Sheila

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Sheila

Sheila

@concursheila

Katılım Mart 2026
21 Takip Edilen3 Takipçiler
Sheila
Sheila@concursheila·
@tuitero_rafael pq marrocos e africa do sul são duas argentinas? pergunta legítima
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Sheila
Sheila@concursheila·
medo do pudim rebeka virar o novo herbissimo e subir de preço absurdamente
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Alejandro
Alejandro@diegoalejocm·
Hoy juega Canadá. Digan UNA sola cosa buena que este país le haya dado al mundo.
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Sheila
Sheila@concursheila·
vou ficar quieta Dias das padrão maluca
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Sacolé de porra
Sacolé de porra@bolorderolo·
quando eu digo que sou a favor do aborto é plenamente. não me importo com a opinião caso a caso. a pessoa está grávida e não deseja estar? suficiente. pode ser pra aparecer magrinha num casamento. pra ir nos brinquedos do parque. foda-se. não me importa.
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Colicchio
Colicchio@ars_critica·
22 anos de vida E também é aniversário do Araki Ótimo dia
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Rodrigo
Rodrigo@rodrigotuitta·
“Ah pq o Pix prejudica as empresas dos EUA”
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Erick Bretas
Erick Bretas@bretas_erick·
Morei quase cinco anos nos EUA. O Zelle não tem nada a ver com o Pix. O Pix é uma infraestrutura pública de pagamentos acessível a qualquer instituição, empresa ou indivíduo. O Zelle é um serviço privado usado prioritariamente para pagamentos P2P. A aceitação está muito longe ser universal. A associação de moradores do condomínio onde eu morava, por exemplo, não aceitava Zelle para o pagamento da mensalidade, apenas dinheiro ou… cheque. Uma transação no Pix é compensada em um ou dois segundos. No Zelle, dentro de “alguns minutos”, segundo a explicação dos próprios responsáveis. Isso significa que você não consegue usar o Zelle para pagar o pipoqueiro, o motorista de táxi ou qualquer serviço que exija compensação imediata. Não existe bandeira política pior do que sugerir ao pipoqueiro, ao motorista de táxi ou a qualquer brasileiro comum trocar o pix por um sistema de pagamentos custoso e ineficiente. Um caloroso parabéns aos envolvidos.
Allan dos Panos@allandospanos

E o Bananinha dizendo que os EUA têm o Zelle, que é muito semelhante ao Pix, e dá pra negociar, hein? "Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos." Prestar vassalagem trocando o Pix pelo Zelle? kkk

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ronni
ronni@rovnni·
a primeira regra do Twitter é que você NÃO conta para as pessoas na vida real que você tem Twitter.
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Raique #Galibã
Raique #Galibã@RaiqueTavares·
Fascinante que a mina vem pro Brasil fazer turismo sexual e acha que os homens daqui devem alguma coisa pra ela "Como assim esse ser inferior do terceiro mundo não quer nada com uma deusa ariana como eu??" Vtnc tomou foi pouco ghosting sua desgraçada
🥥 𝙇𝘼𝙏𝘼𝙈 🥥@TheLatamGuy

Turns out there are hundreds of foreign girls on Instagram who talk about this same thing happening to them in Rio, Medellin, Mexico City, etc, etc lol

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Sheila
Sheila@concursheila·
Amo o Guilherme de coração, mas esse papo de menino charlinho não dá não HAUAHAUHAUA vocês nunca vão adivinhar de quem esse queridíssimo é primo jkkk
Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩@orlandoguerreir

A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar. "Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis. Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo". Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal. Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega. Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV. Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete . Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes. Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil. Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social . Eu sou o Brasil. O de verdade, não o de mentirinha ! Abraço fraterno".

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Sheila
Sheila@concursheila·
backrooms um filme sobre millennials em regime pj mentalmente esgotados que se perdem nos corredores de uma repartição pública ao tentar resolver suas coisas de adulto em algum serviço municipal
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Sheila
Sheila@concursheila·
@addictednx Passou também em primeiríssimo lugar no Bacharel de Pica Sonsa. Parabéns, amada.
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