Celson Simon 🇧🇷
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Celson Simon 🇧🇷
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“Truth is truth. I don’t care who offend when the truth speak.” Tweets are my own.
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Mais um ótimo artigo do Mario Sabino. Até quando o verdugo do Estado de direito de Pindorama vai continuar solapando a democracia? 👇
Moraes ignorou o direito, sustou a constituição e aboliu o parlamento
Por Mário Sabino
“Estranha democracia, a brasileira, onde um único juiz, o ministro Alexandre de Moraes, pode suspender monocraticamente a aplicação de uma lei aprovada pelo Congresso, no caso específico a da Dosimetria.
Não vou entrar no mérito se diminuir as penas dos condenados pelo 8 de janeiro e a de Jair Bolsonaro é justo ou não (acho justo) ou discorrer sobre a qualidade intelectual e moral da maioria dos parlamentares (acho péssima).
A questão é que o Congresso aprovou a lei, a Associação Brasileira de Imprensa e o PSol (não são a mesma coisa?) entraram previsivelmente com Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) para derrubá-la no tapetão do STF — e Moraes tomou uma decisão fora das regras do jogo.
O pretexto foi uma ação impetrada por uma condenada em 8 de janeiro, que pede a aplicação da Lei da Dosimetria para reduzir a sua pena. O ministro argumentou que não poderia julgar pedidos como o dela, enquanto estiverem tramitando ADIs que põem em dúvida a validade da legislação aprovada pelo Congresso.
Ele poderia ter ficado nisso, mas não: deu uma caneta e suspendeu a aplicação da lei.
Não sou advogado (ainda os há ou existem apenas “juristas” no Brasil?), mas sei que direito é forma. É a forma concertada, cristalizada, aplicada no dia a dia, incansavelmente, nas petições, nos prazos, nos acórdãos, nos instrumentos recursais, que diferencia o direito daquilo que não tem forma ao adquirir qualquer uma: a vingança.
Diversos advogados estão estupefatos com a profanação da forma do direito, mais uma perpetrada desde há quase quatro anos, na suspensão da aplicação da Lei da Dosimetria.
Moraes não suspendeu a lei no âmbito das ADIs, das quais foi sorteado relator, em outro sorteio de resultado curioso no STF. Mesmo que o tivesse feito, a decisão monocrática seria contrária à previsão legal, segundo a qual só o tribunal poderia adotar uma medida cautelar tão drástica.
O ministro tirou do ar a Lei da Dosimetria como relator de um processo de execução penal — o que só não é completo absurdo no país que anda normalizando absurdos completos. Como escreveu o professor de processo penal Rodrigo Chemim, do Paraná:
“A decisão é errada, até porque, quando se admite isso, cria-se uma categoria juridicamente estranha: uma espécie de suspensão monocrática, seletiva e incidental da lei, sem previsão constitucional clara e sem o procedimento próprio do controle de constitucionalidade.”
A lei foi suspensa sem que tenha sido declarada inconstitucional. Como explica Chemim, “continua formalmente válida para todos, mas deixa de valer naquele caso porque assim decidiu individualmente o relator. Se normalizarmos isso, a segurança jurídica deixa de depender da Constituição, da lei e dos procedimentos de controle, para depender da vontade decisória de quem julga. E, nesse cenário, a jurisdição constitucional deixa de funcionar como garantia democrática e passa a operar como instrumento de exceção”.
Moraes ignorou a forma do direito, suspendeu a Constituição e aboliu o parlamento com a sua canetada. E tudo fica ainda mais esquisito quando se sabe que as penas dos condenados de 8 de janeiro e de Bolsonaro podem ser usadas como moeda de troca para evitar o impeachment de ministros do STF.”

Português
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Você vê isso e fica alguns segundos achando que é meme, AI...mas é verdade...pqp...
Alex Moretti@Alexmorettibr
Somos um país de quinto mundo
Português
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Rogério humilha Messias com apenas uma frase.
Portal Claudio Dantas@PortaldoDantas
“Vossa excelência afirma, por exemplo, que o STF é instituição central do nosso arranjo democrático. Permita-me humildemente discordar. O STF é um dos três poderes da República", diz Marinho ao votar contra Messias em sabatina claudiodantas.com.br/votei-contra-d…
Português
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Bir Google araştırmacısı, yapay zekânın bilinçli olmasının matematiksel olarak imkansız olduğunu kanıtladı.
10 yılda da değil. 100 yılda da değil. Asla.
Argüman teknik değil, yapısal.
Hesaplama, sürecin kendisi değil, bir sürecin tanımıdır.
Bir şeyin "hesaplaması" için, bilinçli bir gözlemcinin önce gerçekliği sembollere dönüştürmesi ve anlam ataması gerekir.
Bu gözlemci olmadan, yalnızca voltaj gradyanları vardır.
Makale buna Soyutlama Yanılgısı diyor.
Anlatıyı güçlendiren benzetme:
> Bir GPU fotosentezi mükemmel bir şekilde simüle edebilir
> Asla glikoz üretmeyecektir
> Simülasyon, somutlaştırma değildir
> Haritalar bölgeye dönüşmez
Çerçeve, yapay zekânın bilinçliliğini tamamen dışlamıyor.
Bir makinenin bilinçli olması durumunda, bunun kodundan değil, fiziksel yapısından kaynaklanacağını söylüyor.
Ölçeklendirme parametreleri kategoriyi değiştiremez.

