
MJ_Miner.btc
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@choimj
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Esse cara acabou de ganhar 1 bilhão de dólares no mercado financeiro. Só hoje. E a história dele é surreal. Com 24 anos ele foi demitido da OpenAI, escreveu um artigo de 165 páginas e fundou um hedge fund. Em menos de 12 meses, transformou $225 milhões de dólares em $5,5 bilhões. A tese dele era simples: o gargalo da inteligência artificial não são os modelos, não são os chips e não é o software. É energia. Leopold Aschenbrenner trabalhou no time de Superalignment da OpenAI até ser demitido em abril de 2024. Dois meses depois, publicou "Situational Awareness: The Decade Ahead", onde argumentou que a AGI estava chegando mais rápido do que qualquer investidor imaginava. Enquanto todo mundo em Wall Street apostava em empresas de chips e modelos de IA, ele olhou para a mesma curva de escala e chegou a uma conclusão diferente: os vencedores seriam quem controlasse a eletricidade. A matemática de potência dos clusters de treinamento é implacável. Em 2022, o cluster do GPT-4 consumia 10 megawatts. Em 2024, o maior cluster já exigia 100 megawatts. Em 2026, o líder consome 1 gigawatt, a potência de um reator nuclear grande. Até 2030, a projeção é de 100 gigawatts, mais de 20% de toda a geração elétrica dos Estados Unidos, para uma única instalação de treinamento. E isso sem contar inferência, que exige múltiplos disso. O fundo dele, Situational Awareness LP, colocou essa tese em prática. A maior posição é $875 milhões em Bloom Energy, uma empresa de células de combustível que gera eletricidade diretamente no site do data center, sem depender da rede elétrica. Ontem, a Bloom anunciou um acordo de 2,8 gigawatts com a Oracle para alimentar seus data centers de IA. A ação subiu 15% no after-hours. Essa posição agora vale perto de $2 bilhões. As outras apostas seguem a mesma lógica: $700 milhões em CoreWeave Calls de Intel que multiplicaram numa alta de 53% Participação de quase 10% na Core Scientific, uma mineradora de Bitcoin que está convertendo sua infraestrutura de energia em hosting de data centers de IA. E um short em Infosys, apostando que agentes de IA vão destruir o modelo de TI terceirizada. A geração elétrica dos EUA cresceu apenas 5% na última década. A rede não foi construída para isso. A escassez de transformadores, os atrasos em equipamentos de switchgear e os projetos de data centers cancelados são os primeiros sintomas de um sistema elétrico batendo no limite. Aschenbrenner viu isso anos antes do resto do mercado. Os retornos são registro público. A era em que o trade de IA era comprar Nvidia acabou. O verdadeiro trade agora é quem controla os elétrons.










