Leonardo Carvalho
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Mineirão recebe a instalação de equipamentos do impedimento semiautomático da CBF
O Mineirão recebe, desde a última quarta-feira (29/04), a instalação de equipamentos da tecnologia do impedimento semiautomático (SAOT, na sigla em inglês), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O trabalho é realizado pela Genius, empresa que opera a instalação do sistema no futebol brasileiro. O serviço deve ser finalizado no fim da próxima semana.
Ao todo, serão instaladas 28 câmeras em 12 posições diferentes, fixadas nas hastes de sustentação da cobertura do estádio. A instalação requer o trabalho de alpinistas e conta com o apoio da equipe técnica do Mineirão.
"O Mineirão está em fase avançada, e muito em breve passará pelos testes operacionais do sistema. A nossa expectativa é que, na sequência, o estádio esteja 100% preparado para a utilização do impedimento semiautomático em competições oficiais" ressalta Netto Góes, diretor de arbitragem da CBF.




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Olha o Lautaro Diaz kkkkkkkkkkkkkkkk x.com/GVids12/status…
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🛡️ ENGENHARIA DE REDUNDÂNCIA: A DUPLA CAMADA ZEMA-FLÁVIO
O que Romeu Zema está fazendo não é um surto retórico; é uma arquitetura de sobrevivência política desenhada para 2026. Ao partir para o confronto direto com o STF, ele cria um mecanismo de segurança que blinda a si mesmo e a Flávio Bolsonaro simultaneamente.
Camada 1: O Escudo de Atração
Enquanto Flávio lidera as pesquisas, ele permanece no centro do alvo jurídico. Zema, ao elevar o tom a um nível sem precedentes, atua como um diversor de radar. Ele força os ministros e o aparato institucional a reagirem contra ele, dividindo a munição e a atenção que hoje estão concentradas no senador. É a técnica de encarecer o custo de qualquer ação: para atingir a liderança das pesquisas, será preciso passar por um governador que já "queimou as pontes" e não teme o desgaste.
Camada 2: O Backup de Segurança
A lógica é de redundância operativa. Se a engrenagem jurídica tentar invalidar a candidatura de Flávio Bolsonaro, Zema já terá se consolidado como o herdeiro imediato, testado no conflito e com a lealdade da base forjada no enfrentamento.
Eles criaram um impasse lógico para os tribunais: ao tentar derrubar um, apenas fortalecem a narrativa e a prontidão do outro. Inviabilizar os dois nomes mais fortes do campo conservador ao mesmo tempo elevaria a tensão institucional a um ponto de ruptura que a burocracia de Brasília prefere evitar.
Zema deixou de ser apenas o gestor eficiente de Minas para se tornar a Apólice de Seguro da direita. Ele está limpando o trilho para o Flávio, garantindo que, se o plano A for travado, o plano B já estará na velocidade máxima.
O que estamos vendo é o fim da ingenuidade política: a construção de um bloco onde a queda de um só acelera a ascensão do outro. 🦅


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@g1 Na PM do CEO Tarcínico @tarcisiogdf de Freitas quando vc mata um trabalhador inocente, vc sobe de patente.
Parabéns São Paulo!
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PM que matou mulher com tiro no peito na Zona Leste de SP é promovida de estagiária a soldado glo.bo/rakljy7

