Claudio Ciro

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@claudiociro

Mentoria & consultoria de alavancagem curricular e patrimonial

Rio de Janeiro Katılım Eylül 2009
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
A expansão dos corredores de BRT no Rio de Janeiro, conduzida pela gestão do prefeito Eduardo Paes, precisa ser analisada com mais frieza — e menos entusiasmo institucional. Por trás do discurso de modernização, há um processo silencioso que pode comprometer o futuro da mobilidade na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 🚨 O ponto mais preocupante é a mudança no comportamento dos trabalhadores. Cada vez mais, deslocamentos que antes eram feitos por trem — sobretudo nos eixos que ligam a Baixada Fluminense ao centro — estão sendo substituídos por trajetos via BRT. Não necessariamente por eficiência estrutural, mas por uma combinação de fatores: degradação do serviço ferroviário, falta de confiabilidade e ausência de investimentos consistentes nos trilhos. 🚨 Esse fenômeno tem consequência direta: a redução do número de passageiros nos trens urbanos operados hoje sob a marca TrensRJ. E essa queda não é apenas estatística — ela é estrutural e perigosa. Menos passageiros significam menos arrecadação, menor justificativa política para investimentos e um ciclo de abandono que se retroalimenta. O sistema perde relevância aos poucos, até se tornar secundário em uma metrópole que deveria depender justamente dele. 🚍 É um deslocamento de matriz de transporte que ocorre sem debate público qualificado. 🚆O problema não está apenas na migração de passageiros, mas no tipo de transporte que passa a ocupar esse espaço. O trem, por sua natureza elétrica, de alta capacidade e menor emissão por passageiro, é um dos pilares de qualquer política séria de mobilidade sustentável. Ao enfraquecê-lo, o Rio caminha na contramão de grandes centros urbanos globais. 🚆Enquanto isso, a malha ferroviária segue praticamente estagnada. Ramais não se expandem, integrações são precárias e a percepção pública do sistema é de abandono. O que deveria ser o eixo estruturante da mobilidade metropolitana foi relegado a um papel cada vez mais periférico. ⚠️O resultado é um cenário que merece atenção urgente de autoridades e ambientalistas. ⚠️ Estamos diante de uma troca silenciosa: um modal estruturante, limpo e de alta capacidade está sendo gradualmente substituído por outro mais limitado, mais sujeito a congestionamentos e com maior impacto ambiental agregado. Ainda que soluções sobre pneus tenham seu papel, elas não podem ocupar o espaço estratégico dos trilhos. 🏭 Se essa trajetória continuar, o Rio de Janeiro pode consolidar um modelo de mobilidade mais poluente, menos eficiente e mais vulnerável ao colapso operacional. E o mais grave: essa mudança está acontecendo sem o devido alerta público, sem planejamento de longo prazo e sem a prioridade que a crise exige. 😮‍💨 Ignorar a queda de passageiros nos trens hoje é aceitar o desaparecimento de um sistema essencial amanhã. #BRT #trens #meioambiente
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
@RosaneBonoro De tempos em tempos o Brasil apresenta um meme vivo da triste realidade do nosso país. 😓
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Nanibarbosa
Nanibarbosa@RosaneBonoro·
Caminhão da cachaça 51 tomba em uma Avenida de Sergipe, população faz a festa! 🤦🏻‍♀️
