
gmono_
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gmono_
@danmartins91
MCMXCI / Sociedade Esportiva Palmeiras 🐷💚 / Persistente profissional de Departamento Pessoal


Odeio ter uma conversa com pessoas que não tem consciência alguma de classe



Até quando a arbitragem vai seguir sendo conivente com essas simulações do Arrascaeta no futebol brasileiro? Já passou da hora de um olhar mais rígido e atento para o famoso “Arrascapênalti”. Critério precisa existir — e ser igual pra todos.









Uma história. Quando criei o termo "Cucabol" em 2016, passou longe de ser pejorativo, tampouco significava apenas os laterais arremessados na área. A expressão surgiu após uma conversa com o meu amigo @anunesrocha, e tentava descrever o estilo de jogo do Palmeiras de Cuca no Campeonato Brasileiro de 2016 (que acabou campeão). Era um longo texto no meu blog, então no site da ESPN, não mais disponível no seu link -espn.com.br/blogs/maurocez… Nele, destacava as características principais: defesa firme, jogo forçado em cima de Gabriel Jesus, muita pressão seguida de cruzamentos, arremessos de lateral direto para dentro da área pelos braços do meia mais talentoso da equipe, Moisés. As bolas paradas e contra-ataques eram as principais recursos fora de casa. Argumentei, numa análise absolutamente técnica, que, embora o time fosse competitivo e vencesse, faltava mais repertório, jogadas elaboradas ou construção. Tinha algo semelhante com os vencedores times treinados por Muricy Ramanho, que inspiraram alguém (não sei quem) a criar a expressão "Muricybol". Não fui nada criativo e nunca foi só crítica, muito menos referência exclsiva ao lateral na área, que já era muito utilizado pelo Atletico Mineiro de Levir Culpi, com as cobranças de Marcos Rocha, que depois se transferiria para o Palmeiras. Era sim, uma análise crítica ao pragmatismo excessivo quer efletia um futebol brasileiro com repertório curto, vide os 7x1 como exemplo de limitações táticas. Cheguei a conversar longamente com Cuca, por telefone, no dia seguinte à vitória do Palmeiras sobre o Coritiba, em São Paulo. Após aquela partida, o termo "Cucabol" foi levado à entevista coletiva totalmente descontextualizado, ele só entendeu depois que falamos sobre e sugeri que lesse o texto. O Palmeiras foi campeão porque os jogadores eram bons e o time competitivo. Claro, o treinador teve méritos inequívocos. Mas a anállise se mostrou pertinente, ainda mais com o tempo, pois estamos falando do futebol praticado no Brasil antes de Jorge Jesus. Depois dele, muita coisa mudou, inclusive nossa referência de jogo bem jogado, que impactou no próprio Cuca. Assim, ele levou o Santos de maneira inesperada à final da Libertadores em 2021, quando escrevi sobre Cucabol 2.0, link abaixo. uol.com.br/esporte/futebo…



@adams_absoluto Vitor Roque é artilheiro. Paquetá é bagre. Detalhe: SEMPRE foi.

OPINIÃO! 🚨 “Arrascapênalti”, disse o jornalista da imprensa paulista, tentando colar no jogador Arrascaeta uma fama de cavador de pênalti. O apelido é covarde, e a linguagem explica por quê. “Arrascapênalti” cria uma confusão deliberada entre um título (o apelido) e uma figura de linguagem, a metonímia, que atribui ao jogador a parte pelo todo: Arrascaeta passaria a representar todos os cavadores de pênalti do Brasil. E isso não é verdadeiro, muito menos saudável. Primeiro, porque no próprio Flamengo Bruno Henrique cava muito mais pênaltis. A resposta que o apelido costuma receber é: “mas o Arrasca cava e engana o juiz”. Ou seja, a culpa seria do juiz, não dele. Segundo, porque no futebol brasileiro existem centenas de jogadores que cavam mais pênaltis do que ele para que Arrascaeta carregue sozinho essa fama. A parte pelo todo só se sustenta com estatísticas. Sem elas, é mentira ou covardia de quem criou o apelido. Terceiro, e mais importante: o termo revela tanto quem o inventou quanto a intenção por trás dele: pressionar os juízes para que não marquem pênaltis a favor do jogador, beneficiando times rivais. Trata-se de uma imprensa paulista antiquada, que não consegue enxergar além do próprio umbigo. Ela própria é metonímica: toma a parte (o futebol paulista) pelo todo (o futebol brasileiro) e acha que isso basta. Só que agora eles não falam mais sozinhos em seus debates. Nenhuma covardia fica sem resposta.





Carlos Miguel ficou no chão um tempo. VAR olhou com toda calma. E... ... surpresa zero. Anulado.

Arbitro havia marcado penalti para o Athletico. VAR chamou. Arbitro voltou atras e anulou o penalti. x.com/gols000000/sta…

Show lindo mas tem músicas que não tinham necessidade de estarem no set mais, nunca vou cansar de reclamar



ontem a Fresno entregou coisas importantes demais: ser a melhor no que se propõe a fazer, renovar o gás de quem é fã e dar espaço pra choros que tavam adormecidos. e não tem lugar melhor pra chorar do que no show deles! alivia e renova.



