Caio Henrique

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@caiohbdp

RJ, 27. Apaixonado por carros e estudante de jornalismo

Campo Grande, Rio de Janeiro Katılım Aralık 2022
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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
All black (adoro essa foto) 💥🤴
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vicky vaporub
vicky vaporub@cmilalegnds·
vou usar tanto isso nas eleições
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★ 𝓪𝓬𝓮𝓻𝓿𝓸 𝓬𝓵𝓪𝓾𝓭𝓲𝓷𝓱𝓪 ★
Print que trago aqui para dizer que estou muito feliz com os resultados do Instagram. Confesso que não achei que fosse crescer tão depressa. Me dá ânimo ver esse carinho todo. Seja lá, seja aqui. Lindos 💗 Sigam lá também: @claudiaacervo (o nome de usuário é o mesmo daqui rsrs)
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thor! - defensor dos oprimidos 💫
eu NÃO fecho com transfóbico e espero que todos os transfobicos se fodam
thor! - defensor dos oprimidos 💫 tweet media
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Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩
O mundo contou uma mentira sobre a morte dela por 40 anos. A verdade é muito pior — e muito mais importante. 29 de julho de 1974. Londres. Cass Elliot — “Mama Cass” para milhões — foi encontrada morta em um apartamento emprestado. Tinha 32 anos. Acabara de completar duas semanas de apresentações esgotadas no London Palladium, um marco que a maioria dos artistas nunca alcança. Um amigo a encontrou na cama, com aparência tranquila. Um sanduíche pela metade estava na mesa de cabeceira. Na manhã seguinte, o boato já havia dado a volta ao mundo: “Cass Elliot morreu engasgada com um sanduíche de presunto.” Não era verdade. Nem de perto. O legista confirmou imediatamente: insuficiência cardíaca. Sem engasgo. Sem obstrução. O sanduíche era irrelevante. Mas a mentira era boa demais para morrer. Perfeita demais para um tipo de piada cruel da qual uma mulher fora dos padrões da sociedade não conseguia escapar — nem mesmo na morte. Comediantes de programas noturnos transformaram isso em piada. Jornais repetiram sem verificar. Durante décadas, virou “conhecimento comum”. Porque, aparentemente, se você é uma mulher que não se encaixa nos padrões estreitos do mundo, vão te reduzir a uma piada — até no seu funeral. Mas vamos voltar um pouco. Antes da mentira. Antes da tragédia. Antes de o mundo decidir que o corpo dela importava mais do que o seu dom. Ellen Naomi Cohen nasceu em Baltimore — inteligente, magnética, engraçada. O tipo de pessoa que transforma qualquer ambiente em que entra. Aos vinte e poucos anos, cantava folk em Greenwich Village, sonhando mais alto. Em 1965, esse sonho ganhou forma. The Mamas & The Papas — Cass, Denny Doherty, John Phillips, Michelle Phillips — lançou California Dreamin'. Você conhece. Todo mundo conhece. Aquela introdução quente, nostálgica. As harmonias que te envolvem como luz do sol. Mas ouça com atenção. Quem sustenta tudo? A voz de Cass. Rica. Cheia. Inconfundível. Não apenas harmonizando — sustentando. Sem ela, a música flutua. Com ela, se torna eterna. Monday, Monday. I Saw Her Again. Dream a Little Dream of Me — sua obra-prima solo. Tudo o que ela tocava virava ouro. Críticos chamavam sua voz de “veludo puro”. Músicos sabiam: quando Cass cantava, você parava para ouvir. Mas a indústria musical dos anos 1960 não sabia o que fazer com genialidade que vinha no “corpo errado”. Ela era talentosa — mas não magra. Brilhante — mas não parecia com as mulheres das capas de revista. E, em vez de celebrar o que ela fazia, o foco era no que ela aparentava. Executivos foram diretos: “Emagreça, e faremos de você uma estrela.” Produtores de TV hesitavam em chamá-la — com medo de que sua aparência “distraísse” da música. Críticas de revistas descreviam seu corpo em vez de analisar sua voz. Apresentadores faziam piadas sobre seu peso na frente dela — esperando que ela risse junto, porque que escolha ela tinha? Imagine isso. Você é uma das maiores vozes da sua geração. Vendeu milhões de discos. Lota casas de espetáculo. E, ainda assim, toda conversa volta para o seu corpo. Então Cass fez o que incontáveis mulheres fizeram: tentou “consertar” o problema. Dietas extremas. Perdas rápidas de peso. Métodos perigosos. Perdia vinte quilos. Recuperava. Perdia de novo. Um ciclo sem fim — porque a exigência da indústria nunca se satisfazia. Mas aqui está o que eles não entenderam: Cass Elliot não precisava mudar. O mundo precisava evoluir. Porque, fora do palco, ela fazia algo que muitos astros do rock não conseguiam: criar uma filha. Owen Vanessa Elliot, nascida em 1967. Maternidade solo no caos do rock dos anos 60 — enquanto outros fugiam de responsabilidades, Cass preparava lancheiras, contava histórias antes de dormir, construía estabilidade em um ambiente feito para o descontrole. Amigos diziam que ela era a pessoa mais generosa que conheciam. Alimentava todos. Acolhia todos. Acreditava nas pessoas quando elas mesmas não conseguiam. Ela era “Mama Cass” não só por causa da banda — mas porque cuidava de verdade. E ainda assim, o mundo não permitia que ela fosse grande sem condições. Mesmo quando sua carreira solo explodiu — quando “Dream a Little Dream” virou um sucesso enorme — vinha o complemento: “Se ao menos ela emagrecesse…” Mesmo quando estrelou especiais de TV — provando que dominava qualquer palco — falavam mais do tamanho do vestido do que do talento. Mesmo no London Palladium, em julho de 1974, realizando um sonho, havia sempre um “mas”. Então seu coração parou. 29 de julho de 1974. Insuficiência cardíaca. 32 anos. A autópsia revelou degeneração do músculo cardíaco associada a dietas extremas. Efeito sanfona. Desnutrição disfarçada de “vida saudável”. O relatório foi claro: sem engasgo. Sem sanduíche. Sem obstrução. Mas, ao amanhecer, a mentira já havia se espalhado pelo mundo. “Cass Elliot morreu engasgada com um sanduíche.” Perceba a crueldade disso. Uma mulher reduzida ao corpo a vida inteira. Pressionada a emagrecer. Levada a práticas que destruíram sua saúde. E, quando morreu — possivelmente por causa disso — o mundo respondeu transformando sua morte em uma piada sobre seu peso. Não deixaram que fosse trágico. Precisavam que fosse ridículo. Por quarenta anos, essa mentira perseguiu seu legado. Sua filha cresceu ouvindo isso de estranhos. Amigos tentaram corrigir — mas a verdade não se espalha como fofoca. Só nos anos 2010, com mais acesso à checagem de fatos, a verdade começou a prevalecer. Cass Elliot não morreu engasgada. Ela morreu de insuficiência cardíaca — provavelmente agravada pelas mesmas pressões que exigiam que ela mudasse. E aqui está o que muita gente esquece: A voz dela ainda está no mundo. Toda vez que “California Dreamin’” toca. Toda vez que “Dream a Little Dream” embala uma cena. Toda vez que alguém canta “Monday, Monday”. É ela. Ainda alcançando pessoas. Mas sua história vai além da música. É sobre o que acontece quando o talento nasce em um corpo que o mundo não aceita. Homens no rock podiam ser desleixados, acima do peso, caóticos — e eram chamados de “autênticos”. Cass? Tinha que pedir desculpas. Se encaixar. Se diminuir. E quando isso a matou, transformaram sua morte exatamente naquilo que zombavam: seu corpo. Isso não é só tragédia. É crueldade estrutural. Hoje, Owen — sua filha — passou décadas defendendo sua memória, corrigindo a mentira, lembrando que sua mãe era muito mais do que uma piada. E talvez a frase mais dolorosa seja essa: “Talvez, se o mundo tivesse deixado minha mãe simplesmente existir, o coração dela não teria sofrido tanto.” Talvez, se executivos não tivessem condicionado sucesso ao peso. Se produtores não tivessem fechado portas. Se críticos não tivessem ignorado sua arte. Talvez seu coração não tivesse quebrado tentando caber em um mundo que nunca quis abrir espaço. E isso ainda acontece. Ainda reduzimos mulheres à aparência. Ainda exigimos que talento venha em um “formato certo”. E quando não vem — pedimos que elas se diminuam. Cass Elliot tinha uma das maiores vozes do século XX. Foi pilar de uma das bandas mais importantes dos anos 60. Teve carreira solo, especiais de TV, shows esgotados. E ainda assim, não deixaram que ela fosse apenas brilhante. Precisavam diminuir. Condicionar. Limitar. E quando ela morreu — sob o peso dessas exigências — transformaram isso em piada por quatro décadas. Mas a voz? Essa é eterna. E é mais forte do que qualquer mentira. Cass Elliot não morreu engasgada com um sanduíche. Ela morreu porque o mundo não soube lidar com uma mulher que se recusava a se diminuir — e seu coração não suportou o peso de tentar ser pequena o suficiente para agradar quem nunca estaria satisfeito. Ouça “Dream a Little Dream of Me” novamente. Não como tragédia. Mas como poder. Porque nenhuma mentira — não importa por quanto tempo tenha durado — pode apagar isso.
Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩 tweet media
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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
Minha crush, me deixo levar totalmente por sua beleza e sua voz ❤️🥰😍 Sandra tinha um puta talento, era versátil e muito engajada em várias causas. Forte, empoderada, dona de si, a definição de furacão. Te venero, mulher! 🌪️🌪️
Shirley Sexy@shirleyacafona