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CarpinteiroD'Universo
CarpinteiroD'Universo@JonnesBrown·
@WilliamAlves Dra de nacionalidade Argentina rouba material que envolve animais, de repente um cruzeiro aparece contaminado com vírus de rato contraídos num lixao na Argentina... Ahhhh a vida e suas coincidências
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Fala Will
Fala Will@WilliamAlves·
Justiça suspende processos administrativos da Unicamp contra casal investigado por furto de vírus Deixe isso entrar na sua cabeca sem anestesia: amostras de virus desapareceram de um laboratorio de alta seguranca da UNICAMP. H1N1, dengue, zika, chikungunya. A Policia Federal investigou. Dois nomes foram colocados no centro do caso: Soledad Palameta Miller e Michael Edward Miller. Agora, a Justica suspende os processos administrativos contra o casal. Nao estamos falando de um cracha perdido ou de um erro burocratico qualquer. Estamos falando de material biologico sensivel desaparecendo dentro de uma das universidades mais poderosas do pais. Em qualquer sociedade minimamente seria, isso provocaria indignacao nacional permanente. Mas aqui acontece algo curioso: quando o escandalo envolve certas estruturas da elite academica, imediatamente surge uma especie de campo de protecao institucional. A imprensa pisa leve. O debate esfria. As palavras ficam tecnicas. E o absurdo vai sendo diluido ate parecer apenas mais um detalhe administrativo. Imagine se fosse o contrario. Imagine se o caso envolvesse um laboratorio privado ligado a figuras conservadoras. Imagine as manchetes, os editoriais, os “especialistas”, os influencers histericos exigindo prisoes exemplares e tratando o episodio como ameaca global. Mas no Brasil, indignacao tambem parece obedecer alinhamento ideologico. g1.globo.com/sp/campinas-re…
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Bruxão petersoniano 🇮🇹
🚨 NÃO É MEME, É O BRASIL REAL: Um juiz condenou uma família inteira por “ABANDONO INTELECTUAL”… Só porque eles fazem HOMESCHOOLING! 😱 O “crime”? As meninas NÃO ouvem FUNK nem SERTANEJO. A educação delas é focada em arte sacra, latim, piano e teoria musical. A mãe se formou em MATEMÁTICA só pra ensinar as filhas em casa. Elas leem 30 LIVROS POR ANO. Uma já passou de 6 MIL PÁGINAS. Mas o juiz disse: “visão restrita de mundo”. Falta sexualidade, gênero, outras religiões… e funk, claro. Resultado? Pais podem pegar 50 DIAS DE PRISÃO + outras punições. Não é piada. É sério. Por isso, milhares de famílias homeschoolers estão fugindo do Brasil, onde, além de não ser regulamentada, a prática agora pode gerar perseguição. E o pior: agora virou jurisprudência. Não expor seus filhos ao funk e ao sertanejo pode dar CADEIA. ⚖️ Acorda, Brasil! Isso é liberdade ou ditadura disfarçada? RT se você acha isso um ABSURDO.
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
Dependendo de quem você perguntar nas redes sociais, as pessoas geralmente dirão que se parece com Baphomet, o bode satânico! sfgate.com/obscuresf/arti…
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
É o famoso 'protocolo do MP': Se você faz um pesqueirinho de 3 metros com madeira de lei, vem fiscal com drone e multa de 6 dígitos. Mas se for uma favela inteira invadindo a planície de inundação do rio... aí vira 'dinâmica urbana espontânea'
Pecuária Brasil 🐂🇧🇷@pecuariadobem

