jordan
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“Qual foi a saída estratégica, inteligente, proposta aqui e trabalhada com o presidente (da Câmara) Hugo (Motta)? Tiramos de dentro da Lei nº 13.260 (Lei Antiterrorismo) e apresentamos uma lei específica, ordinária, uma inovação legislativa chamada Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil, (...) que vai punir adequadamente, isolar lideranças, garantir o encarecimento do custo do crime no regime do cumprimento de pena, que é o maior problema do Brasil quando se fala em impunidade, em reincidência. (...) Quero crer que foi um equívoco de interpretação que existia no substitutivo, de que há um enfraquecimento (da Polícia Federal). Muito pelo contrário, estimula-se, com esse substitutivo, a integração real entre as forças de segurança do Brasil. (...) O que é competência da Polícia Federal está preservado, o que é competência das Polícias Estaduais está preservado. (...) Vou conversar com todas as bancadas para que seja aprovado o mais rápido possível no Senado Federal, e mais do que isso: para que não seja passível de qualquer contestação constitucional”, garantiu o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), que pediu licença do cargo de secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo para assumir a relatoria do PL Antifacção. ➡ Assista ao #Edição18: glo.bo/39WjXAu #GloboNews











