Roque Citadini

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Uma colocação irônica fora do lugar causou o maior deslocamento de torcida do mundo e proporcionou ao futebol um dos seus mais bonitos momentos.
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A aprovação, no Senado, de uma lei que equipara misoginia e racismo tem gerado grande controvérsia no campo da extrema direita. Há um movimento global de criminalização do sexismo, impulsionado em grande parte pela nova mídia online. A hostilidade baseada no sexo vem sendo incorporada aos crimes de ódio. Trata-se de uma mudança em curso no mundo. Daí decorre a reação de setores conservadores. Essa lei, aprovada no Senado, seria, segundo esses grupos, mais um passo de um progressismo igualitário que visaria destruir a família. Ancorados em interpretações descontextualizadas de textos bíblicos, defendem a superioridade do homem sobre a mulher, sustentando que qualquer avanço no respeito e na igualdade de direitos entre os sexos violaria a “natureza humana”. Essa visão é caracterizada como um “conservadorismo periférico”, uma vez que, nos Estados Unidos e na Europa, essas barreiras já foram superadas. Ocorre que o bolsonarismo enfrenta dificuldades em debates que envolvem respeito às minorias, igualdade de gênero e punição ao discurso de ódio. Bastou a apresentação de um projeto que equipara misoginia e racismo para acender o alerta entre aqueles que defendem um modelo de mundo que "o vento levou".
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O que ouvimos nos últimos três anos do pessoal da Faria Lima: -o dólar vai disparar para 8 ou 10 reais; -a Bolsa vai cair, corram daqui e levem a grana pra fora; -a inflação está crescendo; -a política fiscal está comprometendo o país. Deu tudo diferente. O palpite dos consultores da Faria Lima é para enganar trouxas.
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A venda da CBA (Cia. Brasileira de Alumínio), do grupo Ermírio de Moraes, para uma estatal chinesa deveria acender um sinal de alerta para o Brasil. O país entrega uma área mineral importante para o nosso desenvolvimento sem qualquer questionamento do governo ou da oposição. Isso não ocorreria na China ou nos Estados Unidos. Somente um país sem projeto para o futuro aceita — pacificamente — um negócio como esse. O velho senador José Ermírio de Moraes — que tanta falta faz ao país atual — sempre colocava a necessidade de o país ter controle sobre a exploração de minerais. Por isso lutou e por isso foi tão atacado. Renunciar à presença do país nessa área é renunciar ao futuro como projeto de grande nação. A oposição que se diz “nacionalista” é entreguista e presa a um projeto antinacional. Este é o erro do governo do PT. Atua muito bem no campo do apoio aos mais pobres e esquece que deve ter um projeto de país. E, para isso, precisa atuar de forma mais ampla. Veja-se o caso de permitir que empresas brasileiras, que cresceram com muito apoio do BNDES, transfiram suas ações para Nova York, em completo abandono do país. E as empresas concessionárias de portos, aeroportos e rodovias — que, em qualquer país, teriam de ter sócios brasileiros — atuam liberadas e livres de qualquer compromisso com o país. Lembremos que a maior parte é financiada pelo BNDES. O caso da empresa que opera o estratégico porto de Santos simplesmente retirou o controle acionário do Brasil. Como também deixaram acontecer com a incrível JBS, criada e mantida com dinheiro público e que agora virou as costas para os acionistas do Brasil. A situação é péssima. O governo continua atuando fortemente na política social e esquece de pensar no conjunto do país. A oposição é imprestável, politicamente vendida e apátrida. Caminhamos para ser uma colônia da China ou dos EUA, ou de qualquer outro esperto que chegue. Tudo isso sem qualquer reação.
