outro nome: SUBMISSÃO. O problema de Tarcísio não é ter nascido do bolsonarismo, mas a sua recusa crônica em emancipar se dele. Gilberto Kassab lhe ofereceu a saída em praça pública: "Uma coisa é lealdade. Outra é submissão." Era um convite para liderar. Tarcísio recusou com uma frase que resumiu tudo: "Difícil é estender a mão quando a pessoa está na pior." A frase soa nobre. O problema, meus caros, é que ela descreve um ASSISTENTE, não um PRESIDENTE. Ajoelhou se perante os interesses dinásticos de um clã que, ironicamente, nunca o tratou como igual, chegando a chamar ele de "rato", "omisso", "pau pequeno" em momentos de crise. Os prints estão aí. A lealdade de Tarcísio, como de tantos outros, nunca foi premiada. Foi apenas explorada. O paradoxo que o condena O preço dessa genuflexão é visível nas pesquisas. Colado ao bolsonarismo radical, Tarcísio paga a rejeição do padrinho sem colher todos os votos da base visceral, que sempre preferirá um Bolsonaro de sobrenome. Pior: ele afugentou em certa parte o eleitor moderado. Quem buscava nele um "Bolsonaro sem as arestas" passou a enxergar apenas um braço direito sem autonomia. O erro do governador não foi administrativo. Foi de arquitetura de poder. Ele não foi um bom político. Quem não tem coragem de liderar o destino dificilmente terá força para comandar o país. Janelas não esperam, infelizmente. Aos 50 anos, Tarcísio é bom em quase tudo. Como gestor, pai, marido, homem e temente a Deus. Mas parece acreditar na ilusão de que 2030 o aguarda. Não, já se provou que não tem bagagem política para isso. Não conseguirá se impor. É a aposta de quem não entende a dinâmica predatória de Brasília, da qual ele não passou na prova. Aguardar quatro anos significa torcer para que Flávio fracasse, que nenhum outro outsider ocupe o vácuo da direita e que o PT estanque. É isso. Em 2030, Tarcísio terá 54 anos. Haverá sempre aquele parêntese incômodo rondando sua biografia: e em 2026? A resposta vai doer não porque ele perdeu nas urnas, mas porque a história registrará o governador que teve medo da própria relevância. Diante da porta aberta da Presidência, ele preferiu ficar do lado de fora, segurando a maçaneta, apenas para ver outro passar.
Roberto Reis tweet media
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c337
c337@c337·
@gcb_019 Esse eu vivi MESMO, sem nem precisar escolher.
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Bortolotti
Bortolotti@gcb_019·
Escolha uma ditadura para ter vivido ☠️ Brutal
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