Se vc construir um simples pesqueiro na beira do rio, logo aparece o MP multando e mandando demolir.. Mas na cidade ( Jardim Pantanal , SP) aí nada acontece.. É impressionante a diferença de tratativa..

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Rafael Zattar
Rafael Zattar@ZattarRafael·
Tô precisando seguir gente nova aqui no X. Qual o melhor perfil aqui da rede pra você?
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
Pode fazer estilo ópera? IA: Claro! Tentei o meu melhor para transformar aquela ideia em uma ópera épica e dramática. Eu trabalhei nessa versão transformando o ritmo em uma ária de tenor potente, com toda a grandiosidade de uma orquestra ao fundo. 🤪🤪😂😂😂
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
Mudar a letra agora. Colocar "bundurudun bumbum bundum, burindumbumdum buburum bundum, burundum bumbum ... IA: Entendi! Como ainda estou praticando minhas habilidades de edição musical, tentei o meu melhor para ajustar a letra e manter aquele pique do funk pesado que você pediu.
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
Faça uma música pop com a letra: Parapapapa parapaparapapa papapara papara papa rapapapa papara papara...
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
Este país está estranho demais
Senso Crítico ⚡@SensoCrtico1

Um dentista que permaneceu sete meses detido em 2013, sob a acusação de crimes de estupro em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e que posteriormente foi absolvido, teve o seu pedido de indemnização negado. Após a decisão final, André Luiz Medeiros Biazucci Cardoso, de 39 anos, foi condenado a pagar cerca de 479 mil reais em custas processuais e honorários ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. A detenção ocorreu na fase de inquérito da Polícia Civil. A defesa argumentou que as vítimas foram induzidas durante o processo de reconhecimento fotográfico. O profissional passou 210 dias na prisão antes de ser libertado. A absolvição foi fundamentada pelos seguintes elementos: • Exames de ADN solicitados pela defesa excluíram a presença do material genético de André na cena dos crimes. • Imagens de câmaras de segurança e testemunhos indicaram que ele não se encontrava em Belford Roxo no momento das ocorrências. • O próprio Ministério Público solicitou a libertação do indivíduo após a apresentação destas provas. A DECISÃO JUDICIAL E O RECURSO INTERNACIONAL André e a sua família processaram o Estado exigindo uma compensação por danos morais e materiais resultantes do período de reclusão. Contudo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido. O tribunal entendeu que a prisão preventiva resultou do exercício regular da atividade de investigação das autoridades, não havendo comprovação de má-fé por parte da polícia. Como a família perdeu em todas as instâncias judiciais e a Justiça determinou que parte dos autores do processo não possuía direito a apoio judiciário (gratuidade de justiça), a Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) avançou com a cobrança de R$ 478,9 mil. Em resposta, os advogados de André recorreram à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), solicitando uma medida cautelar para suspender a cobrança e pedindo a análise de possíveis falhas no processo criminal. O UOL tentou contato com a CIDH, mas não obteve resposta. noticias.uol.com.br/cotidiano/ulti…