Türkçe
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Thomas Sowell on the danger of rewarding irresponsibility:
“If what you have is the government taking money from people who are personally responsible and giving it to people who are irresponsible or, in many cases, corrupt, that’s not a viable situation for the long term. You’re going to have ever more people being ever more irresponsible.”
English
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Vídeo de 2018 do @portadosfundos . Como eu disse, se quiserem prender todos que criticarem os intocáveis, pode comprar mais caneta que vão precisar prender o Brasil inteiro.
Português
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Thomas Sowell is 95 years old.
Let that number sit with you.
Ninety-five years on this earth, and in all of them, he has never held public office, never had a viral moment, never begged for anyone’s attention.
What he has done is write 30 books and spend 50 years of patient research building a body of work that has outlasted every fashionable idea his critics tried to bury him with.
While the loudest voices in Washington were chasing polls and the cleverest minds on campus were chasing grants, Sowell was in the library reading the data, tracking the outcomes, and dismantling one bad idea after another.
He doesn’t argue feelings.
He measures results.
He isn’t selling anything.
His whole approach boils down to one line that every politician and activist in this country should be forced to recite before they open their mouths:
“There are no solutions. There are only trade-offs.”
Sit with that, too.
Every federal program, every mandate, every well-meaning crusade carries a cost, and somebody pays it.
Sowell’s life work has been the simple act of asking who.
Listen to him on the “help” our communities have been promised for two generations:
“I’ve been doing studies now for 20 years of programs designed to increase equality. They increase inequality.”
“Even when the programs are designed for disadvantaged groups, they help the affluent members of the disadvantaged groups, while the lower members of those groups fall further behind than ever before.”
That is the whole affirmative action racket laid out in two sentences.
The kids from the same zip codes as the Harvard faculty get the slot, while the kids from the neighborhoods that actually need a ladder are told to wait their turn.
Sowell says it plain:
“The vast majority of blacks who go to places like Harvard, Cornell, and Stanford are not blacks from the ghetto. They’re from the same neighborhoods as the whites there.”
The race hustlers don’t want you to know that, because they need the grievance to stay in business.
Sowell’s advice to young people cuts right through the hustle:
“Stay away from the race hustlers.”
“Equip yourself with skills that people are willing to pay for.”
That is the whole ball game right there, a matter of skills, work, and accountability rather than slogans, hashtags, or another federal program designed to pad a consultant’s salary while leaving the South Side worse off than before.
Here is the line I want every young person in Cincinnati, Cleveland, Columbus, and every other corner of America to read tonight:
“Much of the social history of the Western world over the past three decades has involved replacing what worked with what sounded good.”
That one sentence explains our schools, our cities, and why the neighborhoods the War on Poverty was supposed to save are in worse shape now than they were before the checks started flowing.
Sowell has pushed a whole generation of us to stop reacting and start asking harder questions.
What are the incentives?
Who actually benefits from this policy?
What do the numbers look like five, ten, twenty years later?
Ask those questions honestly, and the illusion falls apart.
The most dangerous man in America right now isn’t the one shouting on television.
He is the 95-year-old professor in Palo Alto who doesn’t need you to agree with him, because he has the data on his side.
Ninety-five years of telling the truth.
Thank you, Dr. Sowell.

English
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Peço desculpas, senhor Joaquin Teixeira. Peço que o senhor não reposte mais esse vídeo, os ministros não têm gostado muito…
Joaquin Teixeira@JoaquinTeixeira
O ministro está processando todo mundo que compartilhar esse vídeo criminoso do @RomeuZema. Atitude correta, a internet não é terra sem lei!
Português

@gilmarmendes Todo mundo tem que ter limites limitados pela suprema corte. Somente a suprema corte que não tem limites... esta pode tudo. Vai catar coquinho... 🐸🤡
Português

O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder.
É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes.
Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos.
As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.
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Parece um filme policial, roteiro perfeito de ficção, mas é só o Brasil real: dinheiro, poder, tráfico de influência… Quando a investigação chega perto demais dos poderosos, ocorre um “suicídio” dentro da Polícia Federal.
Esse é o roteiro da novela do Banco Master e do “sicário” de Vorcaro. Enquanto toda essa trama de máfia se desenrola, o sistema segue vendendo a ilusão de que “as instituições estão funcionando”. Estão sim… funcionando para proteger quem nunca pode cair.
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