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@ccatarina2002

22y FCUP 🌿

Porto, Portugal Katılım Mayıs 2018
102 Takip Edilen87 Takipçiler
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pedro
pedro@duanostalgica·
usou a voz pra falar do genocídio palestino, defendeu os direitos das mulheres no irã e agora falou sobre o caso epstein e como tem pessoas sendo encobertadas nisso essa é mulher viu
Dua Lipa Brasil@dualipabrasil

“A forma como os crimes foram noticiados tem sido prejudicial para as vítimas. É como se tudo estivesse sendo encoberto para proteger não sei quem.. Talvez o leitor.. Ou mascarar o que realmente aconteceu.” — Dua Lipa sobre o caso Epstein via @Service95.

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amodosque 🟩🟡🟥
amodosque 🟩🟡🟥@amodosque·
Sou professor de Geografia, de Cidadania e Desenvolvimento no 3° ciclo. Acredito que o objetivo da educação é promover um espírito crítico e de reflexão dos mais novos quanto à sociedade para estarem conscientes nas suas decisões. Dou Instituições Políticas em Cidadania e Desenvolvimento e fui sempre apartidário nas minhas aulas, respeitando as opiniões dos meus alunos. Na última quarta-feira os alunos do 9° ano foram à Futurália (Lisboa) para conhecerem novas áreas de estudo, faculdades e experiências dos estudantes que já estão no ensino superior. As Juventudes Partidárias tradicionalmente costumam ter bancas na Futurália, como forma de dar a conhecer a política aos jovens, e as ideias que defendem para o país. Este é o autocolante que a Juventude do CHEGA andou a distribuir por miúdos com cerca de 14 anos. Não há aqui uma ideia, um valor social, um valor individual, não há nada sobre política aqui. Apenas uma frase a estigmatizar, a dividir, e a promover o ódio para uma nacionalidade. Podemos considerar que temos imigração a mais, ou que temos imigração a menos. Mas é inaceitável que um partido político e uma juventude partidária usem estes dias que são para os alunos de 9° ano expandirem o seu conhecimento e as suas opções para o futuro, para simplesmente promoverem o ódio a uma etnia. É literalmente racismo e discriminação. Há alunos de 7° ao 9° ano que já estão a ir neste ódio gratuito (inocentemente), pelo que vêm no tiktok ou com estes autocolantes. É preciso uma reflexão rápida e profunda sobre o conteúdo que os mais novos estão a ser expostos e isto começa em casa. É preciso também uma reflexão sobre este tipo de ações pois a nossa liberdade acaba onde a dos outros começa. Podem dizer o que quiserem, mas escusam de vir com os vossos fanatismos e clubismos. Isto é uma questão moral. Daniel Nunes
amodosque 🟩🟡🟥 tweet media
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nora ⭑
nora ⭑@rvgsdelight·
rhaenyra killed a wild boar that tried to attack her at only 17, walked upstairs bleeding right after giving birth and was the youngest dragon rider, but aegon stabbing some unknown for 2 secs in a trailer is heroic 😭😭 the hotd fandom is so dickmatized it’s scary
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Inês Moreira dos Santos
Inês Moreira dos Santos@inesmorsantos·
O Ventura diz que quer acabar com os tachos, enquanto os eleitos do Chega arranjam tachos para a família e amigos.
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abel
abel@abelcosta98·
A IL tem um sentido de oportunidade fantástico. O povo português, abandonado à sua sorte pelo governo da AD, ainda está a lutar contra as consequências de uma catástrofe climática e a IL classifica como "populismo" o combate às alterações climáticas. Partido patético.
Iniciativa Liberal@LiberalPT