OFF: Sinto que passou da hora da Sandra Bréa de tornar símbolo LGBT (principalmente na bolha) uma mulher maravilhosa que fez todo o possível para lutar pela conscientização do HIV e da AIDS

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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
@xaavier97 Só me lembro de Como Uma Onda por conta de Henri Castelli e seu vilão Jorge Junqueira.
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Xaaaviier ✠
Xaaaviier ✠@xaavier97·
Quando eu sou um Flop no meio de Grandes Sucessos
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Raphael Trevisan
Raphael Trevisan@RaphaelToficial·
Não esqueçam do nosso Orelha! #JustiçaPorOrelha
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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
@laisecu Foi bem legal mesmo :) Curti praticamente todos os tweets haha
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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
@suedeMingotte Todas aí são ótimas, mas eu iria de Felicidade :)
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Picoli Montenegro
Picoli Montenegro@suedeMingotte·
Se você pudesse escolher a substituta de #TerraNostra, na Faixa Edição Especial, qual seria sua escolha?
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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
E agora vamos ter Avenida Brasil com Cadinho e suas três mulheres e Suellen com seus dois homens. Viva o amor (de todos os jeitos rs) :)
Xaaaviier ✠@xaavier97

#Tieta terminou com um homem com duas mulheres e #RainhaDaSucata veio em seguida com uma mulher com três homens

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Caio Henrique
Caio Henrique@caiohbdp·
@filomenaferret0 Uma verdadeira deusa grega 🥰🌺 Principalmente sorrindo hehe
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