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Ninguém fez tanto pelo agronegócio quanto os governos de centro-esquerda que temos tido. Já no governo FHC, tivemos vários programas que permitiram a arrancada da agricultura brasileira. No governo Lula 1, com o ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, nasceu o Plano Safra no modelo que temos hoje: recursos, subsídios por todo lado e a Embrapa comandando as inovações, o que mudou para melhor a agricultura familiar. Sem esquecer o apoio do Banco do Brasil para financiar (e refinanciar) tudo no campo. Foi isso que proporcionou o salto do agro. No governo Bolsonaro, a única novidade foi a ameaça de Paulo Guedes de cortar subsídios e apoios. Mas por que, então, o agro é tão hostil aos governos progressistas e apoia o bolsonarismo? A questão não é econômica. É cultural, numa versão “gramscista” cabocla. Construiu-se um campo de apoio norteado por comportamentos, ideias e um estilo de vida que vai consolidando uma área da sociedade. Defendem os fazendeiros como pioneiros, conquistando matas, enfrentando indígenas, abrindo picadas, queimando florestas e até justificam “grilagens”, entre outras práticas. Boa parte do agro nada tem a ver com isso. São produtores com propriedades consolidadas, maquinário moderno e produção cada dia maior e melhor. Mas permanece o domínio cultural do agro, somando-se aos preconceitos e ao ódio que o bolsonarismo espalha por todo lado. Observe que os grandes do agro não pensam como uma parte desse setor. A modernidade na produção no campo gera um ambiente de apoio político. São as áreas mais atrasadas, sem maquinário moderno e sem computadores, as maiores defensoras do bolsonarismo agrário. Só com a modernização da maquinaria mudará essa cultura.
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Esse "namorico" do PSDB e do MDB com o bolsonarismo deixa as duas históricas agremiações fora de qualquer alternativa real pro país. Além de tudo agridem o passado de luta democrática dos dois partidos.
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A manifestação do cônsul norte-americano sobre o Porto de Santos não é um ataque à soberania do Brasil. É quase um alerta ao país para que saia desse “estado vira-lata” nas concessões de portos, aeroportos, ferrovias e rodovias. O Brasil erra há muito tempo nessas concessões por não entender o tamanho dos interesses nesse campo. O Brasil erra quando, por um “punhado de dólares”, simplesmente empurra para grupos estrangeiros a operação dessas áreas estratégicas da economia. Nessa campo, a esquerda copia a direita. Na visão pauloguedista, o importante é a entrada de dinheiro, sem nenhuma preocupação com a operação futura. O que os EUA estão dizendo é que não podemos pensar assim. Entregar os portos para grupos chineses, segundo os norte-americanos, dá aos concorrentes forte vantagem nessa área estratégica da economia. É isso que os EUA querem evitar, porque os chineses estão “ocupando” portos em todo o mundo. Da Ásia à Europa, da África à América Latina, a todo momento temos notícia de mais e mais empresas chinesas ganhando licitações de portos. O Brasil deveria pensar de acordo com o tamanho que tem, e as concessionárias deveriam ter participação de empresas brasileiras. As vencedoras também deveriam ter capital aberto, com ações na bolsa local. Vários países adotaram um sistema que mantém certo controle nacional sobre uma área tão relevante para a economia. Aqui não: a esquerda (em sua maior parte) é igual à direita. Querem arrecadar dinheiro com as concessões e não pensam no futuro. Nisso, os governos pouco diferem. Defender um projeto nacional, com empresas e grupos brasileiros, é uma ideia ignorada. Vejam dois exemplos: a empresa Porto-Brasil, que opera em Santos, vendeu seu controle a um grupo francês. Imediatamente fechou o capital e saiu da Bovespa. Isso, em países com mentalidade de defesa de um projeto nacional, não seria possível. Outro caso foi o da JBS que, depois de encher seus projetos de dinheiro do BNDES, virou a cara, saiu da Bovespa e foi para a Bolsa de Nova York, em grave prejuízo para investidores e para o governo brasileiro. Nem preciso falar sobre o que ocorre com as empresas de energia e saneamento. Falta uma visão getulista de defesa do país e de suas empresas nessa economia complexa. O Brasil fez bem em não entrar na Rota da Seda. Deveria ter uma legislação de concessões (de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias) que contemplasse a presença de empresas nacionais e exigisse que as concessionárias tivessem ações na bolsa. O que diz o representante norte-americano é que os EUA não estão, ainda, em condições de vencer a disputa com os chineses nos portos e que o Brasil, pela sua importância, deveria entrar nesse jogo. Enquanto isso, deveria manter o controle dos portos, especialmente do de Santos. E deveria mesmo mudar a política de concessões, de forma a proteger os interesses brasileiros.
