Victor Da Cuesta
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Mulheres não podem espalhar ódio contra trans, mas trans podem espalhar ódio contra as mulheres?


🤮 NOJO! Denunciei à Procuradoria-Geral da República a Lei de Campo Grande que proíbe mulheres trans de usarem o banheiro em segurança. Essa Lei é inconstitucional, inaplicável e só vai servir para que políticos e/ou pervertidos tentem fiscalizar os órgãos de mulheres e meninas nas portas de banheiros, ou pra que pessoas odiosas se sintam autorizadas a violentar mulheres trans ou qualquer mulher que fuja do padrão de beleza em banheiros. Normalmente, mulheres negras e lésbicas. E é importante registrar que, enquanto esses políticos do Mato Grosso do Sul criam legislações nojentas como essa, o estado segue sendo líder em FEMINICÍDIOS, ocupando o 2° lugar no ranking nacional. Outro ranking importante é o de PIOR PREFEITURA DO PAÍS, no qual Campo Grande, "administrada" por Adriane Lopes (PP), ocupa o 1° lugar. E acho que esses dois rankings explicam essa lei: sabendo que o enfrentamento ao feminicídio causaria prejuízo com o eleitorado conservador, machista e misógino, os políticos de Campo Grande precisam fingir que estão "defendendo" alguma mulher. Já a prefeita Adriane Lopes (PP), extremamente impopular e cheia de investigações por CORRUPÇÃO nas costas, precisa mudar de assunto e gerar alguma comoção. E, já que estamos aqui, vamos falar um pouco da prefeita Adriane Lopes (PP), de Campo Grande: - Sua administração é investigada pelo desvio de R$ 156 MILHÕES da saúde pública campo-grandense; - Ela nomeou 12 pastores da Igreja Assembleia de Deus Missões para trabalhar gerenciando diretamente o orçamento municipal de R$ 6,9 BILHÕES; - Sob a gestão de Adriane Lopes (PP), o Instituto Municipal de Previdência investiu cerca de R$ 1,2 MILHÃO do dinheiro dos aposentados de Campo Grande no >Banco Master<; - A prefeitura de Adriane Lopes (PP) também firmou convênios para que o Banco Master pudesse empréstimos consignados aos servidores e aposentados de Campo Grande; - Foi protocolado, no Tribunal de Contas do Estado do MS, uma denúncia de possível superfaturamento da gestão Adriane Lopes (PP) na licitação de R$ 24,4 MILHÕES para a manutenção de semáforos em Campo Grande; - Por fim, sob a gestão de Adriane Lopes (PP), até a ILUMINAÇÃO PÚBLICA de Campo Grande é suspeita: as investigações do Ministério Público do Mato Grosso identificaram fraudes nos processos licitatórios e nos contratos firmados com um superfaturamento de mais de R$ 62 MILHÕES.









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