Bia
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@hablandovl Vamos combinar assim se bater a carência te mando mensagem amo você 💗 leãozinho





elas não combinam em pensamentos e ideologias, acho difícil manter uma amizade tão próxima por mais que Ana queira ajudar





É assustadora a naturalidade com que algumas pessoas cogitam fomentar preconceito contra a Tia Milena como ferramenta de controle. É muito grave perceber que, para parte dessa “gente”, a violência racial vira um “método” aceitável quando uma mulher preta decide existir publicamente da forma que quer, se relacionar com quem quer e fazer as postagens que bem entender. O que vem acontecendo com a @tiamilenabbb já ultrapassou há muito tempo o campo de “opinião sobre jogo”. Existe uma diferença enorme entre discordar de posicionamentos dentro de um reality e construir campanhas de desumanização contra alguém. E quando essas campanhas recaem de maneira tão violenta sobre uma mulher preta, carismática e querida pelo público, é impossível ignorar os elementos raciais presentes nisso tudo. Tem gente incomodada porque a Milena não ocupa o lugar de submissão, silêncio ou coadjuvância que esperavam dela. Incomoda ver uma mulher preta sendo amada, tendo destaque, protagonismo e afeto popular sem pedir permissão. E aí começam as distorções, os vídeos editados, a necessidade constante de transformá-la em vilã por qualquer motivo banal, enquanto comportamentos semelhantes de outras pessoas são relativizados ou tratados como engraçados. E o mais perigoso é quando o preconceito deixa de ser velado. Quando aparecem pessoas sugerindo explicitamente usar ataques preconceituosos para “corrigir comportamento” ou afastar alguém de determinadas relações. Isso precisa ser combatido socialmente, com denúncia, conscientização e responsabilização coletiva, mas também juridicamente. Racismo não é “briga de fandom”, é violência. E violência não pode ser normalizada.


Ana Paula, Juliano e Marina Sena curtindo uma balada juntinhos e vocês ainda querendo saber porque a tidinha tava sozinha no show da Ivete. Acordem, Ana Paula não é burra como vocês pensam. Ela sabe que foi usada de escada sim, ela lembra de cada patada que recebeu nos últimos dias de programa quando a feiurinha achava que o jogo já estava ganho. Ela não vai deixar de falar, ser educada, vez ou outra aparecer em algum momento com ela, mas conviver, confiar e levar pra vida, aí já são outros quinhentos.


elas por elas, SEMPRE 🥺🤍



Ana Paula, Juliano e Marina Sena curtindo uma balada juntinhos e vocês ainda querendo saber porque a tidinha tava sozinha no show da Ivete. Acordem, Ana Paula não é burra como vocês pensam. Ela sabe que foi usada de escada sim, ela lembra de cada patada que recebeu nos últimos dias de programa quando a feiurinha achava que o jogo já estava ganho. Ela não vai deixar de falar, ser educada, vez ou outra aparecer em algum momento com ela, mas conviver, confiar e levar pra vida, aí já são outros quinhentos.

Eu tô em choque com o caso dos meninos no Pantanal, em São Paulo. Um absurdo desse tamanho e cadê a repercussão que isso merece na mídia? Muito triste!


É assustadora a naturalidade com que algumas pessoas cogitam fomentar preconceito contra a Tia Milena como ferramenta de controle. É muito grave perceber que, para parte dessa “gente”, a violência racial vira um “método” aceitável quando uma mulher preta decide existir publicamente da forma que quer, se relacionar com quem quer e fazer as postagens que bem entender. O que vem acontecendo com a @tiamilenabbb já ultrapassou há muito tempo o campo de “opinião sobre jogo”. Existe uma diferença enorme entre discordar de posicionamentos dentro de um reality e construir campanhas de desumanização contra alguém. E quando essas campanhas recaem de maneira tão violenta sobre uma mulher preta, carismática e querida pelo público, é impossível ignorar os elementos raciais presentes nisso tudo. Tem gente incomodada porque a Milena não ocupa o lugar de submissão, silêncio ou coadjuvância que esperavam dela. Incomoda ver uma mulher preta sendo amada, tendo destaque, protagonismo e afeto popular sem pedir permissão. E aí começam as distorções, os vídeos editados, a necessidade constante de transformá-la em vilã por qualquer motivo banal, enquanto comportamentos semelhantes de outras pessoas são relativizados ou tratados como engraçados. E o mais perigoso é quando o preconceito deixa de ser velado. Quando aparecem pessoas sugerindo explicitamente usar ataques preconceituosos para “corrigir comportamento” ou afastar alguém de determinadas relações. Isso precisa ser combatido socialmente, com denúncia, conscientização e responsabilização coletiva, mas também juridicamente. Racismo não é “briga de fandom”, é violência. E violência não pode ser normalizada.