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E. Cavendish
E. Cavendish@ducavendish·
É isso mesmo? 😫
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Claudio Ciro
Claudio Ciro@claudiociro·
Há algo quase perturbador na notícia de um rubi de 11 mil quilates encontrado em Mianmar. Uma pedra gigantesca, vermelho-púrpura, surgindo do subsolo de um país devastado por guerra civil, pobreza e disputas militares. Como se a Terra, indiferente à tragédia humana, resolvesse produzir beleza justamente onde falta paz. O mais intrigante não é o tamanho da pedra. É o paradoxo. O mercado de pedras preciosas sempre vendeu a ideia de escassez. Quanto mais rara a gema, maior seu valor. Mas então surge um rubi colossal, quase absurdo, desafiando a lógica invisível que sustenta o desejo humano. Afinal, se a natureza consegue criar um monstro mineral desses, talvez a raridade seja menos uma propriedade da matéria e mais uma construção psicológica. O valor não está na pedra. Está na nossa fome de acreditar nela. Durante séculos, reis, imperadores e milionários olharam para rubis como se fossem fragmentos do eterno. Um rubi não envelhece, não apodrece, não muda. Talvez por isso o ser humano projete nele uma tentativa desesperada de permanência. O diamante simboliza poder; o rubi simboliza sangue, paixão, eternidade. Não é coincidência que civilizações inteiras tenham matado por essas pedras. Mas existe algo quase cruel nesse rubi de Mianmar. Enquanto mineradores escavam lama, poeira e miséria, uma elite internacional provavelmente já calcula o preço da gema em salas climatizadas. O rubi vira metáfora do próprio capitalismo contemporâneo: a beleza nasce do caos, e o valor nasce da narrativa. Uma pedra enterrada é apenas mineral. Uma pedra exibida por um governo, cercada de manchetes e desejo coletivo, torna-se um símbolo quase místico. E talvez aí esteja a verdadeira filosofia da coisa: o ser humano não atribui valor às coisas raras. Ele torna raras as coisas nas quais deposita significado. No fundo, aquele rubi não desafia apenas o mercado de pedras preciosas. Ele desafia a própria noção de valor humano. Porque um pedaço de mineral bruto pode receber mais atenção global do que milhares de vidas perdidas numa guerra silenciosa. Há também uma ironia quase metafísica: quanto mais brilhante a pedra, mais escura parece a realidade ao redor dela. Talvez os grandes tesouros da humanidade sempre tenham sido assim. Ouro, rubis, diamantes… objetos pequenos nos quais civilizações inteiras condensam ambição, vaidade, medo da morte e desejo de transcendência. O rubi de 11 mil quilates não é apenas uma pedra gigantesca. É um espelho mineral da própria humanidade. ( share.google/a83XBa6mFu1L4W…)
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🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷
🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷@zfabrogmailcom·
***CARTA ABERTA do Prefeito da Estância de Amparo-Carlos Alberto Martins em defesa da @YpeOficial ''O Brasil conhece a marca. Amparo conhece a história. Conheço a Ypê. Conheço sua história. Conheço a família que lutou para construir e as famílias que vivem do trabalho honesto construído dentro daquela empresa há décadas. Por isso, não posso me calar diante da forma como esse episódio vem sendo tratado publicamente, como se uma das maiores empresas brasileiras do setor tivesse simplesmente ignorado sua responsabilidade com os consumidores e com o país. A Ypê apresentou laudos técnicos, estudos independentes e fundamentos científicos robustos atestando a segurança de seus produtos. Além disso, mantém diálogo aberto com os órgãos reguladores e sempre demonstrou responsabilidade e transparência diante de qualquer apontamento técnico. Isso precisa ser dito com clareza. O que também chama atenção é a velocidade com que determinados setores passaram a explorar midiaticamente o caso, transformando uma discussão técnica em espetáculo público, gerando insegurança, atacando reputações e colocando milhares de trabalhadores sob tensão. É impossível ignorar que estamos falando de uma empresa brasileira gigante, líder de mercado em diversos segmentos, que disputa espaço com multinacionais poderosíssimas. E, infelizmente, no mundo corporativo, sabemos que muitas vezes interesses econômicos caminham junto de narrativas cuidadosamente amplificadas. Defender a Ypê não é fechar os olhos para fiscalizações. Fiscalização séria deve existir sempre. Mas defender a Ypê é defender a verdade, o equilíbrio, o bom senso e, principalmente, milhares de empregos e famílias de Amparo que ajudaram a construir essa empresa junto com seus fundadores e colaboradores. A Ypê faz parte da identidade da nossa cidade. Cresceu junto com Amparo. Gerou oportunidades quando muitos desacreditavam do interior paulista. Levou o nome da nossa cidade para o Brasil inteiro. E tenho confiança de que a verdade técnica prevalecerá sobre o sensacionalismo. Minha solidariedade aos trabalhadores, às famílias e a todos que fazem parte dessa história de sucesso construída com trabalho sério, dedicação e amor por Amparo. Carlos Alberto Martins Prefeito da Estância de Amparo .
🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷 tweet media
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Nanibarbosa
Nanibarbosa@RosaneBonoro·
😂😂😂😂😂😂😂😂 Trabalho feito, rapaziada.
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Diego Muguet
Diego Muguet@diegomuguetrj·
🚨 YPÊ VENCE PRIMEIRA BATALHA! Após apresentar recurso na ANVISA, a agência voltou atrás e manteve os produtos do lote 1 em circulação.
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Ypê Oficial
Ypê Oficial@YpeOficial·
Há mais de 70 anos, a Ypê está envolvida em projetos de sustentabilidade. Assista à nova campanha e conheça a Nova Linha Ypê Green. Quem ama Ypê, ama a natureza. Saiba mais: ype.ind.br/produtos/linha… #YpêNoCaminhoDoBem
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Marcelo de Carvalho
Marcelo de Carvalho@MarceloCarvFr·
Por qual razão não podemos ter um trem fantástico de alta velocidade como este entre Rio e São Paulo ?
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