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Um problema complexo para a oposição será a definição, no plano de governo, da questão da Petrobras. A petrolífera brasileira é “jurada de morte” pelos economistas da direita, de viés liberal. Na gestão passada, Paulo Guedes fez o que pôde para aniquilar a Petrobras. Não se trata de privatizar a empresa, como o governo FHC fez com a Vale do Rio Doce. Nesse caso, houve a venda, com a manutenção da empresa brasileira. Com a Petrobras, o projeto seria esquartejá-la, de forma que o projeto nacional de uma empresa de petróleo desapareça. A primeira etapa foi separar e vender as refinarias, de modo que o ponto mais lucrativo da empresa desaparecesse. Isso foi parcialmente feito, com a Petrobras perdendo braços importantes de sua atuação. O segundo passo foi vender a distribuidora de combustíveis. Nesse caso, a Petrobras perdeu uma empresa que sempre deu lucro e nunca precisou de recursos públicos. Quando a Petrobras ficar sem refinarias e sem a distribuição, seu núcleo será pesquisa e exploração, áreas em que precisará de muito dinheiro e terá pouco retorno. O projeto de Paulo Guedes é acabar com a petrolífera, deixando o mercado aberto a outras “irmãs”. A Petrobras é um projeto vitorioso do país. Nasceu de uma aliança de militares de esquerda e de direita para garantir uma posição de não subordinação estrangeira na área de combustíveis. Sendo produto do nacionalismo de direita e de esquerda, lutou contra campanhas das concorrentes e se tornou uma grande companhia. Moderna e inovadora, pode desafiar as “irmãs” em todas as áreas. Foi pioneira na exploração em águas profundas, até hoje um diferencial importante. Com ações na bolsa, sempre deu lucro e tem ganhado prestígio na área das petroleiras, mas, no Brasil, o ódio da direita civil nunca foi esquecido. A companhia contrariou os Bob Fields e sua turma e se fez grande, competente e lucrativa. O projeto de Paulo Guedes seria uma vingança contra o sucesso e o nacionalismo. Não se sabe se o candidato da oposição vai assumir o projeto de destruição da Petrobras, mas este seria o projeto da direita (dita liberal), formada por economistas que nunca esqueceram a ordem de aniquilar uma empresa que deu certo. Vencendo a oposição, estaria decretado o desaparecimento da Petrobras.
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É incrível a acomodação de nossos jornalistas. Não tem um da Folha, do Globo ou do Estadão pra pegar o telefone e ligar pro Roberto Campos Neto e perguntar : " todas as fraudes do Banco Master ocorreram na sua gestão, o que o Sr tem a dizer ? As operações não eram fraudes ? O Sr não sabia de nada? " Obrigado pelo esclarecimento.Sua resposta será publicada.
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Por que o Banco Central não barrou as fraudes realizadas pelo Banco Master? Esta é a principal questão que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal procurarão responder. O mais grave de tudo é que o Banco Central foi avisado do que ocorria pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e por experientes banqueiros. É o que diz O Globo, que acrescenta que o próprio presidente da instituição, Roberto Campos Neto, foi alertado e prometeu uma solução que nunca chegou. Seria uma das razões da omissão do Banco Central a cooptação, pelo Banco Master, de diretores diretamente responsáveis por fiscalizar o mercado? Creio que pode haver mais do que isso. Muita gente ganhava com as estropelias do Banco Master, embora hoje tudo esteja concentrado em Vorcaro. Certamente, a PF e o MPF encontrarão a resposta para o motivo de o Banco Central não ter agido e ter permitido esse rombo gigantesco que aparece hoje. A mídia continuará com suas prioridades de diversão: festa de casamento, contratação de advogados, viagens em jatinhos privados, doações para políticos e parlamentares. Isso tudo gera barulho na internet e em toda a mídia. Mas o que esclarecerá o caso é a omissão do Banco Central. Sem ela, não haveria o escândalo. A matéria de O Globo: oglobo.globo.com/economia/finan…
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A Igreja da Lagoinha do bairro Belvedere, em Belo Horizonte, encerrou suas atividades. Era uma unidade de luxo do grupo, e o templo tinha capacidade para 2 mil pessoas. O pastor-chefe está preso neste caso, em que a igreja funcionava mais como um banco do que um templo. Havia até uma fintech entre suas atividades. O caso é bastante vergonhoso, e imagino o espanto dos fiéis que caíram naquelas pregações que misturavam teorias de autoajuda e algumas citações bíblicas. Desde que surgiu o caso do Banco Master, estava claro que tínhamos dois núcleos neste imbróglio. Um deles é o Banco Central do Brasil, que permitiu por anos a fraude do Banco Master, com o conluio de quadros relevantes da instituição. Se o BC tivesse agido, nada disso teria chegado aos montantes citados pela Polícia Federal. O outro núcleo é essa Igreja da Lagoinha, que produzia milagres e estripolias na mesma intensidade. Ao fechar o templo, abandona seus fiéis e faz uma confissão pública de culpa. Certamente, muito ainda se falará do caso Master: políticos, jornalistas, advogados, juízes etc, mas tudo isso não existiria sem a ação da Igreja da Lagoinha e a omissão do Banco Central. Quanto mais avançarem as investigações e mais claras ficarem as tramas, mais o Banco Central e a Igreja da Lagoinha ganharão destaque. As divulgações de gravações de festas, jantares e convescotes regados a uísque serão sempre as mais comentadas, mas, para esclarecer a fraude, os pontos mais relevantes estarão no BC e na Lagoinha.
