Dawisson Belém Lopes

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Dawisson Belém Lopes

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@dbelemlopes

professor, researcher, and writer 🇧🇷

Belo Horizonte, Brasil Katılım Şubat 2018
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
This week's opinion piece in The Economist, co-authored by the Prime Minister of Canada and the President of Finland, leaves me somewhat uneasy. Ever since his much-discussed speech at the World Economic Forum, Mark Carney has been widely praised in the media and increasingly portrayed in policy circles as a leader capable of rallying the world's "middle powers" against the growing despotisms of the United States, Russia, and China. I took the trouble of rereading the transcript of that Davos speech. At no point does Carney address the predicament of the Global South. His focus remains firmly on Denmark/Greenland, Ukraine, and the Baltic states. When he briefly and rather perfunctorily mentions emerging economies, it is merely to reaffirm Canada's identity as a global trading nation - that is, a country willing to do business with China, India, ASEAN, and Mercosur. There is not even the outline of a common platform capable of bringing together both the established middle powers (Canada, Australia, the Nordic countries, and others) and those still climbing the ladder (Brazil, South Africa, Indonesia, Turkey, Mexico, and so forth). At its core, Carney's project is about solving his own problem - and the problems of countries like his. These are states that prospered under the liberal international order built after the Second World War but now find themselves feeling exposed and uncertain about the future. Let us not deceive ourselves: he is not offering an alliance with the emerging powers. Middle powers in the Global South will continue to have to chart their own course - one that can and should remain universalist, with the diversification of partnerships as a guiding principle. But under no circumstances should we mistake someone else's interests for our own. Societies south of the equator pursue objectives that will not always be compatible, or even reconcilable, with those of the governments in Ottawa or Helsinki. The claim that "middle powers should unite" is, in the end, little more than an empty slogan.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Vendo a inapelável vitória da Espanha sobre a França, hoje, eu fiquei a pensar no desperdício de material humano que o futebol brasileiro promoveu ao longo dos últimos anos. É incrível notar que o time espanhol, finalista da Copa e, possivelmente, o próximo campeão mundial de futebol, estava quase todo em campo na derrota para o Brasil, em agosto de 2021, na final dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Vejam na imagem abaixo. É literal. Do goleiro ao centroavante, passando pelo técnico. Percebam que, enquanto a Espanha amadureceu numa incubadora e só melhorou desde então, a "geração Neymar" foi bicampeã olímpica (2016 e 2021), mas nunca converteu esse potencial em desempenho na modalidade adulta. Pior: apenas 2 jogadores de 2021 restaram no time de 2026 - Bruno Guimarães e Matheus Cunha. Não houve gestão de talentos. Dilapidamos tudo. Soa como clichê, mas a mediocridade da CBF e do ecossistema futebolístico do Brasil fica exposta na comparação. As derrotas para as medianas Bélgica, Croácia e Noruega não foram casuais. E, se não houver um tranco de arrumação, seguiremos não merecendo ir muito longe nas competições de nível mundial.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
EUA parecem bem desorientados no conflito com Irã. Falta uma linha de ação.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Errado Sergio Fausto não está. Brasil e México estão na contratendência global - e, mesmo governados por partidos de esquerda, precisam fazer concessões ao "espírito do tempo".
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caiorossi
caiorossi@rossi_caio·
@dbelemlopes >>No fundo, é um prêmio concebido e concedido por europeus e para europeus (do norte).<< Onde é feita a maior parte da pesquisa científica no mundo? Na África?
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Uma de minhas correlações espúrias favoritas. Há mais conteúdo crítico neste gráfico do que pode parecer à primeira vista. Ele escancara, sem querer querendo, os vieses da geografia do Nobel. No fundo, é um prêmio concebido e concedido por europeus e para europeus (do norte).
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
@demori Que pena. Força para você. Seguirei atento ao seu trabalho. Um abraço grande.
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Leandro Demori
Leandro Demori@demori·
SOBRE MINHA SAÍDA DO ICL Gente amada, sendo direto: fui tirado do ar e de todas as funções que exercia no ICL, inclusive da Direção de Jornalismo, por decisão unilateral da direção geral da empresa. Os detalhes dos “motivos” e de como isso se deu virão eventualmente à tona em algum momento, e serão esclarecedores. Estou juntando meus cacos por aqui. Numa eleição decisiva como a que teremos em semanas, isso pesa pra mim, e muito. Já se vão 28 anos cobrindo eleições. Ninguém vai calar minha voz nesse momento decisivo, com Trump pressionando o Brasil. Não vivíamos um momento tão perigoso desde a Operação Brother Sam. Vou seguir fazendo jornalismo independente, falando o que que penso – aquilo que alguns preferem que fique escondido. Mas isso tem um custo real: processos judiciais cada vez mais caros e frequentes, e agora eu vou enfrentar isso sozinho, ao menos enquanto não consigo me reorganizar diante dessa decisão repentina do ICL. Estou sem a estrutura de uma empresa por trás do meu jornalismo. O que posso pedir agora é o apoio de quem acredita nesse trabalho que faço com amor desde a adolescência. Segue o link do meu Apoia se. É por lá que vou reestruturar meu canal no You Tube, minha newsletter e ganhar fôlego para terminar um livro sobre o atual momento do país, que pretendo lançar no meio da campanha eleitoral. Em breve, mais detalhes. APOIE AGORA e compartilhe este post. Sigamos!
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Volkswagen, símbolo do declínio da indústria automotiva alemã. Matéria no Figaro do fim de semana.
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Leonardo Bertozzi
Leonardo Bertozzi@lbertozzi·
Tuchel não aprovou a atuação inglesa e Bellingham se mostrou incomodado: "Talvez ele não saiba o que é jogar nessas condições e contra esses caras, Haaland, Odegaard, Nusa, Sorloth."
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
@JooLeal59460327 Eu me lembro de, há 15 ou 20 anos, achar um absurdo ter de informar o meu CPF num cadastro de loja. Hoje, você não faz nada sem antes entregar todos os dados pessoais.
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João Leal
João Leal@JooLeal59460327·
@dbelemlopes Me recordo do escândalo que foi a sugestão de coletar as 10 digitais nas Secretarias de Segurança Pública. Pouquíssimo tempo depois, ninguém reclamava mais de pôr os 10 dedinhos para os TRE nem a foto para os Detran.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Desde a pandemia, o Brasil se tornou um país muito mais vigiado nos ambientes públicos/que acomodam coletividades. A mudança ocorreu e mal nos demos conta.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
A proposta de fazer a idade de responsabilização criminal regredir é tendência atual. O gráfico mostra, no entanto, que países como Dinamarca e Filipinas adotaram o caminho oposto neste século: aumentar a maioridade penal. Na média da amostra, a maioridade penal vem aos 13.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
O hiato entre salários de homens e mulheres vem diminuindo no mundo desenvolvido. Japão e Alemanha são os exemplos mais notáveis nos últimos 15 anos.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Na média, 40% dos europeus apoiam tirar dinheiro de outras políticas públicas para investir recursos em defesa. Vai-se desenhando no horizonte um outro continente, mais armado e potencialmente belicoso.
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Puraingresia
Puraingresia@fsmcruz·
Vamos ao 18 palpite. Já disse e repito. Esta Bélgica tá com a maior cara da itália de 1982. Vai passar novamente, mesmo a Espanha sendo favorita.
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