Pani
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A coerência dos fãs da Galdéria…
Criticam o Pedro por “abandonar” um cão , que não foi isso que aconteceu.
Apoiam uma Galdéria que abandonou o noivo.
Nunca acabem😁
#sstvi
AC 🌸🤍@pisco872025
E quando a Lili entrar e se dirigir ao menino da lágrima a ladrar ? 💅🏻 #sstvi
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@mariazitacf Se fosse semanal e se tivesse duas folgas…. 25 horas por dia ?🤣🤣🤣
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Ariana mor ninguém faz 100h semanais, é mensal, nem acredito que temos a mesma profissão fds que burra #sstvi
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Foda-se o Sporting de Lisboa, caralho! Uns leões de merda que são gatos vadios assustados, sempre a levar no cu do FC Porto. Jogadores uns veados pagos para falhar, presidente um cabrão corrupto, adeptos uns cornudos chorões que lambem merda. Vão chupar caralho uns aos outros e foder-se todos, bando de lixos perdedores! Sporting é sinónimo de derrota eterna, puta que pariu!
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Há 122 anos houve um grupo de rapazes que se juntou nas traseiras de uma farmácia em Belém para celebrar uma vitória num jogo de futebol.
Na altura, decidiram que dali sairía o Sport Lisboa, com tudo aquilo que o identifica. A águia, o vermelho, o lema. Os valores de humildade, respeito pelo adversário, mas ambição e responsabilidade de o derrotar sempre com um nível de exigência máximo para com aqueles que tivessem a honra de representar o Clube. Hoje, exactos 122 anos depois, recordamos com carinho, saudade e muito amor aquilo que naquela solene tarde foi criado.
Foram estes valores que fizeram do Benfica o Clube que um dia foi. Que conquistou a Europa, que era democrático antes do país o ser, que nunca se vergou a nenhum regime ou que nunca se contentou em ser segundo. “O segundo lugar no Benfica não existe. Não vencer no Benfica é um fracasso”.
Confesso que não é isso que vejo no Benfica de hoje. Hoje vejo um Benfica que encara aquilo com que cresci a gozar com o Sporting. Comunicados constantes, desculpas atrás de desculpas, justificações para falhanços desportivos, celebração de chegar ao fim da época a “lutar por tudo”.
Enquanto adeptos, vivemos cada vez mais das cervejas com os amigos e cada vez menos das vitórias que o Clube nos deveria dar.
Enquanto instituição, somos arrastados para a lama por casos de tribunal ou, mais recentemente, no caso Prestianni onde, independentemente do que Prestianni possa ou não ter dito, se viu uma comunicação institucional incapaz de defender o bom nome histórico do Clube.
Confesso-me hoje com uma dormência que nunca havia sentido quanto ao Benfica. Claro que o coração continua a palpitar com mais força em momentos esporádicos como no golo do Trubin ou como agora na 1a mão no Futsal onde arrancámos uma justa vitória no último segundo. Mas assistir a degradação do Clube perante a conivência de tantos adeptos faz-me ver que o Benfica que me apaixonou vive cada vez mais nos adeptos que nele acreditam do que enquanto instituição que encara os seus valores fundacionais.
Hoje, é dia de recordar aquilo que se mágico aconteceu a vinte e oito de fevereiro de mil novecentos e quatro. E numa altura em que Clube se afasta cada vez mais da sua identidade, será cada vez mais importante recordar isso mesmo.
Lesado do Vietname

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