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A ministra Simone Tebet não abandonou o MDB. Foi o partido que abandonou sua história ao juntar-se ao bolsonarismo.
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O candidato Flávio Bolsonaro adiou a divulgação do "Plano de Governo". Diz a Folha que é porque o candidato vem crescendo nas pesquisas e a divulgação do plano não seria necessária. Não é esse o motivo. O adiamento ocorre porque as medidas do plano de governo da oposição são, no mínimo, impopulares. A única medida lembrada pelo coordenador de campanha, uma nova reforma na Previdência, já assustou muita gente. A dificuldade da oposição é trazer para a campanha aquilo que sempre defendeu nos últimos anos. O principal ponto de mudança será o fim da política de recuperação do salário mínimo que o governo Lula vem adotando. A oposição não esconde que isso precisa mudar. E qualquer mudança significa não reajustar o salário mínimo ou conceder reajustes ínfimos, encerrando o caminho de recuperação do valor desse importante instrumento social. Como sabemos, a política de recuperação do salário mínimo, além de proporcionar maior poder de compra à população, afeta as despesas da Previdência. E, nesse campo, a oposição atual sempre foi hostil às políticas de apoio aos mais pobres. Vejam-se as críticas recorrentes ao Bolsa Família e a outros benefícios que atendem os mais pobres. Será difícil para um candidato atacar a recuperação do salário mínimo e das bolsas de apoio social. Há também outras medidas difíceis de obter apoio da população. Paulo Guedes sempre teve como objetivo fragmentar e vender a Petrobras. Aqui, a questão não é econômica, é ideológica: a Petrobras é eficiente, tem ações na bolsa e apresenta lucro aos acionistas. A questão é a rejeição a um projeto de Brasil que deu certo. Por essa razão, o governo Bolsonaro vendeu a Petrobras Distribuidora (que dava lucro e não precisava de dinheiro público) e vendeu refinarias para “cortar as pernas” da empresa brasileira. As refinarias privatizadas são um desastre e nada contribuíram para o país. O candidato da oposição terá dificuldade em defender essa privatização. Por tudo isso, o candidato da oposição vai adiar a divulgação do plano de governo. Atacar a recuperação do salário mínimo, condenar benefícios sociais e defender a privatização da Petrobras são assuntos explosivos, e o candidato terá muito trabalho nessa missão.
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Não tenho bronca nenhuma com Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, além das normais, por ele ter feito parte de um governo de extrema direita. Minha bronca é com o Roberto Campos, avô. Uma farsa completa. Foi o principal inventor da correção monetária, essa praga que nos persegue há mais de 60 anos. Alimenta a inflação ao invés de combatê-la. É incrível que o Bob, avô, inventor dessa tragédia, seja festejado pela historiografia pátria. Quando penso nessa nossa tragédia econômica, lembro de Mao Tsé-Tung quando lançou o “Grande Salto para a Frente”, que deveria garantir a produção de alimentos para toda a China. Na elaboração do plano, alguns economistas do partido apresentaram um estudo mostrando que os pardais comiam uma enorme porção da safra de grãos chinesa. Mao promoveu uma gigantesca campanha que eliminou quase todos os pardais da China. Quando a colheita terminou, apareceu o desastre da ideia dos economistas. Sem pardais, a safra perdeu muito mais da produção, por conta de todos outros tipos de pragas que surgiram. Os pardais comiam grãos, mas também comiam insetos que avançavam sobre os cereais. Foi um desastre completo. Mao tomou duas medidas: importou milhões de pardais da URSS e mandou fuzilar os oito economistas que fizeram o plano anterior. Não defendo que os responsáveis pela invenção da correção monetária, um veneno que ainda consumimos, como o líder Roberto Campos, avô, fossem fuzilados no padrão Mao Tsé-Tung. Isso é loucura. Mas deveríamos pelo menos parar de aplaudir esse economista que tanto prejudicou o Brasil.
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