Contra o Populismo Climático Na última década, o debate político sobre as alterações climáticas mudou profundamente, em particular após o surgimento, em 2018, do movimento Fridays for Future. A mobilização internacional de estudantes teve impacto real na agenda política e ajudou a colocar o clima no centro do debate público. Em paralelo, ganhou força a ideia de que as democracias liberais poderiam ser incapazes de responder ao desafio climático. Daí resultaram propostas de exceção, desde uma “economia de guerra” a modelos de governação mais centralizados e tecnocráticos — que passaram a circular com crescente normalidade no debate internacional. Estes movimentos encontraram no conceito de ‘’emergência’’ o instrumento retórico para justificar a elevação das suas propostas a um plano extra-político. A verdade é esta: em política, as emergências não aparecem; declaram-se. São, por excelência, o instrumento através do qual se suspende a normalidade política. E suspensa foi. Numa tática típica dos autoritarismos, a noção de “emergência climática” deixou de ser apenas uma metáfora mobilizadora e converteu-se num facto da natureza, sugerindo a necessidade de suprimir a deliberação democrática, uma lógica que acabaria por encontrar expressão na Lei de Bases do Clima portuguesa, de 2021. Não se impôs qualquer ditadura ou suspendeu qualquer direito. Mas atirou-se a política climática para um plano onde qualquer divergência seria vista como um desvio inaceitável, mesmo quando as políticas estivessem fora do escopo do chamado ‘’consenso científico’’. Fazê-lo seria ‘’negacionismo’’. E surpreendidos ficaram estes ativistas quando emergiram forças que rejeitam as alterações climáticas como um todo. O maximalismo pode não criar aliados. Mas cria sempre inimigos. Importa ser rigoroso quando se invoca o consenso científico, que tem uma expressão institucional concreta. O IPCC, painel das Nações Unidas dedicado às alterações climáticas, publica regularmente relatórios que descrevem cenários possíveis de descarbonização, avaliando impactos, custos, riscos e trajetórias. Esses relatórios não prescrevem modelos económicos nem impõem opções específicas. Também não declaram emergências. Enquadram o debate, mas não o eliminam. Quem os acompanha, sabe-o. E tem, por isso, a responsabilidade de não instrumentalizar a ciência em nome de agendas alheias. Essas agendas assumiram várias formas e persistem até hoje, culminando na apologia do decrescimento nas suas múltiplas variantes. Em nome do clima, foram sucessivamente introduzidos discursos que atacam a economia de mercado, a prosperidade e o crescimento, confundindo a transição climática com um projeto de transformação social que vai muito além da ciência do clima. A história recente demonstra que a descarbonização está em curso. Em várias economias avançadas, as emissões têm vindo a diminuir de forma sustentada, enquanto se mantém o crescimento, impulsionado pela substituição tecnológica, pelo aumento da eficiência energética e pela integração de fontes de energia que emitem menos. Este progresso não resultou da redução forçada do consumo, mas da combinação entre inovação, investimento e instrumentos que alinham os incentivos no mercado. A experiência dos últimos anos mostra que é possível reduzir emissões sem abdicar de prosperidade. É por essa razão que, num primeiro momento, a IL apresentou o seu Manifesto pelo Crescimento Sustentável. Agora, propõe-se a rever a Lei de Bases do Clima, trazendo-a de volta à normalidade política e institucional. Longe do frenesim ideológico que marcou o debate há quase uma década, é tempo de atualizar esse enquadramento legal e dotá-lo de uma base racional e livre de impulsos populistas. O debate climático habituou-se, durante demasiado tempo, a essas táticas. É precisamente por isso que importa romper com elas, sem quaisquer contemplações. É hora de devolver ao clima o que ele exige: seriedade, racionalidade e políticas públicas à altura do desafio.

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Eva Cruzeiro
Eva Cruzeiro@EvaCruzeiro·
Factos: - O estado de calamidade foi declarado tardiamente. - A gravidade da situação foi desvalorizada durante horas críticas - Milhares de pessoas ficaram sem electricidade, água, sem comunicações e sem acesso ao 112 - Existiram aldeias isoladas - A Ministra da Administração Interna apenas comunicou após forte pressão pública - Portugal não activou o Mecanismo Europeu de Protecção Civil, apesar da dimensão da crise - Mas a Comissão Europeia confirmou que existia possibilidade de apoio. Quando um Governo falha na resposta atempada, na comunicação, na mobilização de instrumentos nacionais e europeus, estamos perante INCOMPETÊNCIA! As pessoas não precisam de teatro político. Precisam de um Estado que funcione quando tudo o resto falha…
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renata cambra
renata cambra@renata_cambra·
“Um grupo qualquer” foi o que o André Ventura chamou ao 1143. Eu sei que é tarde, mas tenho coisas a dizer.
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Бианка
Бианка@BiankaB12·
I keep struggling to explain one very simple thing to people pushing the “we need Greenland for strategic purposes” narrative. People aren’t just angry, they’re scared. And the knee-jerk reply I get is always the same: “So, you’re not scared of Russia?” First of all - yes, obviously we are scared of Russia. Second - this is not remotely the same situation! Here’s the part they’re refusing to understand: There’s a difference between being attacked by a violent criminal (Russia), and being threatened by your father, cousin, brother, or long-term friend (the U.S.). Both are frightening - but only one of them shatters your trust and sense of reality. Nobody in Europe ever expected this kind of rhetoric from an allied country we’ve cooperated with, trusted, and aligned with for decades. You expect aggression from enemies. You do not expect it from your friends. So stop this rhetoric. Because whether you realize it or not, you’re doing Russia’s and China’s work for them - undermining trust, sowing fear, and slowly dismantling the Atlantic alliance from the inside. Moscow and Beijing are saving on bullets right now, don’t help them.
Rasmus Jarlov@RasmusJarlov

It is time to stop terrorising these innocent people. Take a listen and look yourself in the mirror.

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🍉@paraver.bsky.social 🟩🟡🟥
A prática e o discurso. O Estado GASTOU 19 milhões de euros na compra de 320 ambulâncias novas. Agora vai entregá-las a privados que vão cobrar por algo que os Contribuintes já pagaram. O país a saque em direto.
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Paul brow
Paul brow@PaulXbrow2·
Twitt solidário Esta é a Carolina, conhecida por muitos como Noori. Ela tem 18 anos e está desaparecida desde o dia 9 de outubro de 2025. A última vez que foi vista foi na Praça São João Batista, em Almada, quando disse que iria encontrar-se com um amigo — mas nunca chegou ao destino. Desde então, ninguém mais a viu e não há informações sobre o seu paradeiro. Segundo o que foi possível apurar, Carolina vestia calças largas escuras, um casaco também escuro e usava alguns acessórios de cor azul. O telemóvel permaneceu ligado até sexta-feira, mas ela nunca atendeu as chamadas. Perto da meia-noite, o aparelho desligou-se e nunca mais voltou a ter sinal. A Carolina precisa de ajuda! Se alguém tiver qualquer informação ou a vir em algum local, por favor, aborde-a com cuidado e contacte imediatamente as autoridades. Agradecemos desde já a todos pela partilha e apoio nesta busca. Cada gesto pode fazer a diferença!
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