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@OEstagiari0 Cara eu abro o meu Twitter e só aparece esse cara na timeline kkk
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@mspbra Uma das primeiras coisas q ensinamos para nossa filha de 4 anos é nome completo do pai e da mãe, e cidade, bairro e rua onde mora
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@hamed4343 Não sei de quem ele apanhou mais, do touro ou das pessoas? 🤣
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Como a tecnologia das placas de publicidade aumentaram a receita do futebol?
Aqui, o @diantedascameras (TikTok) explica como funciona:
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O mercado automotivo brasileiro está vivendo aquele raro momento em que a história muda de marcha. Não com suavidade, mas com um tranco. Um fim de temporada em que velhos protagonistas seguem em cena, mas já não falam sozinhos.
Durante décadas, Fiat, Volkswagen, General Motors, Ford, Toyota e Honda ditaram o ritmo. E, nesse domínio prolongado, algo foi se perdendo no caminho. A simplicidade deixou de ser virtude e passou a ser desculpa. O plástico virou regra, mesmo em carros caros. O básico passou a ser vendido como suficiente. E o consumidor, por muito tempo, foi sendo condicionado a aceitar.
Não foi de uma vez. Foi aos poucos. Um detalhe aqui, um corte ali. Quando se percebeu, pagar mais por menos já parecia normal.
As francesas, como Renault, Peugeot e Citroën, sempre ocuparam um espaço curioso nesse cenário. Em alguns momentos ousaram mais, entregaram conforto, design e soluções diferentes. Em outros, sofreram com erros de execução e imagem, principalmente na confiança do consumidor. Ainda assim, resistiram e evoluíram. Hoje mostram mais consistência e parecem jogar um jogo mais equilibrado.
Já as coreanas Hyundai e Kia seguiram um caminho quase didático. Chegaram desacreditadas, foram ganhando espaço com produto, garantia e constância. Sem alarde, subiram degraus até deixarem de ser coadjuvantes. Hoje conseguem incomodar um pouco.
E então entram em cena Chery, BYD e GWM. Com mais tecnologia, mais equipamentos, mais conforto, mais impacto imediato. E, principalmente, com uma proposta que escancara o contraste. Em seguida vieram GAC, Jaecoo e agora a Changan. Os chineses chegam com uma força difícil de ignorar, acelerando mudanças que antes pareciam distantes.
Aquilo que era vendido como suficiente passa a parecer defasado. Aquilo que era tratado como padrão começa a soar como acomodação. E, como pano de fundo, os eletrificados começam a ocupar, ainda que gradualmente, o espaço que sempre foi dominado pela combustão.
É inevitável imaginar o outro lado dessa história. Executivos das tradicionais reunidos em salas fechadas neste momento, olhando números, relatórios e, talvez pela primeira vez em muito tempo, fazendo a pergunta incômoda: em que momento deixamos isso acontecer? Em que ponto paramos de competir de verdade?
Talvez a resposta esteja mais perto do que parece. Basta sair da sala e entrar em uma concessionária de uma marca chinesa.
Ainda assim, é preciso colocar a empolgação sob controle.
O mercado não se decide apenas no brilho inicial. Existe uma camada mais profunda que ainda está sendo testada. Rede de assistência, custo de peças, capacidade de resolver problemas longe dos grandes centros, confiança construída no uso real. É aí que muitas marcas se consolidam ou ficam pelo caminho.
As francesas já passaram por esse teste. Os coreanos entenderam cedo a importância dele. E agora os chineses entram na fase em que precisarão provar que conseguem sustentar o que prometem.
Enquanto isso, as tradicionais seguem no jogo. Pressionadas, questionadas, talvez desconfortáveis. Mas longe de estarem fora. Só que, desta vez, não há espaço para complacência.
O que está acontecendo não é uma substituição simples. É uma redistribuição de forças.
E, no meio disso tudo, algo muda de forma definitiva: o consumidor brasileiro deixou de aceitar sem questionar. Sendo mais simplório: deixou de ser otário.
E é por isso que os agradecimentos às tradicionais fazem mais sentido agora, quase como um ponto final em um ciclo que se encerra.
Obrigado!
Não pelo pouco que foi entregue.
Mas pelo muito que, a partir de agora, vocês serão obrigadas a entregar.

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⚠️⚠️REGRAS NÃO DITAS (mas que salvam sua dignidade social)
1- Não mande áudio de 3 minutos pra dizer o que cabia em 2 linhas. A pessoa não pediu podcast.
2- Se alguém te mostrar uma foto no celular… não deslize. Respeite o mistério e o risco.
3- Em público, use fone. Ninguém é figurante do seu som nem da sua treta.
4- Pegou dinheiro? Devolva antes de virar lembrança constrangedora.
5- Ligou uma vez e não atenderam? Pare. Não é emergência, é ansiedade.
6- Porta fechada existe por um motivo. Bata antes de invadir o universo alheio.
7- Quebrou? Resolva. Ou conserte, ou substitua, ou assuma sem drama.
8- Pegou o controle da música? Pare de surtar pulando faixa. Não é teste de DJ.
9- No carro, quem dirige manda na trilha sonora. Democracia tem limite.
10- Chegou atrasado? Não chegue fazendo barulho como se fosse atração principal.
11- Não olhe o celular dos outros por cima do ombro. Curiosidade demais vira falta de noção.
12- Não corrija alguém em público só pra parecer esperto. Isso não te eleva… só te expõe.
13- Se cancelou, avise. Sumir não é mistério, é falta de caráter social básica.
14- Não pergunte salário, preço ou idade como se fosse conversa leve. Não é.
15- Se a pessoa está falando sério… não transforme em piada só pra fugir do assunto.
16- Elevador não é sala de reunião. Fique em paz, respire e desça.
17- Não use perfume como arma química. Aproxima, não sufoca.
18- Não pegue algo emprestado e devolva pior. Isso é crime moral.
19- Não interrompa pra contar uma história melhor. Ninguém pediu competição.
20- E a principal: educação é de graça… mas tem gente que ainda acha caro. 😏🫣😁
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